30 de jul de 2011

Um belo e educativo exemplo de cidadania
Quem disse que internet é terra de ninguém, onde todo mundo diz o que quer, calunia a torto e a direito sem o mínimo constrangimento, pensando que fica impune? E o pior de tudo no anonimato. O jornalista Geneton Moraes Neto deu um belo exemplo de levar às barras da Justiça um indivíduo que o caluniou, postando no Twitter mentiras contra o renomado profissional.
Vejam na íntegra  o caso contado pelo próprio Geneton em seu blog:
"Guardei silêncio durante dez meses sobre uma ofensa intolerável que me foi feita no Twitter, um dos territórios livres da Internet. Eu poderia sair atirando petardos virtuais contra quem me agrediu, mas preferi recorrer à Justiça. Queria criar um precedente que considero importante: não, ninguém pode usar a Internet ( nem que seja um mero tweet – uma frase de míseros 140 caracteres) para atacar os outros impunemente. Não pode. No pasarán

A boa notícia é que a Justiça, afinal, se pronunciou – a meu favor. Respiro aliviado. Fiz a minha parte: queria provar que não, Internet não é lixeira. Se alguém escreve um absurdo  ( não importa que seja numa página lida por três gatos pingados ) , deve responder por ele. Por que não ? Eu não poderia ficar calado.
Resolvi adotar como  lema o verso bonito de “Consolo na Praia”, aquele poema de Carlos Drummond de Andrade : “À sombra do mundo errado, murmuraste um protesto tímido”. É o que tentei fazer – em 99% dos casos, sem qualquer resultado.  Neste caso, ao murmurar meu “protesto tímido”, tentei, na verdade, defender o bom Jornalismo na selva da Internet. O bom Jornalismo ! Tão simples: é aquele que, entre outras virtudes, não comete calúnia nem injúria nem difamação. Diante do pronunciamento da Justiça,  tive vontade de gritar: é gol !  O Jornalismo venceu. 
Pequeno esclarecimento aos caríssimos ouvintes :  ao contrário do que o grito de gol imaginário possa sugerir, minha relação com o Jornalismo é profundamente acidentada. Detalhes no final do texto (*) 
O fato de me julgar um perfeito alienígena no Planeta Jornalismo não me impede de defender o Jornalismo na hora em que as tropas inimigas se aproximam. Bem ou mal, é a atividade que, já por tanto tempo, consome minhas parcas energias. Lá vou eu, então, para a Sala de Justiça.
A Internet é a maior invenção dos últimos séculos ? É provável que seja. Quem imaginaria a vida sem um terminal de computador ? Quase ninguém. Hoje, qualquer um pode criar, em um minuto, uma conta no Twitter ou no Facebook ou no Orkut ou num hospedeiro de blogs para se manifestar sobre o que bem entender. Em questão de segundos, qualquer texto, qualquer imagem, qualquer frase,qualquer pensamento podem ser replicados incontáveis vezes. Eis a oitava maravilha do mundo!  
Em meio a tantas maravilhas, uma dúvida vibra no ar : que proteção existe contra o internauta que usa o Twitter, por exemplo, para atingir a honra alheia ?  Agora, posso dizer: a Justiça. Há uma dificuldade: nem sempre é fácil localizar o autor da ofensa. A autoridade judiciária me disse  – com razão – que a Justiça talvez não tenha como localizar e intimar um agressor que se esconde sob pseudônimo na imensa floresta da Internet.  Se o autor é “encontrável”, pode acabar “nas barras dos tribunais”, como se dizia.
Em resumo: abri um processo por calúnia, injúria e difamação contra o autor de um comentário ofensivo publicado no Twitter. O que dizia o comentário estúpido ? Que eu simplesmente tinha “roubado” de um trabalho de conclusão de curso de alunos  de Jornalismo as perguntas que fiz a Geraldo Vandré, o compositor que resolvera quebrar o silêncio depois de passar trinta e sete anos sem dar entrevista para TV. É óbvio que, diante da chance raríssima, fui – voando – ao encontro do enigmático Vandré. Que jornalista não teria a curiosidade de ouvir um grande nome que sumira do mapa por tanto tempo ? Mas a última coisa que eu faria, na vida, seria “roubar”  perguntas de quem quer que seja. 
