25 de jul de 2009




A FÓRMULA 1 ACABOU

Amanhã, acontecerá mais uma corrida de Fórmula 1, na Hungria. Não tenho mais saco pra ver tal esporte, nas manhãs de domingo. O piloto, hoje em dia, é como se fosse um parafuso entre a direção e o banco. O que vale é a máquina. Bons e memoráveis tempos aqueles em que a corrida era ganha no braço, na coragem, na valentia do piloto.
Foi lá, na Hungria, em 1986, que Nelson Piquet fez umas das melhores ultrapassagens da história. E, em cima de quem? Dele, Ayrton Senna. A lenda do automobilismo, Jackie Stuart assim definiu o feito sensacional de Piquet, na volta 57: “O mesmo que fazer um looping com um Boeing”



Taí, um casamento bem informal...até demais.


O Inspetor Geral


Hoje, lembrei-me de uma atividade, no jornalismo, que exercitei por um bom tempo, nas páginas do jornal O Povo: a de crítico de teatro. E dentre os autores teatrais que li, à época, o russo Nicolai Gógol (1809/1852) me impressionou pela atualidade da sua dramaturgia. E tem uma obra especial: O Inspetor Geral. Embora a peça tenha o roteiro baseado numa estória do século 19, continua atual, pois tem como enredo a corrupção que rola solta entre as autoridades de uma pequena província russa.


O inspetor geral chega da capital, inesperadamente, para fazer uma investigação sobre os desmandos e a roubalheira existentes no lugar. Só que o inspetor é um farsante e ninguém percebe que ele é um bom vivã e engana a todos, pois o prefeito o torna como tal agente da justiça e oferece todos as regalias, até sua filha para o charlatão. Somente no final, quando o “inspetor” foge, é que as autoridades percebem que foram enganadas, pois, até então, tinham medo que seus desmandos fossem descobertos. Na última cena, do texto de Gógol é que todos ficam sabendo que o verdadeiro inspetor geral acabara de chegar.


Como o Brasil precisa de um inspetor geral, o verdadeiro, aquele que o personagem Soldado anuncia na última cena da peça de Gógol:


“Senhores! Um funcionário que acaba de chegar de São Petersburgo com ordens especiais, ordena que o procurem imediatamente. Ele está no hotel”.
Saudade do Justo Veríssimo

Político mais honesto com as suas convicções nunca existiu no Brasil, alguém semelhante ao deputado Justo Veríssimo. Na década de 80, do século passado, Chico Anísio criou o personagem com o qual, o humorista cearense fazia crítica social. Justo Veríssimo era a caricatura perfeita do político imoral e aético, chegado à armações e falcatruas.
E atualíssimo como nunca na história desse país.



Depois do fracasso da monarquia, da democracia, da oligarquia e até da plutrocracia, Justo Veríssimo propõe a um entusiasmado auditório de seguidores a adoção no Brasil da corruptocracia – um regime em que as mamatas e desvios de recursos são institucionalizados e a honestidade é algo proibido.

24 de jul de 2009

UMA MÚSICA INESQUECÍVEL


The Midnight Cowboy Theme, música, tema de um dos mais premiados filmes de Hollywood -Perdidos na Noite(The Midnight Cowboy) 1970, toca na solidão de cada indivíduo, impulsionando suas ansiedades, seus sonhos. Assim é a saga de Joe Buck (Jon Voight), um jovem ingênuo e sonhador do interior do Texas, tentando ganhar a vida em Nova York, como garoto de programa. Mal-adaptado à sociedade, Joe vai encontra arrego, amizade e carinho no marginal sem-teto Ratso, extraordinariamente interpretado por Dustin Hoffman.
Faleceu, hoje, um grande amigo meu: José Arimatéia Santos. Poeta, compositor, simples (embora ocupasse cargo importante no Grupo Edson Queiroz). Seu Arimatéia, também era possuídor de uma qualidade rara nos dias de hoje: humanitário.
E deixa uma obra que serve de exemplo para os governantes, a Sociedade Educacional e Rural de Guanacés. Criada e mantida por ele, lá crianças e jovens pobres de Guanacés, (distrito de Cascavel, onde ele nasceu), estudam, aprendem música, informática, além de terem assistência médica.




