4 de mai de 2012

Piada da Playboy

Um fanho ligou para a recepção do motel:
-Pode ver a minha conta?
- Três cervejas, duas águas e duas fodas.
-Ah, esse último item  o senhor resolve aí.
- É foda limonada, fua besta!

Veja tira proveito de atleta de time cearense


Com os times fora da elite do futebol brasileiro (Ceará na série B e o Fortaleza na D), o pebol cearense está também sem espaço na mídia nacional. Aliás, estava. Pois na edição da revista Veja desta semana, o futebol alencarino é tema de matéria, mas de forma inusitada. O jogador Aldré Mensalão, do Guarany de Sobral, é o entrevistado da seção Conversa, e sendo explorado,
exatamente por causa do apelido. A revista, diluindo o seu ranço contra o PT, aproveitou o alcunha do atleta para tirar casquinha do esquema de corrupção que envolve cardeais do partido. Perguntas capciosas como "Você é petista?" ou "Se alguém foi condenado no julgamento do Mensalão (que acontecerá até o meio deste ano),você vai mudar seu apelido para André Pizza"? Um escárnio e um exemplo de péssimo jornalismo, muito parecido com imprensa marron.
APELIDO
Segundo André Luiz Leão Lima, o apelido Mensalão surgiu quando o meia atuava pelo sub-15 do Ananindeua (time da região metropolitana de Belém), em 2005, quando aconteceu a denúncia do esquema de compra de votos de parlamentares, durante o primeiro Governo Lula, do PT. Como o jogador sempre ia treinar com camisas de campanha do partido, o apelido foi inevitável e acabou pegando.

