14 de ago de 2010


Foto inédita de Cleo Pires na Playboy

Ontem, o blog da revista Playboy divulgou uma foto inédita do ensaio da atriz Cleo Pires para a publicação. Na imagem, clicada por Jacques Dequeker, a morena aparece deitada, sem calcinha e uma pose pra lá de sexy.

Cleo é capa da edição de aniversário da 'Playboy', que completa 35 anos no mês de agosto. "Deu vontade de expressar uma coisa mais exibicionista", contou.

O ensaio da atriz tem duas capas, uma clicada por Bob Wolfenson e outra por Jacques Dekequer. "Os dois ensaios são bem quentes, sensuais e chiques, mais um é rock and roll e outro mais romântoco", entregou Cleo.

Na capa colorida, de Bob Wolfenson, Cleo aparece com um trecho da poesia de Fernando Pessoa Tempo de travessia tatuado na lateral do seu corpo. Ela contou que a ideia partiu dela, mas que o texto foi sugerido pelo padrasto Orlando Moraes. "Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos". (Fernando Pessoa)

13 de ago de 2010

Evolução do cabelo dos Beatles

Essa imagem,que já está circulando na web faz alguns dias, é simplesmente sensacional a maneira que encontraram para mostrar a transformação dos Beatles através dos anos.

(Essa eu chupei do Let’s)

Zé Colmeia e Catatau, um dos desenhos clássicos da minha infância virou filme e estreia ainda este ano nos Estados Unidos. Por aqui, só no começo de 2011.
vejam o trailer do filme:

Charge: Amarildo

12 de ago de 2010

Ufólogo: Brasil tem 12t

de documentos sobre

discos voadores

Deu no Portal Terra

Ana Cláudia Barros

"A portaria, publicada nesta semana no Diário Oficial da União, que regulamenta como a Aeronáutica deve proceder durante as notificações de objetos voadores não identificados (OVNIs), foi, na interpretação do presidente do Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV), o ufólogo Ademar José Gevaerd, uma forma de o governo reconhecer a existência do fenômeno. De acordo com o texto, assinado pelo Tenente-brigadeiro do Ar Juniti Saito, as atividades do Comando da Aeronáutica (Comaer) devem se restringir ao registro de ocorrências e ao envio dos dados ao Arquivo Nacional.

- No momento em que o governo diz: "A partir de hoje, os relatórios de ocorrência de OVNIs vão ser encaminhados ao Arquivo Nacional", isso significa que, primeiro, há uma admissão de que existem relatórios. Segundo: relatórios do quê? De objetos não identificados, de OVNIs que estão sendo detectados pelo radar, que estão sendo visto por pilotos, que estão sendo acompanhados por caças a jato e o governo tem conhecimento disso.

Gevaerd diz ter se supreendido com a portaria e acrescenta que ela é uma consequência indireta da campanha UFOs, liberdade de informação já, realizada, em 2004, pela Comissão Brasileira de Ufólogos. Segundo ele, diante do movimento, o governo começou a liberar, a partir de 2007, documentos, até então confidenciais, sobre o avistamento de OVNIs no espaço aéreo brasileiro. "Algumas pérolas começaram a aparecer", conta, referindo-se a relatórios, como o de um episódio de 19 de maio de 1986, conhecido como "Noite Oficial dos OVNIs". Na ocasião, cerca de 20 objetos voadores não identificados teriam sido detectados pelos radares do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo.

No documento, o Comando Aéreo de Defesa Aérea (COMDA) informa às autoridades do Ministério da Aeronáutica sobre luzes em deslocamento, avistadas pelo controlador da torre de controle de São José dos Campos (SP) e por um piloto. "As luzes, embora com predominância de cor vermelha, apresentaram mudanças para o amarelo, verde e alaranjado". A aeronave de alerta da base de Santa Cruz chegou a ser acionada, conforme o relatório, que, nas considerações finais, conclui: "Os fenômenos são sólidos e refletem, de certa forma, inteligência, pela capacidade de acompanhar e manter distância dos observadores".

O ufólogo garante que esse tipo de ocorrência sempre existiu e é mais frequente do que se pode supor.