Seu Arimatéia, um edificante exemplo de gente.
A PALAVRA INESQUECÍVEL





Palavra inesquecível na história do Cinema: a enigmática Rosebud. Considerado como o maior filme de todos os tempos, dirigido e encenado por Orson Welles, Cidadão Kane marcou a sua época, década de 40 do século passado, devido às inovações técnicas de narração e enquadramentos cinematógráficos. Somente no final do filme, em seu derradeiro suspiro, o personagem Charles Foster Kane relembra dos bons tempos em que brincava na neve com seu trenozinho vermelho, carinhosamente batizado de Rosebud.
CENAS INESQUECÍVEIS



Burt Lancaster e Deborah Kerr, rolando na areia da praia, numa das cenas mais românticas da história do Cinema. O filme A um passo da eternidade, dirigido por Fred Zinnemann, ganhou oito das principais estatuetas do Oscar, em 1954.

Olha aí o novo bigodudo que só vai tirar o seu, quando o Senado tirar o dele.

23 de jul de 2009

Os publicitários Ricardo Silveira e Viton Araújo lançaram na internet uma campanha bem-humorada para pedir o afastamento do bigodudo maranhense da presidência do Senado. Eles criaram o blogue Greve de Bigode, com o slogan "Só tiro o meu quando o Senado tirar o dele", que pode ser acessado no endereço
Quem quiser pode mandar sua foto, natural ou falsa.
As fotos abaixo foram extraídas do site.









Quando o amor, quase chega. Quando o amor, quase acontece, “mesmo sabendo bem que eras somente onda. Sabendo bem que eras nuvem”. Quando o amor se vai, a nova busca pode acontecer, mesmo caindo. Um novo amor, talvez, possa recomeçar a história do quase, da onda, da nuvem.

O Epigrama (nº8), de Cecília Meireles, conta parte desses retalhos e Maurício Maestro, do grupo musical Boca Livre, deu a sua versão musical.


Caetano Veloso
renegou O SOL

No ano passado, fizemos uma edição da Singular sobre 1968, um dos anos mais efervescentes na história do país. 40 anos depois, entrevistamos artistas, políticos etc e tal. A cineasta Tetê Moraes estava lançando o filme O SOL – Caminhando Contra o vento( documentário que revive os bastidores da redação de O SOL e a efervescência cultural e do movimento político de juventude da geração de 68). O filme traz entrevistas históricas como a de Chico Buarque, Gilberto Gil, Zuenir Ventura, Fernando Gabeira, Ziraldo entre outros.
Na entrevista que fiz com ela, perguntei:
“Na letra da música Alegria, alegria, gravada em 1967, Caetano Veloso faz uma alusão direta ao jornal quando diz “O sol nas bancas de revista, me enche de alegria e preguiça, quem lê tanta notícia”. Já no depoimento para o seu filme, quarenta anos depois, ele afirma que não se lembrava mais da história. O que você pensa sobre esse esquecimento do baiano” ?
Ela respondeu, quase amarelando:
“ É uma coisa normal. À época, Caetano estava namorando Dedé, primeira mulher dele, e que era repórter do SOL, estava saindo da faculdade, como muitos de nós. O corpo da redação era formado por pessoas jovens. O Caetano tinha muito contato com O SOL. E quando estávamos elaborando a primeira edição do jornal, o Caetano fez essa música para o Festival da Canção da TV Record. Claro que ele não fez para o jornal, mas, com certeza, se inspirou no O SOL”.
Caetano saiu muito mal na fita, literalmente. Pois, logo em seguida, a ex-mulher, Dedé, confirma a relação da música com o jornal, e Gilberto Gil foi mais enfático: “A associação é inescapável”.
O cantor e compositor baiano é outro que esquece o passado, só que o passado não larga o pé dele.
E recordemos o brilhante Caetano ( musicalmente) cantando Alegria, alegria, e citando O SOL.



Nesse mundo da rede tem maluco pra tudo, alguns criativos. Tem um, Remi Gaillard, que deu “vida” a um dos clássicos dos joguinhos, o PAC MAN. O cara sai correndo pelos corredores do super mercado, quebrando e derrubando tudo...

O vídeo ficou engraçadíssimo.

