4 de mar de 2011

Dzi Croquettes
agora em DVD
O filme Dzi Croquettes ganhou 14 prêmios ao redor do mundo, fez sucesso no cinema e agora chega em formato DVD.O documentário resgata a trajetória do grupo que se tornou símbolo da contracultura ao confrontar a ditadura militar, usando a ironia e a inteligência. Os espetáculos revolucionaram os palcos com homens de barba e pernas cabeludas, que contrastavam com sapatos de salto alto e roupas femininas. O grupo se tornou um enorme mito na cena teatral brasileira e parisiense nos anos 70.
FICHA TÉCNICA
Diretor: Tatiana Issa, Raphael Alvarez
Elenco: Depoimentos de: Liza Minnelli, Gilberto Gil, Nelson Motta, Miguel Falabella, Marília Pera, Norma Bengell, Pedro Cardoso, César Camargo Mariano, Elke Maravilha, Ney Matogrosso, Cláudia Raia.
Duração: 110 min.
Ano: 2009
País: Brasil
Gênero: Documentário
Distribuidora: Imovision
 Vejam o trailer do filme:


3 de mar de 2011

 As lorotas de 
Caetano Veloso 
e Roberto Carlos

Os versos de Força Estranha encerram a  gravação do novo disco de Caetano Veloso– MTV ao vivo – Caetano zii e zie (Universal). A cada refrão da música, o cantor baiano, 68 anos, omite o trecho “no ar”. Em entrevista à revista Época desta semana consta que: “Na versão original – 1978 -  não continha a expressão e foi Roberto Carlos que introduziu  “no ar”, na versão mais popular da canção, após o verso “por isso essa força estranha” – uma maneira de tirar a carga negativa do trecho sentida por Roberto.  Essa pode ser uma questão ultrapassada, mas Caetano não parece disposto a renunciar  seus princípios, mesmo que para isso seja necessário deixar a plateia cantando sozinha o “no ar” no Vivo Rio, onde ocorreu, em outubro de 2010, a gravação do CD”, afirma a revista.
Realmente Caetano Veloso já cantou várias vezes e omitiu “no ar”, como aconteceu, na gravação de um show, emv 2007, em Salvador. Só que na edição do vídeo oficial, no momento em que ele começa a cantar o verso “por isso essa força estranha....”ele para, a imagem do vídeo é alterada, ficando só o áudio com a plateia complementando com “no ar”. Ficou grosseira a edição. Já no especial de Roberto Carlos, no final de 2008, no exato momento em  o “rei” pronuncia a expressão “no ar”,  ele corta a interpretação com  algumas palavras ("ele me mostrou a música por telefone"), tentando se justificar diante compositor ali presente.  E, no mesmo especial, Caetano “amarelou” diante do maior intérprete da sua música e cantou, serelepe, o outrora expurgado “no ar”.
Conclusões: A revista Época mentiu quando escreveu que Caetano não “estava disposto a renunciar seus princípios”.  O vídeo do Especial de Roberto Carlos derruba a versão.  E Roberto Carlos contou a lorota do telefone, encobrindo seus verdadeiros motivos.
É isso aí.
Veja os dois vídeos:
Neste vídeo, entre 1.12 e 1.23 minutos, a edição do vídeo é alterada

No Especial  de 2008, primeiro foi Roberto Carlos que tirou a suja com a história do telefone ( entre 1.47 a  1.48 minutos do vídeo) e depois,  Caetano  "amarelou" e cantou( entre os minutos 3.21 e 3.22) a expressão que" odiava"  e que não constava da versão original  

2 de mar de 2011

Mamonas pra Sempre

Há 15 anos o Brasil perdia um dos últimos grandes fenômenos da música pop do país. Em um trágico acidente aéreo, os integrantes do Mamonas Assassinas morreram e deixaram todos os seus milhares de fãs em luto.
Como parte das homenagens, a produtora Tatu Filmes vai lançar em maio deste ano o documentário Mamonas pra Sempre, que relembra a história do grupo que se foi no auge do sucesso. Na época, os meninos de Guarulhos cheharam a fazer 182 shows em apenas seis meses.
(Com informações do 7 Entretenimentos)
Vejam o trailer do filme:

