12 de fev de 2011

Lúcio Mauro está vivíssimo
Está rolando na internet a gafe que uma apresentadora de TV, quando entrevistava o ator Lúcio Mauro Filho, falou que o pai do artista, o ator Lúcio Mauro, “já não estava entre nós”. O filho, de imediato, rebateu e disse que o pai estava vivíssimo. Pense na saia justa da apresentadora.
Pelo o que ela disse, foi feita, anteriormente, uma pesquisa rápida sobre os dois, e ela chegou à conclusão que o grande Lúcio Mauro já tinha partido dessa para outra melhor.  Aí é onde mora o problema, pois quando vc pesquisa no Google, no início lhe é fornecido algumas informações preliminares sobre as pessoas ou assuntos que se está pesquisando. O perigo aconteceu aí para a apresentadora, porque  ela ficou só na primeira página do Google sobre os dois e não foi pesquisar item por item sobre os personagens. Certamente só fosse pesquisar mais, se aprofundar sobre o assunto, não cometeria a gafe, que hoje está rolando na internet.
Resumindo: a pressa, o desconhecimento e a incompetência juntos dão nisso aí.
Vejam o vídeo:

11 de fev de 2011

Morte de Tolstoi inaugurou
“show” midiático
O padecimento e as sequelas de doenças que transtornam a vida do ex-presidente José Alencar estão sendo registrados pela mídia. É raro o dia em que o doente não aparece no leito, sofrendo e respirando com ajuda de aparelhos, tendo ao lado figurões (sorridentes) da República. A mais recente coadjuvante foi a presidente Dilma Rousseff.  Esses “shows” midiáticos produzidos durante  enfermidades e mortes de personalidades não são invenções  recentes. Esse tipo de cobertura jornalística foi inaugurado no começo do século passado, em setembro de 1910, na Rússia, mostrando o sofrimento e o enterro de Leon Tolstoi. Os últimos dias e o enterro do autor de obras primas da literatura mundial, como Ana Karenina e Guerra e Paz, tiveram outros ingredientes (familiares) além da fama de Tolstoi. Nos derradeiros dias de sua vida, o escritor distanciou-se da família, indo primeiro morar num mosteiro, depois embarcou num trem, acompanhado da filha Alexandra e de um criado. Já com a saúde abalada, foi obrigado a descer na pequena cidade Astapovo, sendo acolhido pelo agente da estação. Representantes da imprensa convergiram para a delegacia do lugar,  onde Tolstoi estava doente, transformando a sua morte em um evento de mídia febril que surpreendentemente antecipava em dezenas de anos  as coberturas de hoje, sem limites, de momentos de sofrimento e de morte de celebridades.
Vejam o vídeo sobre Tolstoi:




10 de fev de 2011

Passando o tempo...
Como fazer uma flor de papel
É preciso ter muita paciência para praticar o origami,  arte tradicional japonesa de dobrar o papel, criando representações de determinados seres ou objetos com as dobras geométricas de uma peça de papel, sem cortá-la ou colá-la. O origami usa apenas um pequeno número de dobras diferentes, que no entanto podem ser combinadas de diversas maneiras, para formar desenhos complexos. Geralmente parte-se de um pedaço de papel quadrado, cujas faces podem ser de cores ou estampas diferentes, prosseguindo-se sem cortar o papel.
Segundo o Wikipedia, ao contrário da crença popular, o origami tradicional japonês, que é praticado desde o Período Edo (1603-1897), frequentemente foi menos rígido com essas convenções, permitindo até mesmo o corte do papel durante a criação do desenho, ou o uso de outras formas de papel que não a quadrada (rectangular, circular, etc.). Segundo a cultura japonesa, aquele que fizer mil origamis da garça de papel japonesa (Tsuru, "garça") teria um pedido realizado - crença esta popularizada pela história de Sadako Sasaki, vítima da bomba atômica.