 A entrevista foi ao ar na Globonews, em setembro de 2010 ( aqui, o link para o vídeo completo:  http://goo.gl/qp4v7 ). Diante da ofensa publicada no Twitter, parti para a briga. O juiz remeteu o processo ao Ministério Público. O passo seguinte: uma audiência preliminar no Quarto Juizado Especial Criminal, no Leblon, às 14:45 da terça-feira, vinte e seis de julho do ano da graça de 2011.
 Não tinha sido difícil achar o autor da ofensa publicada no Twitter: é um jornalista que trabalha numa emissora de rádio importante de São Paulo. Imagino que tenha poucos anos de formado. Salvo algum desvio, deverá ter uma carreira pela frente. Vou, aqui, ter um gesto de “magnanimidade” que o autor da agressão não teve para comigo:  não vou citar nomes, para não prejudicá-lo nem deixar rastros na Internet. Idem com a mulher que repetiu a ofensa e chamou a entrevista de “farsa” num comentário enviado a um site ( neste caso, a dificuldade citada pela autoridade judiciária se confirmou: não foi possível localizá-la). Também não vou citar, aqui, o nome desta pobre coitada. Tenho perfeita noção de como funciona este circo: qualquer referência que “caia na rede”  virá sempre à tona a cada vez que alguém fizer uma busca no Google… 
A citação dos nomes envolvidos no processo 0336624-21.2010.8.19.0001, em última instância, nem é indispensável. O que vale, neste caso, é o exemplo, a situação, a tentativa ( bem sucedida !) de abrir um precedente.
Chegou a hora da audiência. O sistema de alto-falantes do Quarto Juizado Especial Criminal chama os envolvidos no caso. Sou citado como vítima. Dentro da sala, o clima era de constrangimento absoluto. O autor da agressão no Twitter tinha vindo de São Paulo, acompanhado de um advogado : estava sentado do outro lado da mesa, diante de mim.  Ao meu lado, estava o advogado Marcelo Alfradique.  
Sem falsa modéstia, sou um orador que, num julgamento generoso, poderia se situar na tênue fronteira entre o ruim e o péssimo. Não me arriscaria a falar de improviso, mas não queria de maneira alguma  perder a chance de marcar posição. Rabisquei, então, o que eu gostaria de dizer diante de uma autoridade da Justiça e de quem usou o Twitter para cometer uma agressão intolerável.
Pedi a palavra. Já engoli sapos monumentais, gigantescos, monstruosos ao longo da vida. Mas, ali, era hora de soltar os cachorros:
“Quero dizer que, para mim, o fato de estar aqui é constrangedor. É a primeira vez que processo alguém. Fiz questão absoluta de recorrer à Justiça porque somente a Justiça poderia dar uma lição que me parece indispensável : ninguém pode usar impunemente a Internet para escrever o que quiser e agredir a honra alheia. Uma das obrigações do jornalista é usar as palavras com toda precisão possível. Se escrevo que alguém “roubou” alguma coisa, eu o estou chamando de “ladrão”. Ponto. Quem comete uma farsa é um farsante. Ponto. Fui chamado – portanto – de  ladrão e farsante pelo crime de ter feito uma entrevista com Geraldo Vandré!  O caso é tão absurdo que nem vale a pena entrar em detalhes”.
“O que aconteceu ? Uma jornalista me enviou um trabalho de conclusão de curso sobre Geraldo Vandré. Meses depois, fui escalado, às pressas, na TV, para gravar uma entrevista com ele.  A produtora Mariana Filgueiras conseguira marcar uma entrevista com Vandré, no dia em que ele completava setenta e cinco anos de idade. Eu nem tinha lido o trabalho enviado pela estudante, por pura falta de tempo. Todo o mérito da obtenção da entrevista com Vandré, aliás, cabe à produtora, algo que digo com toda clareza no  texto do programa. A produtora, igualmente, não tinha lido o trabalho”.
“Quando a entrevista foi ao ar, na Globonews, fui acusado publicamente – ou seja: através da Internet – de ter “roubado” as perguntas do trabalho escolar que me fora enviado. Como se, depois de quase quarenta anos de profissão, eu precisasse recorrer a um trabalho escolar para fazer as perguntas de uma entrevista ! Comecei a trabalhar cedo, aos dezesseis anos de idade, em 1972. Perdi a conta das entrevistas que fiz – com presidentes da República, políticos, artistas, escritores, atletas, gente anônima e famosa, aqui e no exterior. Nunca – repito: nunca, jamais, em tempo algum – fui acusado de falta de ética ou de imprecisão ou de “roubar” o que quer que seja”.