- Uma afirmação feita a mim pelo brigadeiro José Carlos Pereira, que foi o comandante do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA), dá conta de que há 12 toneladas de documentos oficiais sobre discos voadores - conta. - Em 1999, ele determinou que todas as informações sobre Ufos (OVNIs) fossem digitalizadas e passassem para um banco de dados que, hoje, é de acesso exclusivo da Aeronáutica. Ele nos confessou que havia milhares de registros de ocorrência sobre disco voadores no Brasil".

Comentário meu:

Os ufólogos querem também a liberação de informações de outras unidades das Forças Armadas, por exemplo o Exército. Porque no caso mais emblemático da ufologia brasileira, o ET de Varginha, há indícios que militares participaram da captura do extra-terrestre.

Vejam video:


Vanusa erra, de novo,
letra de música
Depois do vexame quando cantou o cantar o Hino Nacional, Vanusa passou por outro, errando a letra da música Sonho de um Palhaço durante o Programa Carrossel da Saudade, num especial Dia dos Pais da TV Cultura do Amazonas.
O pior é que ela erra, esquece a letra e do nada começa a cantar outra música Como Vai Você, de Antonio Marcos. É lamentável constatar o ocaso tão triste de uma cantora que marcou toda uma geração admiradora do seu estilo original de cantar.

11 de ago de 2010



E o pau cantou

Um vídeo que registra a pancadaria entre Demóstenes Nascimento, apresentador da TV 5, afiliada da Rede Bandeirantes no Acre, e o candidato ao Senado João Correia (PMDB-AC), foi parar na internet nesta quarta-feira (11). O material foi gravado na tarde desta terça (10) para um programa de entrevistas que seria exibido pela emissora na noite do mesmo dia. O programa não foi ao ar.







Passando o tempo

Enquanto o horário eleitoral na televisão não chega, fiquem curtindo "os melhores momentos" do pleito da eleição passado....



Bailar em Auschwitz

Há mais ou menos um mês que postei um vídeo que considerei possuidor de uma magnífica mensagem de alegria, de paz, mesmo diante das atrocidades do holocausto. Era um filme de quatro jovens e um idoso, dançando livremente, ao compasso de I Will Survive, de Gloria Gaynor – glória das discotecas dos anos 80, diante de prédios e cenários, onde aconteceram as atrocidades cometidas durante a Segunda Guerra Mundial. Só que o vídeo foi retirado do You Tube. Agora, o vídeo voltou à tela, e também li uma matéria na revista Piauí sobre o assunto. Vejam, portanto o vídeo e a reportagem de Dorrit Harazim.

O filmete de quatro minutos e meio estava postado no YouTube há sete meses. Mantinha um perfil meramente vegetativo, nada além de irrisórios bits perdidos em meio às mais de vinte três horas de conteúdo novo que deságua no site a cada minuto do dia. Seus personagens e ação-enredo não poderiam ser mais banais: quatro jovens e um idoso, todos desconhecidos e absolutamente comuns, arriscando movimentos toscos de uma coreografia simplória. Parecem mal-ensaiados, ou talvez estejam improvisando, não se sabe ao certo. Dançam ao ar livre, em locações diversas, indiferentes ao compasso da tonitruante I Will Survive, de Gloria Gaynor – glória das discotecas dos anos 80, hino dos que dão a volta por cima .

A sensação inicial de quem assiste às imagens do idoso em desengonçada folia é de constrangimento, logo suplantado pela estranheza quando se constata que a performance acontece diante do campo de concentração de Auschwitz, onde morreram mais de 950 mil judeus. Mas é justamente ali, sob a inscrição de 5 metros em ferro forjado, de Arbeit Macht Frei (O Trabalho Liberta), que o jovial quinteto começa a cativar o espectador. À medida que o grupo leva o seu extravagante número para as locações seguintes – o campo da morte de Dachau, o gueto de Lodz, a sinagoga onde Hitler pretendia instalar o Museu da Raça Extinta – emerge algo inesperado, forte, comovente e definitivo. Emerge a vida.