Livro de jornalista conta 
a história da TV Tupi-RJ

Escrito pelo jornalista Luís Sérgio Lima e Silva, o livro TV Tupi do Rio de Janeiro: Uma Viagem Afetiva foi lançado na semana passada. A publicação, que pertence a Coleção Aplauso Especial, da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, revela por fotos e textos os primeiros passos da segunda emissora de televisão do Brasil: a Tupi Rio.
No livro, o autor conta o modo que era feito para colocar uma programação ao vivo no ar, naquela época feita de forma "completamente artesanal e experimental". O trabalho realizado pelo fundador da Tupi, Assis Chateaubriand, também é relatado na obra de Luís Sérgio.
O livro ainda cita que "os primeiros passos da TV Tupi, precária e corajosa, são fonte de pesquisa e constatação da implantação do poderoso veículo, cuja criatividade e ousadia deixaram marca indelével".




Serviço
Livro: TV Tupi do Rio de Janeiro: Uma Viagem Afetiva
Autor: Luís Sérgio Lima e Silva
Editora: Imprensa Oficial
Preço: R$ 30 (no site da editora)
Páginas: 240
(Fonte: Comunique-se)

9 de fev de 2011

8 de fev de 2011

Charge: Amarildo
As Mães de Chico Xavier estreia em abril



Trailer do filme As Mães de Chico Xavier (Brasil, 2010), com Nelson Xavier no papel do famoso médium brasileiro. Baseado em acontecimentos reais, conta a história de três mães, vivendo momentos distintos de suas vidas, que vêem sua realidade se transformar quando recebem conforto e reencontram a esperança de vida através de Chico Xavier. Com Via Negromonte, Neuza Borges, Tainá Muller, Herson Capri, Caio Blat, Paulo Goulart Filho, Silvia Bonet. Direção de Glauber Filho e Helder Gomes. ( UOL Cinema)

7 de fev de 2011


Cascata nas nuvens
Já escrevi aqui que quando criança, eu ficava horas e horas, olhando para o céu, em busca de formações das nuvens. Ora surgia um cachorro, depois uma espinha de peixe... E até tinha aposta entre nós observadores para saber quem descobria mais figuras no conjunto de partículas formado no firmamento. E esse hábito, venho mantendo de quando em vez. Ontem, ao meio-dia, olhando para o céu vi esta formação que parece uma cascata. E cliquei.
Talvez, um dia, quem sabe minhas fotos sejam aceitas pela a sociedade que existe na Inglaterra a Cloud Apreciation Society (Sociedade de Admiração das Nuvens). São 19.180 membros da entidade que se espalham por 77 países (37 brasileiros).
Enquanto esse dia não chega,  vou ficar na minha, de quando em vez, “caçando” mais nuvens.
Dois candidatos ao Oscar
estreiam nesta sexta-feira
Bravura indômita

O filme narra a história da jovem Mattie Rosse (hailee Steinfeld), de 14 anos, que decide contratar um xerife para vingar o assassinato do pai. O escolhido é Reuben “Rooster” Cogburn (Jeff Bridges), dotado de “bravura indômita” e famoso por matar bandidos que deveria prender. A dupla se junta ao oficial La-Bouef (Matt Damon) em uma jornada pelo território indígena em busca do assassino.


O Discurso do rei

O discurso do rei conta a história de um nobre que busca a ajuda do terapeuta australiano Lionel Logue (Geoffrey Rush) para vencer suas dificuldades com a fala. O filme retrata com dramaticidade o lado humano da realeza, na pessoa do príncipe Albert (Colin Firth). Apesar da pompa dos títulos e da linhagem real, o futuro rei George VI tem de enfrentar um problema mundano, mas devastador para uma figura pública: a gagueira.
Dois candidatos ao Oscar
estreiam nesta sexta-feira
Bravura indômita


CINE SINGULAR – Curta do dia
Ensaio de Cinema  
Sinopse
 Ele dizia que o filme começava com uma câmera muito suave, com um zoom muito delicado, e avançava em busca de Barbot.
Gênero: Ficção (Grande Prêmio Cinema Brasileiro 2011)
 Diretor: Allan Ribeiro
 Elenco: Gatto Larsen e Rubens Barbot
 Ano: 2009
 Local de Produção: RJ
 Ficha Técnica
 Fotografia :Pedro Urano
 Roteiro: Allan Ribeiro
Direção de Arte: Gatto Larsen  e Rubens Barbot
Trilha original :Décio Rocha
Empresa produtora: 3 Moinhos Produções Artísticas
Som: Douglas Soares
Cenografia :Gatto Larsen e Rubens Barbot
Figurino :Rubens Barbot
Produção Executiva: Ana Alice de Morais
 Montagem :Allan Ribeiro e Douglas Soares
Trilha Sonora :Décio Rocha   