3 de mai de 2012

Editora Assaré relança ‘‘O baú da gaiatice’’, clássico do humor cearense

O autor e sua obra
Há mais de 12 anos, num momento em que o Ceará já se projetava nacionalmente como terra de comediantes, o radialista, poeta popular e cartunista Arievaldo Viana escreveu o livro “Baú da Gaiatice”. Incluindo crônicas, anedotas e literatura de cordel. O livro foi lançado em noite festiva no Pirata Bar, no dia 21 de maio de 1999 e, de imediato, tornou-se um clássico do gênero, recebendo elogios de escritores, pesquisadores e jornalistas como Blanchard Girão, Barros Alves, B.C. Neto, Ribamar Lopes, Eleuda de Carvalho, Falcão, Tarcísio Matos e Juarez Leitão. A idéia foi sugerida pelo amigo Vescêncio Fernandes (in memorian) diretor da extinta revista Varal, onde parte do material do livro havia sido publicado.
Na época do lançamento, o Caderno 3 do Diário do Nordeste fez a seguinte observação: “Juntando crônicas que escrevia para jornais e revistas sindicais como a Pérola Negra do Sindicato dos Petroleiros, e para a própria Varal, Arievaldo observou que tudo isso poderia dar um livro. Não precisaria ir longe para encontrar ilustrações bem apropriadas ao contexto das histórias. Contou com o apoio de seu irmão e artista plástico Klévisson, de Jefferson Portela e também deu suas próprias pinceladas, já que trabalha há alguns anos nesta área.”
Um dos grandes méritos da obra foi trazer a tona, de forma pioneira, ‘causos’ de personagens até então anônimos, porém interessantíssimos. É o caso do personagem “Broca da Silveira”, um cara cheio de espertezas que dribla sua condição de nordestino, pobre e semi-analfabeto, para conseguir o que quer. Foi preso e subornou o médico da penitenciária lá de São Paulo para lhe dar um medicamento que ficasse como um morto. Conseguiu, então, embarcar numa urna “funerária” de volta ao seu Nordeste. “A história dele é um misto de 50% de realidade e 50% de fantasia”, afirmava Arievaldo, na matéria publicada em 1999 pelo DN. Além do já citado Broca da Silveira, desfilam também pelas páginas do Baú o irreverente Zuca Idelfonso, o irriquieto boiadeiro Zé Adauto Bernardino e o profeta matuto Zé Freire, autor de uma curiosa oração para arranjar um magote de mulher. O autor conta que numa temporada em Canindé, costumava se embrenhar sertão adentro ou mesmo palestrar nos bares da cidade na companhia do poeta e boêmio Pedro Paulo Paulino. Munidos de papel e caneta e às vezes de um note-book, os dois observavam aquelas figuras bem características. Quando ouviam alguma história interessante, passavam para o papel ou para o computador. Assim, foi ampliando o material para a publicação do livro.
O terceiro capítulo é totalmente dedicado a Literatura de Cordel, o grande forte de Arievaldo, considerado atualmente um dos maiores expoentes desse gênero. O escritor apresenta seus próprios cordéis e outros de parcerias com Jota Batista, Pedro Paulo Paulino, Klévisson Viana e Sílvio Roberto Santos. Também trabalham temas atuais como a clonagem da ovelha Dolly, o encontro de Fernando Henrique Cardoso com Pedro Álvares Cabral nos 500 anos de descobrimento, a história de um poeta que adquiriu uma boneca inflável e até mesmo uma sátira intitulada “Descaminhos das Índias ou o Indiano que casou com uma cachorra”, incluída especialmente na terceira edição da obra.
UM POUCO DA TRAJETÓRIA DO AUTOR
 Arievaldo Viana nasceu no Sertão Central do Ceará, em setembro de 1967. Desenha e escreve cordéis desde a infância. Atuou também como radialista de 1985 a 92. Trabalhava em Canindé, fazendo um quadro humorístico com personagens criados por ele, como Salustiano e dona Filismina. Em 1992, veio para a capital e integrou a equipe da Rádio Cidade e também na extinta TV Manchete, onde criou e apresentou o humorístico “Jornal da Caatinga”, em parceria com Cícero Lúcio e direção de Marcos Belmino, o saudoso “Ponhonhón”. Como escritor e poeta  publicou contribuições em diversos jornais e revistas, como Varal, Singular, Pérola Negra e atualmente na Nordeste Vinteum, onde mantém a coluna “Sala de Reboco”, relembrando fatos da vida e da obra de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião. Atua no movimento sindical como chargista e ilustrador desde 1993. É o criador do projeto Acorda Cordel na Sala de Aula, responsável pelo reconhecimento da literatura de cordel como gênero literário indispensável ao ensino, já apresentado através de oficinas e palestras em diversos estados do Brasil. Como escritor, Arievaldo Viana tem mais de 100 folhetos de cordel já publicados e quase duas dezenas de livros pelas maiores editoras do país: FTD, Cortez, Editora Globo, Planeta Jovem, Editora IMEPH, Demócrito Rocha, Armazém da Leitura e Nova Alexandria.
O QUE DISSERAM DA OBRA
“O Baú da Gaiatice” é um livro sério, mesmo tendo como objetivo fundamental divertir e provocar o riso. É que espelha, com denodo e perícia, essa faceta esplêndida da alma cearense de zombar das trapaças da sorte, se divertir em frente da desdita e, mesmo no meio da noite mais tenebrosa, transportar em sua essência anímica os raios incandescentes da aurora.” 
(Juarez Leitão, escritor)
“Arievaldo Viana é um “velho” poeta popular de trinta e três anos. Velho pela maturidade de seus versos, pelo muito que tem observado, acumulado e repassado em termos de cultura popular. Seu gosto pelo popular, despertado desde cedo - ainda criança - foi caldeado e sedimentado em Quixeramobim e Canindé, no telurismo desses dois territórios mágicos. As muitas leituras de folhetos, na infância, as muitas noites no “sereno” de cantorias, imprimiram-lhe na alma o gosto pelo estilo dos bons tempos - do tempo dos grandes poetas do cordel, sem contudo pretender imitá-los. É fecundo. Jovem (um “velho” poeta de trinta e três anos), é autor de várias dezenas de folhetos. Respira, vive poesia popular. Como poeta popular, poder-se-ia dizer que sofre de incontinência poética.”
(Ribamar Lopes, poeta e pesquisador da poesia popular, em dezembro de 2000)
“Se alguns resquícios etílicos ainda me afetavam o fígado, foram definitivamente curados. Tudo por conta do "Baú da Gaiatice", de Arievaldo Viana, que lí de uma tirada só no último fim-de-semana. Ri a bandeiras despregadas com os "causos" colhidos no filão riquíssimo da cultura popular em suas diversas vertentes, a sertaneja, em primeiro lugar, a suburbana e a anedótica nascida nos meios mais intelectualizados. Tudo seria vulgar não fosse a capacidade própria de Arievaldo no saber contar, dando a cada estória o seu toque pessoal, a sua graça de humorista.”
Blanchard Girão, jornal O ESTADO, junho de 1999)