Imagens do céu
A imagem (acima) sugere algo avassalador, imagine-se uma figura mitológica e aterrorizante, se elevando ao espaço, querendo destruir tudo que encontra pela frente. Na realidade, é apenas uma sugestões daquelas que muito encontramos quando olhamos para o céu coalhado de nuvens. E foi o que fotografei, hoje, logo de manhãzinha às margens da lagoa do Papicu. Clicar formações de nuvens é um hábito que adquiri há algum tempo. E envio os registros para a Cloud Apreciation Society (Sociedade de Admiração das Nuvens), sediada na Inglaterra. A instituição já se espalhou por 77 países.

Game vira realidade

Um pai muito criativo construiu um bolo de aniversário para seu filho de 6 anos tendo como tema um dos games preferidos do menino, Angry birds, um jogo de estratégia em que se usa um estilingue para derrubar construções e matar porquinhos.(Bombounaweb)

Agora, vejam o jogo virtual:
Sandy, a nova “Devassa”
Loira, vestida com uma mini saia preta, blusa da cervejaria e salto alto dourado. Foi assim que a cantora Sandy se apresentou nesta terça-feira durante coletiva no Rio de Janeiro para ser anunciada como musa do camarote da cerveja Devassa.
 E a ousadia da cantora não para por aí. Sandy é a estrela da campanha “Todo mundo tem seu lado Devassa”, em que ela aparece no palco de um cabaré simulando um strip-tease.
 “Gosto de subir na mesa e dançar. Eu tenho um lado devassa sim e adorei colocar esse lado pra fora”, atiçou a estrela.

Com informações do site Famosidades

1 de mar de 2011

Relembrando


Joe Cocker cantando  A Little Help From My Friends, dos Beatles, no Festival de - Woodstock 1969.
A partir daí se tornou um dos grandes intérpretes do rock.  O cantor está preparando um novo disco, todavia, só com músicas inéditas. 
Jogador exagera na comemoração
Lateral esquerdo Osmar Nicolas, de nacionalidade paraguaia, foi comemorar o terceiro gol do Rio Preto EC com a torcida e caiu no fosso do estádio Teixeirão. Ele alegou que não sabia do fosso e achou que iria para os braços dos torcedores. O paraguaio voltou para o jogo, que acabou com a vitória do Rio Preto, por 3 a 1, contra o América, neste sábado (26/02), pelo Paulista A-2. Na volta ao campo, porém o arbitro, José Claudio Rocha Filho, puniu Nicolas com o cartão amarelo. Vídeo: Assessiva/ Lau JR.

CINE SINGULAR – O curta do dia
Calango!
Sinopse
Um esfomeado calango decide que um grilo será sua próxima refeição... mas as coisas não serão tão simples quanto ele imagina. Ação, humor e uma perseguição desenfreada numa animação 3D bem brasileira.
Gênero: Animação
Diretor: Alê Camargo
Local de Produção: DF
Ficha Técnica
Roteiro e outros: Alê Camargo, Alessandra Mota, Alexandre Souza, Anderson Lopes e Dalmo Pereira
Empresa produtora: Ozi Escola de Audiovisual de Brasília

28 de fev de 2011

Renasingularizando: eis aí a 29, sim senhor!