 Prêmios
Melhor Ator no Cine Ceará 2010
Melhor Filme 35mm no Cine Ceará 2010
Melhor Roteiro no Cine Ceará 2010
Prêmio da Crítica no Cine Ceará 2010
Menção Honrosa no CineSul 2010
Grande Prêmio - Júri Oficial no Curta Cinema - Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro 2010
Melhor Ficção no Festival Cultural de Cinema de São Simão 2010
Melhor Ator no Festival de Atibaia Internacional do Audiovisual 2010
Melhor direção no Festival de Atibaia Internacional do Audiovisual 2010
Prêmio Sindicine de Roteiro no Festival de Atibaia Internacional do Audiovisual 2010
Melhor Filme Digital - Júri Oficial no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro 2009
Prêmio Cacho Pallero no Festival de Cine de Huesca 2010
Melhor Vídeo Ficção no Vitória Cine Vídeo 2009
Melhor direção no Cine PE 2010
Prêmio ABD no Cine PE 2010
Prêmio ABD-SP no Festival Internacional de Curtas de São Paulo 2010
Prêmio Cachaça Cinema Clube no Festival Internacional de Curtas de São Paulo 2010
Troféu Luiz Orlando da Silva (CESISP) no Festival Internacional de Curtas de São Paulo 2010
Melhor direção no Iguacine - Festival de Cinema de Nova Iguaçu 2010
Melhor Filme no Iguacine - Festival de Cinema de Nova Iguaçu 2010   

 Festival
Mostra de Cinema de Tiradentes 2010

6 de fev de 2011

Popeye estava certo:
espinafre dá força
O marinheiro Popeye, clássico personagem criado em 1929, tinha razão ao afirmar que sua força vinha do espinafre. Pelo menos de acordo com uma pesquisa sueca, comer um prato de espinafre todos os dias aumenta a eficiência muscular. O consumo de 300 gramas  reduz em 5% a quantidade de oxigênio necessária para o funcionamento dos músculos quando se faz exercício físico, afirma o estudo. O segredo está nos nitratos, abundantes no espinafre e que chegam com mais eficiência à área de produção de energia nas células. (Revista Época) 

Bombou na web 
nesta semana
Um passageiro de táxi em Belo Horizonte resolveu ligar sua câmera e mostrar ao mundo o talento de seu taxista. Quando ele começa a cantar “Billie Jean”, a impressão é que Michael Jackson ressuscitou, tamanha a semelhança da voz. Até sites e blogs estrangeiros divulgaram o cover brasileiro. Seu vídeo teve 600 mil acessos em poucos dias.
  

O rapper francês Eklips, um dos mais conhecidos mestres do beat box – arte de imitar batidas eletrônicas com a boca –, fez sucesso na internet com um vídeo em que conta a história do hip-hop em apenas quatro minutos. Sua coletânea-relâmpago começa com “Rapper’s delight” (1979), de Sugarhill Gange, e vai até “Under pressure” (2010), de Dr. Dre.


O menino Matheus corre desesperado pela casa, aos prantos, e sua irmã vai atrás filmando. Quando ela pergunta sobre a razão do desespero, ele explica que matou seu passarinho quando foi fazer carinho nele. O animal é mostrado deitado no fundo da gaiola enquanto Matheus repete para si coisas como “Meu Deus, me ajuda!” e “Você pode até me mandar para o inferno, Pai!”. A chacota com a dor infantil rendeu 200 mil acessos.


No programa de calouros American idol, é normal mostrar a irreverência dos candidatos nos bastidores antes da apresentação para os jurados. Um dos artistas quis mostrar à produção sua sequência de saltos mortais e pousou no cinegrafista que fazia as imagens do chão. A besteira foi vista 100 mil vezes.

Em Krasnoturinsk, na Rússia, um policial de trânsito foi promovido e seus colegas resolveram comemorar à russa. Com pouca roupa e bebendo, subiram na viatura e começaram a dançar música eletrônica e tocar a sirene. O vídeo foi visto 100 mil vezes, e as autoridades prometeram punição para os envolvidos.


Fonte: revista Época