“Não quero fazer bravatas. Mas agora, diante de uma autoridade, nesta sala de Justiça, quero declarar oficialmente o seguinte : se o autor da agressão provar que “roubei” perguntas seja de quem for, ao longo desses trinta e nove anos de profissão, eu assino um documento legal transferindo para ele tudo o que eu vier a receber como pagamento por minha atividade profissional de hoje até o fim da minha vida. Isso não é uma bravata. É um compromisso”. 
“Fui chamado – em público – de ladrão e farsante. Fiquei em silêncio até agora. Não escrevi nada sobre o ataque porque preferi aguardar a palavra da Justiça. Se eu chamasse publicamente os autores da agressão de “ladrões da honra alheia”, estaria usando a mesmíssima arma que usaram contra mim, irresponsavelmente. Não”.
“Para ilustrar o absurdo da situação : em 2005, como editor-chefe da revista Almanaque Fantástico, publiquei uma reportagem sobre Geraldo Vandré, escrita por um colega de redação, Alberto Villas. Se eu quisesse cometer uma ignomínia igual à que foi cometida contra mim, eu poderia acusar os autores do trabalho de escolar de terem “roubado” a pauta da revista do Fantástico. Mas eu não seria tão estúpido”.
“Uma ofensa cometida na Internet se multiplica rapidamente. Depois da publicação da ofensa no Twitter, “x” – que não conheço – escreveu numa caixa de comentários de um site o seguinte: “Existe um livro do qual o repórter está de posse e do qual foram “sugadas” as perguntas”. Logo depois, um ex-cineasta chamado “x”  insinuou, com ironia, que minha entrevista foi “inspirada” no trabalho dos alunos….Ou seja: repassaram a calúnia” ( aqui, omito nomes)
“Isso virou ponto de honra para mim ! Faço questão absoluta de que os autores da ofensa provem que sou ladrão de perguntas e farsante. O patrimônio profissional mais valioso que um jornalista pode obter é a credibilidade. Isso é conquistado em anos, anos e anos de trabalho duro e dedicação. É uma questão de caráter, também. Não posso aceitar, sob hipótese alguma, que algo conquistado com tanto esforço, com tantas madrugadas de trabalho, com tantos fins de semana  – em que eu deveria estar convivendo com meus filhos - seja atacado de maneira tão irresponsável. Não, não e não. Não me interessam desculpas. Não, não e não. Não me interessam recompensas financeiras. Não, não e não. Se houver, que seja doada à escola mais necessitada do sertão do Piauí ou à creche mais pobre da Favela da Rocinha”.
“A única coisa que, sinceramente, espero é que a Justiça mostre, a todos os blogueiros, a todos os twitteiros, a todos os internautas – a mim, inclusive -  que abusos deste tipo não podem ser cometidos, impunemente, via Internet – que corre o risco de virar Terra de Ninguém. Não, não e não”.  
O autor da ofensa ouviu tudo calado. Não disse uma palavra sequer. Só deu uma “justificativa”, no início da audiência: disse que tinha escrito o tweet em “solidariedade”  à amiga que me enviara o malfadado trabalho de conclusão de curso sobre Geraldo Vandré. A Justiça se pronunciou. Desta vez, quem recebeu solidariedade fui eu.
Uma alternativa me foi oferecida: se eu não quisesse dar o caso por encerrado ali, poderia levar o processo adiante, para a esfera criminal. Em suma: poderia pedir uma indenização pela injúria, pela calúnia, pela difamação. Preferi dar o caso por encerrado, porque, na prática, já tinha conseguido o que queria: uma demonstração de que, no território livre da Internet,  ninguém pode escrever, impunemente, contra a honra alheia. 
Pelo menos neste caso, pude ver que nem sempre a Internet nem sempre é terra de ninguém. Twitter não é lixeira : é um meio de comunicação importante. Idem com o Facebook, o Orkut, os blogs – e todas as outras plataformas. O que se escreve ali pode ter consequência. Devem ser usados, portanto, com responsabilidade.