A história por trás do vídeo é de uma grande simplicidade. O idoso se chama Adolek Kohn, tem 89 anos, mora na Austrália e é um dos sobreviventes dos fornos crematórios de Auschwitz. No verão passado, sua filha Jane Korman, uma artista plástica residente em Melbourne, convidou o pai para uma viagem com os netos à Polônia, terra dos ancestrais da família.

Foi de Jane a ideia de registrar em vídeo a singular celebração dançante de três gerações de Kohn. Hesitante no início, o patriarca Adolek vai se soltando ante a naturalidade dos netos e cede à alegria de estar vivo. Boné torto na cabeça, agasalho maior que o figurino e calçando um sensato par de sapatos ortopédicos, seus braços se erguem com alguma leveza e as pernas adquirem algum ritmo. Pé de valsa Adolek não é. A julgar pela cadência pouco garbosa do corpo, duvida-se que tenha deslizado por salões de dança na juventude, antes do horror. Ainda assim, no último minuto da gravação feita pela filha, ele pode ser visto com seus joelhos de octogenário dobrados, abrindo e fechando as pernas num clássico movimento do melhor charleston,
circa anos 20, em sintonia absoluta, senão com o ritmo, decerto com as palavras de Gloria Gaynor: “Eu tenho minha vida toda para viver/ Eu tenho meu amor todo para dar e/ Eu vou sobreviver, eu vou sobreviver!/ Hey! Hey!”

Hey! Hey!, de fato. “Escapei das cinzas e danço por estar aqui com meus netos que poderiam nem existir”, explica o ancião aos muitos que lhe perguntam se não considerava o vídeo ofensivo à memória dos judeus mortos.

Embora postado em janeiro, o clipe só se disseminou pela rede depois que grupos neonazistas o colocaram em seus websites no mês passado, acompanhado de comentários selvagens. “Vejam como os judeus continuam dançando por todos os cantos. Ainda não acabamos com eles. No próximo Holocausto não falharemos”, dizia um
post.

No início de julho, já em meio à febre, mais de meio milhão de visitantes procuraram os quatro minutos e meio de
I Will SurviveDancing in Auschwitz. Esse número só não foi maior porque o vídeo foi retirado do ar por exigência do órgão regulador de direitos autorais da Austrália. Junto à comunidade judaica, as imagens revolveram feridas que levarão bem mais do que três gerações para se aquietar. Críticas contundentes brotaram de todos os cantos. “É a banalização do horror”, escreveu Kamil Cwiok, de 86 anos, no próprio YouTube. “Não consigo ver nestas imagens qualquer homenagem aos milhões que morreram nem aos que escaparam com vida.” Michael Wolffsohn, um historiador alemão de Munique, qualificou o vídeo de “constrangedora autopromoção da artista”. Para o rabino Andreas Nachama, diretor de um museu judaico erguido sobre a antiga sede da Gestapo, em Berlim, o problema está na exibição pública do vídeo. “Se tivesse permanecido junto aos álbuns de fotografia da família, a questão sequer existiria”, sustenta ele.

A julgar pelo resultado das pesquisas feitas por jornais e sites que veicularam o clipe, a aprovação tem sido maior do que as críticas. Entre os leitores do
Los Angeles Times, a proporção é de dois para um. Entre os ouvintes da bbc, também. “Ninguém pode dizer a um sobrevivente como lidar com o seu passado”, disse o estudante alemão Falk Ebert, de Stuttgart, ecoando a opinião da maioria dos jovens. “Lamento não ter estado lá para poder dançar com eles. Sou grata por mostrarem que é possível libertar-se das amarras da Shoah”, sustentou uma filha de sobrevivente do Holocausto. “Espero que a próxima reunião de famílias resgatadas dos campos da morte seja em Auschwitz, e que todos nos vejam dançar.”

No verão de 1958, um cidadão americano teve ideia semelhante, só que ninguém filmou. Julius Henry Marx estava com 68 anos e fazia uma viagem pela Europa acompanhado da esposa, da filha de 11 anos e de dois amigos quando decidiu visitar Dornum, o vilarejo alemão em que nascera sua mãe. Chegando lá, descobriu que os nazistas haviam destruído o cemitério judeu local e apagado os registros de várias gerações arquivados na antiga sinagoga. Segundo relato da documentarista Judith Dwan, que participou daquela viagem e tinha 16 anos à época, Julius Marx ficou em silêncio. Sem indicar o que faria, alugou um carro e instruiu o motorista a levar o grupo até Berlim Oriental – mais precisamente, ao local do
bunker onde Hitler se suicidara em 30 de abril de 1945.