Por Suelen Valentim

Foi no número 68 da rua Dom Joaquim que saiu do forno a edição 29 da revistinha mais querida da Cidade do Sol: a Singular. “Tradição de pai para filho”, o Flórida Bar serviu de ponto de encontro para o editor da Singular, Eliézer Rodrigues, rever sua turma.  E na onda do lema do Flórida – “Fazendo novos amigos” –, o jornalista distribuiu centenas de exemplares da intrépida revista que bravamente chegou ao seu décimo segundo ano.
Motivo de comemoração para o proprietário do Flórida Bar, o comerciante Ermínio Cavalcante. “Fico feliz quando o Eliézer vem fazer esses lançamentos da Singular aqui. O bar é reduto da boemia e literatura cearense. Os amigos comparecem, os apreciadores se aproximam e aumenta o movimento”, relata o comerciante, corroborado pelo garçom oficial da Singular, Beim, 34 anos de profissão, sendo 24 deles no Flórida: “A casa fica cheia, fatura mais. E a revista toda vida é bem-vinda aqui. Leio todas!”, derrete-se o simpático baixinho.
Não podia faltar ao encontro o pessoal do Clube do Bode, grupo de intelectuais que se reúne aos fins de semana ao lado do Flórida (na Livraria Livro Técnico) para, com bom humor, discutir literatura e temas diversos. Além deles, o retorno da Singular contou com o prestígio dos honoráveis membros da Confraria do Bigode, que acontece no Bar do Bigode, na Cidade 2000, e reúne “uma ruma de gente”. “Vanguarda é a palavra certa para definir a Singular”, resume o funcionário público Ricardo Machado, confrade bigodiano.

Eliézer e sua Singular também foram aplaudidos pelos jornalistas Pepo Melo, Ângela Marinho e Marina Valente. A futura jornalista Cibele Marinho é outra que passou por lá e fez questão de ressaltar que é colecionadora da revistinha. Amigos, familiares do editor, intelectuais, ambulantes, clientes do Flórida Bar, passantes, enfim, um bocado de pessoas presenciou a conquista do editor que, “depois de muitos janeiros sem mexer uma letra”, fez renascer a Singular, essa fênix do jornalismo cearense. Aliás, esse é um tema que você poderá conferir na novíssima edição. Fênix, memória do Carnaval, arte urbana, crônicas de personagens da cidade, entre outros achados, é o que não falta na revista de março, que carrega novos traços. Se eu fosse você, não perderia mais tempo e iria deleitar-me nas 64 páginas quentinhas da Singular, nossa mais plural revista.
 Vejam a animação por conta da Singular, no sábado passado, no Flórida Bar: 





Uma dica para as leitoras e os leitores do blog: a jornalista Suelen Valentim, autora do texto acima, também está presente na edição eletrônica da Singular, com a reportagem Caixas telefônicas como suporte para a arte , a partir da página 26. Basta clicar no post (ilustrado pela capa da revista) CLIQUE PARA LER: REVISTA SINGULAR (lado direito da tela).

27 de fev de 2011


E Noel Rosa ficou na saudade
O Náutico Atlético Cearense promoveu, no último sábado, o XLIV Carnaval da Saudade que homenageava o cantor e compositor Noel Rosa. Na verdade, a exaltação ao poeta da vila pela agremiação se resumiu à capa do livreto (ilustração do artista plástico Mino), um texto  sobre Noel, e orquestra Brasa Seis tocando algumas das composições do homenageado. Ora, se uma festa carnavalesca foi organizada para homenagear um dos mais compositores brasileiro, pegou muito mal,  o cantor lendo as letras músicas do compositor, inseridas no folheto, para interpretar músicas conhecidíssima  como Pierrot Apaixonado e Palpite Infeliz

Entre amigos
Estive na última sexta-feira, no Sindicato dos Jornalistas e reencontrei velhos amigos de profissão que estavam lá para discutir propostas relativas ao estatuto do Departamento de Aposentados do Sindjorce. Nirez, Wilson Pinto, Lúcia Estrela, Ângela Marinho, Vidal Santos,Gevársio de Paula, Barroso Damasceno, Colombo Sá, Assis Tavares e William Moura apresentaram sugestões sobre atribuições, estrutura e composição do novo departamento do nosso sindicato. E também foi um momento de confraternização entre profissionais que atuaram e alguns ainda continuam na "batalha" profissional.