Preferi não prolongar o trabalho que estava dando à Justiça – que, como se sabe, já vive sobrecarregada. Dei-me por satisfeito.
A autoridade determinou que o autor da ofensa no Twitter prestasse vinte horas de serviço comunitário numa das instituições cadastradas no Quarto Juizado Especial Criminal – ou então fizesse um pagamento que, a bem da verdade, me pareceu simbólico: seiscentos reais. O dinheiro é recolhido pela Justiça e repassado a uma das instituições habilitadas para receber a ajuda. Detalhe: nestes próximos cinco anos, caso reincida, o autor já não poderá dispor do benefício da “transação penal” ( ou seja: uma espécie de acordo que susta a evolução do processo, como aconteceu agora ).
Terminei mostrando que agressão infundada e gratuita – ainda que seja cometida no espaço ínfimo dos 140 caracteres de um tweet, numa página com poucos seguidores – pode levar o autor a enfrentar o constrangimento de ouvir, diante de uma autoridade, palavras que ele certamente não gostaria de ter ouvido. Se  pudesse escolher, eu não gostaria de ter dito. Mas, ali, eu não tinha escolha.  Era “ponto de honra” : eu confiava que a Justiça iria criar um precedente.
Atenção, todos os carros; atenção, twitteiros, facebookeiros, blogueiros, orkuteiros : a tribuna da Internet é livre, mas, quando forem escrever, meçam as palavras, como fazem jornalistas responsáveis. Ou então tratem de ir preparando os cheques : as instituições de caridade cadastradas na Justiça vão agradecer penhoradamente a ajuda, ainda que forçada.
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(*) Ah, sim: como eu ia dizendo antes de ser interrompido pela narração de minha incursão pelos corredores da Justiça, minha relação com esta joça popularmente conhecida como Jornalismo é acidentada. Meu demônio da guarda me sopra de meia em meia hora, ao pé do meu ouvido esquerdo : “Get out ! Get Out ! Get out ! Bata em retirada! Baixe a cortina! O Jornalismo não é , nem de longe, o que você pensava quando chegou numa redação aos dezesseis anos de idade ! Você era um inocente imberbe, achava que fazer Jornalismo era simplesmente contar da maneira mais atraente possível o que você tinha visto e ouvido na rua, era descobrir personagens  fascinantes que ninguém conhecia, era se esforçar para fazer as perguntas certas na hora certa a anônimos ou famosos, era tentar retratar da maneira mais fiel a Grande Marcha dos Acontecimentos, era olhar a vida como se fosse uma criança que estivesse vendo tudo pela primeira vez, era devorar todos os jornais e revistas que lhe caíam nas mãos para aprender com quem sabia fazer, era não deixar jamais que o veneno do engajamento político contaminasse o exercício da profissão, era ler e reler os textos dos mestres, era ter a certeza de que não existe assunto desinteressante: o que existe é jornalista desinteressado.  Quá-quá-quá ! Deixe de ser estupidamente ingênuo!  Jornalistas de verdade jogam notícia no lixo; criam dificuldade para tudo; apostam na mesmice mais cinzenta; deixam de publicar uma história interessante porque “a concorrência já deu”;  fazem Jornalismo pensando nos outros jornalistas, não no público; pontificam sobre todos os temas do Universo; participam de campeonatos de vaidade; escorregam na autorreferência obssessiva, na pretensão descabida, no egocentrismo delirante, no exibicionismo vulgar.  Os jornalistas estúpidos, feito você, acham que é tudo um absurdo indefensável. Para que, então, prolongar este equívoco ?  Get out ! Get out! Get out !  Mas você não me obedece. Você, bobo, tenta preservar os sinais vitais do menino ingênuo que, lá atrás, apostou no Jornalismo. Você sabe que a tentativa é rigorosamente inútil, mas é a única coisa a fazer. Continue tentando, então. Pode ser divertido  ! “ . Depois de me soprar estas palavras, num ritual que se repete há anos, meu Demônio da Guarda se recolhe, sorridente, porque tem certeza de uma coisa : quase nunca eu o obedeço, mas, no fundo, sei que ele tem toda razão ).