22 de jul de 2009

Lição de jornalismo

Parceiro de Truman Capote, de Tom Wolfe e de outros jornalistas, na criação do estilo jornalístico conhecido como new jounalism, o norte-americano Gay Telese esteve no Brasil, participando como convidado de honra da Festa Literária Internacional de Paraty. E encantou a todos pela simplicidade e franqueza com que encara a vida de jornalista.
Avesso às novas tecnologias de fazer jornalismo, ainda hoje em dia, ele usa as mesmas ferramentas de 50 anos atrás. E ensina: “ Vou para as ruas, encontro com as pessoas sobre as quais quero escrever e circulo pelo ambiente em que elas vivem até saber o bastante. Aí escrevo, lustro e relustro cada frase, parágrafo por parágrafo". (entrevista ao jornal Folha de São Paulo).
Vejam que lição de jornalismo de um profissional à moda antiga:



The Beatles

agora em jogo


Vocês, amigas e amigos internautas, já imaginaram ouvir os The Beatles, compartilhando com cada nota musical, em separado, inclusive as vozes dos quatro integrantes da mais fantástica banda de todos os tempos? Pois, agora é possível com o simulador musical The Beatles: Rock Band, lançado na abertura da Feira Electronic Entertainment Expo Expo (E3), ocorrida, no mês passado, em Los Angeles.

A interação visual do jogo exige que guitarra, bateria e vozes estejam em trilhas separadas – e se um dos jogadores (podem participar até seis) perde a nota, aquele determinado som desaparece da música. Uma das novidades do game é que os jogadores podem, também, tomar parte com uma guitarra, um baixo e uma bateria (tudo em plástico). O game resume toda a trajetória dos famosos cabeludos de Liverpool.

A Luluzinha virou
moça,o Bolinha
emagreceu...


A Luluzinha virou mocinha, o Bolinha emagreceu, a Aninha, a Glorinha e o Alvim cresceram. Esse crescimento inesperado faz parte da jogada editorial da Ediouro que lançou no mercado, a revista Luluzinha Teen e sua Turma, em formato série quadrinhos, estilo mangá. Grande bobagem, assemelhada à Turma da Mônica, tentando ganhar o universo adolescente.

A personagem e seus amigos povoam a memória do brasileiro desde 1955, quando foram lançados pela revista O Cruzeiro, até a década de 80 do século passado. Depois, saíram de circulação. Todavia, eles ficaram no imaginário, principalmente das crianças daquela época, e das gerações atuais que buscam a memória dos personagens infantis de todas as épocas, desde os mais remotos tempos das histórias em quadrinhos. Personagem não morre na imaginação dos seus admiradores.


Essa jogada editorial é, no mínimo, uma apelação comercial.

Caso a idéia dos editores persista, é bom logo os desenhistas da editora começarem a preparar historinhas da Luluzinha mãe, titia, avó...



Tal e qual como fez o irônico Ziraldo, quando criou uma charge sobre o ocaso dos super-heróis.
s
Gol de placa do
meu Ferrim


Tem lances numa partida de futebol que fazem a magia do esporte mais praticado no mundo. Pelé fez um, na Copa de 1970, no México, quando o Brasil venceu por 4X1 a Tchecoslováquia, que ficou indelével. O rei chutou do meio do campo, a bola encobriu o goleiro, e quase ele fez um gol de placa (vejam o vídeo acima).
Rememoro o lance para dizer que, na semana passada, o atleta Eliélton, jogador do meu Ferroviário Atlético Clube, fez um gol, nas mesmas circunstância daquele perdido por Pelé: do meio do campo.
Foi notícia nacional.
Nessa partida, o Ferrim ganhou por 3X0 do Flamengo do Piauí.
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Gol histórico!
Viva o meu Ferrim!!!