Chegando lá, viu-se diante de destroços que chegavam a 6 metros de altura. “Vestindo a boina que fazia parte do seu figurino, mas sem o indefectível charuto, ele escalou sozinho o morrote. Ao alcançar o topo, ficou imóvel. Em seguida, e sem esboçar qualquer sorriso, começou a dançar um frenético charleston. A cena durou um ou dois minutos. Ninguém aplaudiu. Ninguém riu”, conta a documentarista.

Naquele dia, Julius Henry foi apenas o filho da judia Minnie Schoenberg, não o genial, anárquico e brilhante comediante Grouxo Marx ”.
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9 de ago de 2010

Bombou na Web

Durante a OC Fair, feira agropecuária nos Estados Unidos, um repórter desastrado destruiu ao vivo uma escultura de gelo. Na entrevista, o escultor dizia que havia levado horas para chegar até aquele ponto. O repórter então resolveu olhar o objeto mais de perto, esbarrou e derrubou a escultura. O artista ficou indignado, e o repórter encerrou a reportagem totalmente embaraçado.


O jogador Sirakov, do Amkar, marcou um gol espetacular na 15ª rodada do campeonato russo. Ele deu um chutão numa bola praticamente perdida na linha de fundo. O goleiro Fredrikson, do Spartak Nalchik, não acreditou que ela poderia entrar e engoliu um frango. E nem pôde colocar a culpa na Jabulani.




O humorista Marcelo Adnet criou mais um hit da internet em seu programa, o Comédia MTV. Adnet e sua trupe reuniram os funks cariocas mais populares e fizeram uma série de paródias hilárias, usando os nomes de grandes pensadores, filósofos e artistas. Num dos versos, ele canta: Qual é a diferença entre Lutero e Kant? Um é iluminista. O outro, protestante. O nome do vídeo é Gaiola das Cabeçudas, em alusão ao grupo de funk carioca Gaiola das Popozudas.



Fonte: revista Época

ESTREIA
Filmado no Rio de Janeiro, Os Mercenários estreia nesta sexta-feira. Com argumento e realização de Sylvester Stallone, junta, além do grande impulsionador do projecto, outras estrelas, que fizeram carreira no cinema graças aos músculos e que estiveram, ontem, em Berlim, a promover o filme.
Jason Statham, Dolph Lundgren, Bruce Willis, Eric Roberts, Jet Li, Mickey Rourke e também Arnold Scharzenegger, afastado do cinema há seis anos, quase há tanto tempo como aquele em que é governador da Califórnia são as estrelas de “Os Mercenários”.
O filme conta a história de um grupo de mercenários contratado para se infiltrar num país sul-americano e derrubar do poder um ditador.

Ex-tenistas protestam após Lula

dizer que tênis é

esporte para burguês

Do UOL Esporte

Em São Paulo

A divulgação de um vídeo em que o presidente Lula afirma a um garoto que vá praticar natação por tênis ser um esporte de rico ao ser cobrado pela falta de acesso a um complexo esportivo no Rio de Janeiro causou a indignação de ex-tenistas brasileiros.

No vídeo, gravado pelo próprio garoto, que é morador de uma comunidade do Rio de Janeiro, Lula e o governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral discutem com o jovem.

“Por que você não treina, porra?”, indaga o presidente Lula ao garoto chamado Leandro, que respondeu não ter tênis no complexo esportivo.

“Mas tênis é esporte da burguesia, porra. Por que você não treina natação?”, completou Lula.

Em seu Twitter, o blogueiro do UOL Esporte e ex-tenista Fernando Meligeni se revoltou após assistir ao vídeo e rebateu as declarações de Lula por ter falado ao garoto para ir praticar outro esporte e chamar o tênis de “esporte de burguês”.