29 de jul de 2011

“Não foi bem aquela a minha resposta”.
 Sandy critica matéria da Playboy
Sandy como musa de camarote de cerveja no carnaval, após o qual começou a dar declarações polêmicas a revistas


Sentindo-se desconfortável com a repercussão de sua entrevista concedida à revista Playboy, a cantora Sandy Leah desmentiu em seu perfil no Twitter, nesta quinta-feira (28/7), a afirmação creditada a ela pela revista, de que teria dito que seria possível ter prazer com sexo anal.  “Não foi bem aquela a minha resposta. Mas, tá valendo a brincadeira... rs... Eu nunca falei e não falo detalhes sobre minha vida sexual”, escreveu. 
A entrevista será publicada na edição de agosto da revista masculina, que terá como capa a apresentadora Adriane Galisteu.
Casamento
O marido de Sandy, o músico Lucas Lima, ficou surpreso ao entrar no Twitter e ver a polêmica que a entrevista feita com a esposa causara: "Bah, agora que vi os TT's !!!! Muhauahuahuahuahauhua!!!! Cheguei aqui na maior inocência!!!!!!!"
Em seguida, o músico publicou um vídeo em sua página no microblog que tem sido considerado como vírus por sites de comunicação. Ele no entanto, desmente as informações: “O @siteEgo acha que #rickroll é virus. Tá sabendo bem...”.
Fonte: Comunique-se