21 de jul de 2009

Retalhos de reflexões
“Se você não se importasse com o que aconteceu comigo,
E se eu não me importasse com você
Nós iríamos fazer zig zag em nosso caminho
Através do tédio e da dor
Ocasionalmente espiando a chuva
Desejando saber qual dos vagabundos culpar
E observando os porcos voarem.” (Pigs On The Wing I – Pink Floyd)



Esta é uma versão Rock ‘n’ rool da obra prima de George Orwell, A Revolução dos Bichos – ‘Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais do que os outros’.
A realização do álbum do Pink Floyd, Animals (1977), com letras inspiradas no livro de George Orwell, marcou época.
Também tem uma história curiosa: a banda encomendou que a fábrica alemã ballon Fabrik, a mesma responsável pelos famosos Zepelins, construísse um “balão” gigantesco em formato de porco, que foi inflado com gás hélio. O porco, no entanto, acabou se soltando do cabo e passou a flutuar pelo céu de Londres, até ir pousar na cidade de Kent. As imagens captadas foram usadas na divulgação do álbum e nos shows da banda, e a capa do álbum mostra o “dirigível” do porco, flutuando ...
O disco, gravado, em moderníssimos estúdios europeus, apresenta (como de praxe em se tratando de Floyd) uma sonoridade revolucionária, fazendo contraponto com as ideias, também revolucionárias de George Orwell. Bela parceria.



Mais uma
“foto histórica”
é desmascarada

“Fotos que contam a história da Humanidade”, “As 12 melhores fotografias da história do homem” e outras coletâneas de flagrantes estão por aí na net. Mas, nem todas fotos são verdadeiras. Outro dia vi no blogue Antena Paranóica, do jornalista Nonato Albuquerque, uma seleção escolhida pelo blogueiro César A.
Percebi que uma delas era fraude: a foto feita por Joe Rosenthal para a Associated Press, mostrando jovens estirando a bandeira dos EUA, na batalha de Iwo Jima, durante a II Guerra Mundial. Aquilo, na verdade, não foi “um momento histórico para a humanidade”. Foi sim uma farsa do hasteamento da bandeira norte-americana, sem qualquer importância, para o desenrolar da guerra contra os japoneses.
Uma outra “foto da história da humanidade” que deve ser retirada da galeria, porque é armação: aquela de Robert Capa, tirada em 05/09/1936, mostrando o miliciano Federico Borrell sendo atingido por um tiro em Cerro Muriano, na cidade de Córdoba, durante a Guerra Civil Espanhola. Segundo publicou, recentemente, o site Comunique-se.

Conforme a matéria publicada no site, a partir de 1936, a cobertura de Capa da Guerra Civil Espanhola apareceu com regularidade. A foto de Robert Capa de um soldado sendo atingido fatalmente garantiu sua reputação internacional e se tornou um forte símbolo da guerra”, informa a biografia do fotógrafo no site da Magnum.
É essa mesma imagem que o jornal El Periódico de Catalúnia afirma ter sido montada.
Porém, dados levantados pelo historiador Francisco Moreno mostram que, naquele dia, não houve combates e só existem registros de mortos na região a partir do final de setembro. Além disso, os conflitos na região foram urbanos, o que contrasta com a paisagem rural da imagem.
De acordo com o jornal, até mesmo o local é uma fraude. Características da série de 40 imagens mostram que a foto em questão não pode ter sido tirada em Cerro Muriano. Além disso, um dos moradores mais antigos da região, Francisco Castro, que tinha nove anos em 1936, conta que não aconteceram trocas de tiros, apenas bombardeios aéreos.
“Desde que vieram no fim de setembro, não houve um tiro por aqui, só alguns bombardeios de aviação. Os milicianos passeavam pelas ruas, comendo os melhores presuntos do povo”, contou Castro.
“Capa pode ter chegado ao local sem encontrar ação real para fotografar (em Cerro Muriano só tinha refugiados), mas sim milicianos desocupados dispostos a posar”, afirmou o jornal.
A imaginação
nas asas do
novo iPhone

Será lançado, no próximo mês, no Brasil, o iPhone 3 GS, com recursos mais sofisticados daqueles já existentes no mercado, mesmo com o mesmo design. É 2,1 mais rápido ao enviar mensagem e 2,9 vezes mais veloz ao abrir páginas web. Além disso, grava vídeo e ganhou nova câmera de 3 MP. Um dos destaques é que o usuário pode ‘falar” com ele.
O controle de voz permite fazer ligações ou tocar músicas parecidas com a que você está cantando, por exemplo. Os recursos de voz estarão disponíveis em português. O iPhone 3 GS chega ao mercado dos Estados Unidos e de outros países no dia 19 de junho, por US$ 199 a versão de 16 GB e US$ 299, a de 32 GB. No Brasil, por enquanto, não há informação sobre preços.