SERVIÇO:

O Baú da Gaitice, 3ª Edição
Editora Assaré / Prêmius
220 páginas ilustradas
Preço de capa: R$ 25,00

Preço especial de lançamento: R$ 20,00
JOSÉ MARIA BARROS DE PINHO
Morrer não é nada, é terminar de nascer/ Cyrano de Bergerac.
O Clube do Bode não acredita na morte do poeta  BARROS PINHO,
entretanto, comunica a todos os caprinos que se associa com a celebração a ser realizada na MISSA 7º DIA.
 PARÓQUIA SÃO VICENTE DE PAULO
 AV.: DESEMBARGADOR MOREIRA, 2211 - DIONÍSIO TORRES
 SEXTA, DIA 04.05 ÀS 20:00 H

1 de mai de 2012

Chaplin atual

Como continua atual uma das  obras primas de Charles Chaplin, Tempos Modernos - Modern Times -, diante do processo de automação, cada vez veloz, com a máquina tomando o lugar do homem. Filme de 1936, apresenta o "Vagabundo" , famoso personagem de Chaplin, tentando sobreviver em meio ao mundo moderno e industrializado.
A obra é considerada uma forte crítica ao capitalismo, militarismo, liberalismo, conservadorismo, stalinismo, fascismo, nazismo e imperialismo, bem como uma crítica aos maus tratos que os empregados passaram a receber depois da Revolução Industrial.
Vejam o trecho mais famoso de Tempos Modernos, o "Vagabundo" trabalhando:

Logo do Google homenageia Dia do Trabalhador


O Doodle, logo do Google exibido nas páginas de buscas, exibe hoje uma arte em homenagem ao dia 1º de maio, data em que se comemora o dia do trabalhador.
A data, comemorada em vários países do mundo, foi criada para homenagear uma manifestação que aconteceu em Chicago, nos Estados Unidos, no primeiro dia de maio de 1886. Na ocasião, trabalhadores se reuniram para pedir uma jornada de trabalho de oito horas e melhores condições nas fábricas. O evento persistiu por alguns dias e acabou em uma greve geral e na morte de alguns manifestantes.
Os trabalhadores brasileiros comemoram a data desde 1896. O governo, contudo, só reconheceu a data em 1925, quando a tornou um feriado nacional.
Charge - Izânio

30 de abr de 2012

Deu no Kibeloco

Pérolas do Enem 2011

O Uol criou ilustrações para mostrar algumas pérolas colhidas na redação do  Enem 2011.  Vejam o nível da moçada.

Gandulas roubam a cena em Porto Alegre e no Rio de Janeiro

No Campeonato Carioca, reposição rápida de lateral, que resultou em gol do Botafogo. No Rio Grande do Sul, Vanderlei Luxemburgo discutiu com um gandula, e foi expulso do Gre-Nal.

Vexame ou armação?

Durante gravação do Programa Silvio Santos que foi ao ar no dia 29 de abril de 2012, Silvio Santos deixou a calça cair.

29 de abr de 2012

Bombou na web nesta semana

Uma repórter do Paraná se aproximou da notícia de forma muito perigosa.Comerciantes chamaram a equipe de TV para denunciar o ataque de abelhas em uma árvore ´próxima. Ela chega a tocar na árvore
para mostrar as abelhas e acaba sendo picada.


O vídeo do bichinho mais visto na semana é de um sapo. Dura 30 segundos e ele não faz nada. Apenas aparece na plataforma de madeira, quieto. O espantoso é que ele parece uma pessoa, sentado, com uma expressão de quem pensa na vida. O referido vídeo foi visto no You Tube mais de 5 milhoes de vezes.



Uma empresa de alimentos e higiene fez um vídeo emocionante sobre as Olimpíada de Londres, 2012, chamado "O trabalho mais difícil do mundo". Eles encenam o empenho das mães na criação dos campeões - e o abraço de satisfação após a conquista


Fonte: revista Época