“Sei que vai repercutir. Mas que baita declaração infeliz do nosso presidente. Tênis é de burguesia? Deprimente declaração. Depois, quando os burgueses vencem torneios eles, políticos, não acham isso e querem sair na foto do lado. Desculpem, mas defendo meu esporte. Além de declarar, não deixa um menino ir atrás da sua vontade, sonho e diz para ele mudar de esporte. Deprimente exemplo. Deixe o menino sonhar”, escreveu Meligeni.

“Muitos meninos que não são burgueses venceram no tênis. Guga não era rico. Oncins, seu pai era cabeleireiro. Querem mais? Acho que ele deve um pedido de desculpas aos tenistas. Sei que é nosso presidente e lhe devo o maior respeito. Mas ele pisou na bola”, escreveu o blogueiro do UOL Esporte antes de ironizar.

“Uma pergunta simples. Eu quero fazer natação. Onde faço aqui em São Paulo sem pagar? No Rio Tiete? Rio Pinheiro? Ah, no parque Ibirapuera...”, completou.

Meligeni não foi o único a reclamar das declarações. A ex-tenista Vanessa Menga, que trabalha atualmente com seu instituto para ajudar crianças carentes a partir do tênis, também se indignou.

“É para deixar qualquer um de mal humor com essa declaração! Será que ele quer que eu enterre meu instituto e pare com os projetos sociais? Aí quando a gente ganha uma medalha, eles colocam a gente para andar de carro de bombeiro”, criticou Vanessa Menga.

8 de ago de 2010


Show de skate

Trailer do documentário Vida Sobre Rodas (Brasil - 2010), sobre a cena brasileira do skate, com depoimentos de atletas brasileiros e ídolos mundiais do skate como Bob Burnquist, Lincoln Ueda, Sandro Dias e Cristiano Mateus, que conseguiram colocar o país no topo das principais competições. Dirigido por Daniel Baccaro. Estreia no próximo mês.

Cabral chama menino de otário;

Lula teme a imprensa

O Globo

Um vídeo divulgado na internet mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), numa saia justa. Nas imagens, que teriam sido gravadas na inauguração de obras do PAC de Manguinhos do fim de maio de 2009, eles conversam com um garoto, que se apresenta como Leandro. O vídeo foi postado no site Youtube na sexta-feira e até a tarde deste sábado tinha 6.175 exibições.

A gravação começa com o adolescente dizendo a Lula que gostaria de ter um espaço para praticar tênis. O presidente responde que "tênis é esporte da burguesia" e sugere que ele pratique natação. O adolescente então reclama que a piscina do complexo esportivo local não abre nos fins de semana.

No trecho seguinte, Lula aparece se dirigindo a Cabral: "Se a imprensa vem aí no fim de semana e vê essa porra fechada, o prejuízo político vai ser infinitamente maior que colocar dois guardas aí". Na sequência, Leandro se queixa do barulho do veículo blindado da Polícia Militar, o Caveirão. Cabral pergunta se há o tráfico na comunidade e, ao ouvir a negativa do garoto, diz: "Deixa de ser otário, você está fazendo discurso de otário. Bota essa inteligência para estudar, sacana".

A gravação foi divulgada por Ricardo Gama, que postou também no Youtube uma entrevista com o Leandro, na qual o garoto conta que o governador o prometeu um notebook que nunca foi entregue. Ele diz que hoje tem 18 anos, mas que na época da gravação e da promessa ainda tinha 17.

Na conversa com Gama, Leandro diz que se sentiu humilhado pelo governador e chama Cabral de "171", artigo de lei que corresponde ao crime de estelionato.

O blogueiro pede para o adolescente deixar um recado para o governador, e ele diz: "Sérgio, você tem que parar de ser 71 (sic), você tá pior que os biriteiros. Só fala, fala e nada cumpre. Tem que cumprir sua promessa como governador aqui do meu estado do Rio de Janeiro e não falar palavra chula para o pessoal".

O blog de Gama tem uma série de outros posts em que ele ataca o governo de Cabral. Na página, ele pede votos ao candidato ao governo pelo PR, Fernando Peregrino.