28 de jul de 2011


CINE SINGULAR – O curta do dia
A Vermelha Luz do Bandido
Sinopse
Documentário-Radialístico-Científico-Experimental que presta tributo ao filme "O Bandido da Luz Vermelha" de Rogério Sganzerla, realizado em 1968, e busca dentro do mesmo uma identidade própria. Além de refletir sobre a indústria cinematográfica brasileira.
Gênero: Documentário, Experimental
 Diretor: Pedro Jorge
 Elenco: Brian Penido Ross, Mariana Jorge, Orson Welles, Renato Jakaré e Seu Jorge
 Ano: 2009
 Local de Produção: SP
 Ficha Técnica
Produção Thaise Oliveira Fotografia Bruno Risas Rodriguez Roteiro Pedro Jorge Som Direto Lucas Hungria Direção de Arte Thaise Oliveira Edição de som Pedro Jorge Câmera Bruno Risas Rodriguez Produção Executiva Mariana Jorge, Tuta Jorge, Tânia Marcondes, Luiz Adriano D`Aminello Assistente de Produção Eduardo Lopes Assistente de Fotografia Vivien Weber Mixagem Conrado Vidal Microfonista Rafael Oriente Realização Universidade Anhembi Morumbi e Cafuné Produções Montagem Pedro Jorge Eletricista Fabiano Moura Assistente de elétrica Vivien Weber Música Paulo Kishimoto Escola Produtora Universidade Anhembi Morumbi Trilha Sonora Paulo Kishimoto Colaboração na Montagem Gaspar Jr. Coordenador de produção Francine Barbosa e Ísis Flores Desenho de Som Pedro Jorge Design Gráfico Diogo Hayashi, Gaspar Jr. Orientação André Gatti "O Eterno Guru"   
  Prêmios
Melhor Documentário no Cameramundo Independent Film Festival 2009
Menção Honrosa no Festival de Atibaia Internacional do Audiovisual 2011
Melhor Documentário no Festival Manuel Padeiro de Cinema e Animação 2009
Melhor Documentário no Curta-se - Festival Luso-Brasileiro de Curtas Metragens de Sergipe 2009
Melhor Curta no Festival de Cinema na Floresta 2010
3º Melhor Documentário no Festvídeo de Teresina 2009
Melhor Concepção Sonora no Primeiro Plano - Festival de Cinema de Juiz de Fora 2009
Melhor Experimentação de Linguagem no Cine MuBE Vitrine 2010
Melhor Montagem no Curta Cabo Frio 2009
Melhor Trilha Sonora no Curta Cabo Frio 2009
Melhor Montagem no Curta Neblina - Festival Latino Americano de Curtas de Paranapiacaba 2010
Melhor Montagem no Festival de Cinema de Triunfo 2009
Prêmio do Júri Popular no Festival Brasileiro de Cinema Universitário 2009
Melhor Documentário no Mostra Miau 2009
Melhor Experimentação de Linguagem no Perro Loco 2009   
  Festivais
CineEsquemaNovo - Festival de Cinema de Porto Alegre 2009
CineSul 2009
Festival Internacional de Cinema Jovem 2011
Gramado Cine Vídeo 2009
Mostra do Audiovisual Paulista 2010
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo 2009
Vitória Cine Vídeo 2009
Curta Taquary 2009
FestCine Amazônia 2009
FestCine Maringá 2009
Festival de Cinema de Varginha 2009
Festival de Jericoacoara Cinema Digital 2010
Festival Internacional de Cinema de Itu 2009
Mostra Audiovisual de Cambuquira 2009
Ocupação Rogério Sganzerla no Itaú Cultural em São Paulo 2010
Santa Maria Vídeo e Cinema 2009
TRASH - Mostra Goiana de Filmes Independentes 2010
Cineme-SE 2009
CinePel - Festival Internacional de Cinema da Cidade de Pelotas 2009
Curta Carajás - Festival de Cinema de Parauapebas 2009
Mostra Curta Audiovisual de Campinas 2009
Mostra Marginalia no SESC de Campinas 2010
Mostra Outros Cinemas 2009
Um Novo Olhar - Festival de Cinema de Riberão Pires 2010
Vale Curtas 2009
Verão Arte Contemporânea em Belo Horizonte - Mostra de Cinema Cultura 2010
Feia - Festival do Instituto de Artes da Unicamp 2009

A descoberta da vida
 Vencedor da Palma de Ouro, no recente Festival de Cannes, A Árvore da Vida chega ao Brasil. O filme acompanha o crescimento do filho mais velho de uma família americana, no foco da relação entre pai e filho, em busca do conhecimento de ambos, numa tentativa de se descobrirem, em busca da conciliação e de perdão.
Elenco: Brad Pitt, Sean Penn, Joanna Going, Fiona Shaw, Pell James, Crystal Mantecon, Jessica Chastain, Lisa Marie Newmyer, Jennifer Sipes, Tamara Jolaine, Jackson Hurst.
Direção: Terrence Malick
Gênero: Drama 

Deu no Kibe Loco
SANTOS E MILAGRES
Da série “Posts Proféticos Revisitados”…
Não entendeu? Assiste aí embaixo…
Parabéns, Elano.