A forma inovadora da filmadora do IPhone 3GS está sendo testada de todo jeito, até preso em avião de brinquedo...


Um outro teste: mesmo caindo dentro da piscina, a máquina ainda funciona...
Os dois vídeos podem ser “loucura” de gente com muita grana, querendo espiar a vida alheia ou viral de marketing.

20 de jul de 2009



Leitura coletiva de

Dom Casmurro

ganha prêmio

Recentemente, a Globo ganhou o único Leão de Ouro, para o Brasil, no Festival de Cannes, com a exibição do projeto Mil Casmurros, minissérie apresentada, no ano passado, inspirada na obra de Machado de Assis. O vídeo é uma leitura coletiva sobre um dos maiores clássico da literatura brasileira, e criado para o lançamento do projeto global.


Só que a encenação da Globo passa muito longe da obra de Machado de Assis, Dom Casmurro. A linguagem televisiva é circense, afetada e, por exemplo, um dos seus personagens principais, Bentinho, se no livro, é seco, distante e desencantado, lá na Globo , Bentinho é saltitante, espalhafatoso...

O diretor do trabalho televisivo tinha o direito de recriar em cima da ficção, porém, nunca fugir do caráter dos personagens, desfigurando-os do contexto original.

A ideia do vídeo é genial, até ganhou prêmio, mas a minissérie foi um desastre, um desrespeito à obra de Machado de Assis.


Xuxa, tentando apagar
o passado, ganhando
dinheiro



Gente, olha o tamanho da hipocrisia da antiga “rainha dos baixinhos”. Xuxa vai ganhar 4,1 milhões da Band, só porque foi exibido, no extinto programa Atualíssima, apresentado por Leão Lobo e Rosana Hermann, fotos de um ensaio nu da apresentadora.
Na ação, Xuxa pediu indenização de R$ 5 mi, mas a Justiça do Rio de Janeiro determinou o valor de R4 4 mi por danos materiais e R$ 100 mil por danos morais. A Band vai recorrer da decisão, que saiu no dia seis do mês passado.
Quando não era famosa, no passado, Xuxa topava qualquer negócio para ganhar dinheiro. E estava na dela para faturar. Até contracenar, em cenas sexuais com um garoto de 12 anos (foto), a futura “rainha dos baixinhos”, estava lá, no filme Amor, Estranho Amor. E nem por isso, a carreira dela deixou de decolar. Mesmo assim, ela entrou na Justiça para proibir a exibição de tão libidinoso filme.

É aquela história: a gente pode querer apagar o passado, mas o passado não esquece da gente.



King Kong,
um clássico
do Cinema
Para as gerações que cresceram, jogando videogame, e curtindo os mais modernos efeitos especiais e trabalhos em computação gráfica, a versão original de King Kong deve parecer boba, infantil e sem graça. Pode até ser. Mas, King Kong, dirigido por Merlan C. Cooper, em 1933,
(há muito tempo) é considerado, um dos 100 melhores filmes da história do Cinema. O desfecho do enredo, com King Kong, escalando o Empire State, maior prédio do mundo, à época, é uma das cenas mais marcantes na história do Cinema. O filme arrecadou o recorde de US$ 90 mil de bilheteria apenas na primeira semana de exibição, nos Estados Unidos. Se hoje, o gorila criado em processo básico de animação pode parecer precário, para a época era um fenômeno de tecnologia, um marco de efeitos especiais.

19 de jul de 2009

Lindo!



Bombou na Web


Um grupo de artistas italianos inovou no conceito de iluminação de festas ao mapear cada curva e relevo de um castelo para, depois, provocar ilusões de óptica nos convidados. Entre elas, a sensação de que o castelo desmorona ou simplesmente voa pelos ares. O edifício, claro, não saiu do lugar. O vídeo teve 100 mil visualizações.


Um dos vídeos de maior apelo na semana passada é uma ideia simples. Trata-se de uma compilação de imagens dos recordes de rapidez. A menina que empilha copos mais rápido, o gol mais rápido da história e o nerd que resolveu mais rápido o jogo do cubo colorido são alguns exemplos. Tem 130 mil acessos.

Fonte: Revista Época