27 de jul de 2011

Escolha a musa
Ganhe um carro zero quilômetro, votando na Musa da cerveja Cintra. Basta você escolher a mulher preferida entre as candidatas. Para votar, é preciso cadastrar o código inserido nos anéis das latas e nas tampas das garrafas da cerveja.
Veja o marketing do concurso, se aprofunde no regulamento e nos encantos das candidatas:
Deu no You Tube
Repórter da afiliada da Globo, no Espírito Santo, faz um teste ao vivo com sacola oxibiodegradável e o resultado é esse...
Solidão no Facebook misturada com cerveja
Genial imitação de Marcelo Adnet no programa Comédia MTV: "Adnaldo Jabor".
Sessão
Sem saudade do João Kléber
João Kléber está de volta à televisão brasileira, depois de passar um tempão desaparecido do vídeo brasileiro. E volta em “grande estilo” como líder (fazendeiro) em  A Fazenda.
Relembrando João Kléber no seu antigo programa na Rede TV

26 de jul de 2011


CINE SINGULAR – O curta do dia
BMW Vermelho
Sinopse
 Uma família humilde recebe um verdadeiro presente de grego: um carro de luxo, que não pode ser vendido por dois anos. Para piorar a situação, ninguém sabe dirigir. O tempo passa, e o automóvel acaba tendo usos bastante inusitados...
Gênero :Ficção
 Diretores: Edu Ramos e Reinaldo Pinheiro
 Elenco: Denise Weinberg, Gabriel Priolli e Otávio Augusto
 Ano; 2000
 Local de Produção: SP
  Ficha Técnica
Produção Irivan Filho Fotografia Fernando Nunes Roteiro Reinaldo Pinheiro e Edu Ramos Edição Edu Ramos e Frederico Ricci Som Direto Alfredo Guerra Direção de Arte Silvia Pasta   
  Prêmios
 Melhor Direção de Arte no Festival de Gramado 2000   
 
Só faltava essa! 
Vejam o que recebi, via e-mail, do meu amigo Nirez:
Atenção quando comprar água mineral em garrafinha nos sinais.
Aviso de utilidade pública
 
 Fiquem ligados!!!

O Paulo Oliveira (Rádio Verdes Mares - AM) deu hoje (11.05.2011) uma notícia sinistra. A notícia era sobre uma mulher que comprou uma garrafa de água em um sinal de trânsito, em Frente a Reitoria da UFC - Avenida da Universidade. Logo após beber a água a mulher começou a sentir-se mal e só lembra de ter acordado sem o carro obviamente.Uma pessoa vende a água e uma moto segue o comprador para socorrer a vítima e levar o carro.A água foi analisada e constataram que continha um anestésico de uso veterinário. É mole?ATENÇÃO, não compre nada de vendedores em sinais e engarrafamentos.

Divulgue para todos os seu familiares, amigos, pois afinal de contas, essa prática pode estar acontecendo em outras Cidades e Municípios do Brasil.





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25 de jul de 2011

Capitão América – o primeiro vingador
Estreia na próxima sexta-feira

Sinopse
Título original: (Captain America)
Direção: Albert Pyun
Atores: Matt Salinger, Ronny Cox, Scott Paulin, Ned Beatty.
Duração: 103 min
Gênero: Aventura
Depois de não conseguir ingressar nas forças armadas, Steve Rogers se voluntaria para uma secreta pesquisa que o transforma em Capitão América, um super-herói destinado a defender os ideais norte-americanos. Durante a 2ª Guerra Mundial o americano Steve Rogers (Matt Salinger) se submete a uma experiência comandada por Therese Vaselli (Carla Cassola), uma cientista que fugiu da Itália por não aceitar os "métodos" utilizados. Steve se torna um super soldado, surgindo o Capitão América. Entretanto Vaselli é morta e o segredo de transformar um simples humano num soldado excepcional morre com ela, o que frustra o plano de criar vários super soldados. Ao se defrontar com o Caveira Vermelha (Scott Paulin), um hiper soldado criado pelos nazistas, o Capitão América é preso num foguete, que tem como alvo a Casa Branca. O herói desvia a trajetória, no entanto vai parar no Alasca, onde fica congelado. Nos anos 90 ele acorda e descobre que o Caveira é Tadzio de Santis, que quer seqüestrar o presidente Tom Kimball (Ronny Cox) e usar uma técnica revolucionária para tomar o lugar de Kimball e se tornar o novo presidente dos Estados Unidos.
Adriane Galisteu nua
 na próxima Playboy
A edição de aniversário da revista "Playboy" chega às bancas no dia 8 de agosto, mas a publicação já antecipou a primeira foto de Adriane Galisteu. O ensaio foi feito no Palazzo Santa Croce, em Positano, no sul da Itália.

As fotos foram tiradas na mesma na cidade onde a apresentadora da Band foi pedida em casamento pelo marido, Alexandre Lódice.
 Adriane Galisteu já posou nua para a revista em 1995,
Vejam:
Fonte: Uol


Olhem só a lambança que esse jogador fez... o técnico não contou pipoca: tirou o cara do jogo. Já por aqui, os caras perdem 4 pênaltis, culpam os buracos do gramado e fica por isso mesmo... 

24 de jul de 2011

Bombou na web
nesta semana
Da primeira vez foi sem querer… A cantora Rebecca Black fez uma música, colocou nojavascript:void(0) YouTube no começo do ano e, por um mês, ninguém deu a mínima. Um mês depois, em março de 2011, descobriram o vídeo e o sucesso veio da pior forma: zombaria. A música Friday, do clipe, sobre uma sexta-feira na vida de Rebecca e suas amigas (que também participam do vídeo), chegou a ser considerada “a pior música do mundo” pelos internautas. Até ser tirado do ar, o vídeo de Friday tinha 167 milhões de acessos e 90% de avaliações negativas, um recorde do YouTube.
Sim, Rebecca tirou o “mico” do ar. Mas não deveria desdenhar tanto do passado, e da fama que ele trouxe. Ela resolveu lançar uma nova música, “My moment”, e o vídeo é um sucesso instantâneo. Em quatro dias, foram incríveis 15 milhões de acessos. E as críticas negativas são “apenas” 65%. Comparado com anterior, é muito melhor. E também uma resposta direta a seus críticos. As primeiras frases da canção deixam isso bem claro: “Não foi você que disse que eu não seria ninguém?/ Pois estou prestes a provar que você estava errado”.


Ele se aposentou, e agora está entediado. Um vlog do Harry Potter – lembra dele? – e seus dramas do cotidiano.  E também é o novo projeto do Felipe Neto, lembra dele? Claro que lembra.


Recebemos aqui um vídeo que mostra o primo português do Marco Vergotti, nosso chefe de infografia, se aventurando num passeio de skate. Demonstrando extrema prudência, ele escolhe uma estrada, por onde passam carros (jura, Bruno?) e ciclistas, para praticar o esporte.
E, com extrema habilidade, ele surfa no asfalto como se fosse um aprendiz de Bob Burnquist, só que ao contrário.
Eu vou falar escrever uma coisa para vocês. Quando eu assistia pela primeira vez, achei que o prejuízo seria muito maior. No final das contas, nosso patrício até que se deu bem.
Estais a perceber?


O que dizer mais? É exatamente isso o que acontece no vídeo abaixo. Por incrível que pareça.

São artes marciais, futebol e vôlei juntos. E só o que dá para imaginar é essa turma nas areias de futevôlei, jogando com Romário, Ronaldinho Gaúcho e companhia. A bola dos brasileiros é maior, mas as voadoras podem fazer a diferença.

Fonte: revista Época