BOMBOU NA WEB
Nesta semana
SINGULAR é uma revista virtual antenada com o que acontece por aí nos mais variados matizes. E editada pelo jornalista Eliézer Rodrigues.
20 de nov. de 2009
Filme investiga empresário
financiador de tortura
Vários filmes documentários estão em cartaz na telona. Entre eles o Cidadão Boilesen (vencedor do Festival Tudo é Verdade, realizado no começo deste ano no Rio de Janeiro) e que conta a história do empresário dinamarquês – naturalizado brasileiro – Henning Albert Boilesen. Então diretor do grupo Ultragás, o empresário foi executado por militantes da esquerda, acusado de financiar a repressão militar contra a guerrilha urbana, na década de 60, ao tempo da ditatura militar.
Escrito e dirigido pelo jornalista Chaim Litewski, o filme tem como fio condutor a biografia do executivo, que veio para o Brasil no fim dos anos 30 e fez fortuna no país. Anticomunista ferrenho, Boilesen não só teria estado à frente da caixinha dos empresários que levantou fundos para financiar a Operação Bandeirantes (Oban) – a agência de repressão aos opositores dos militares – como também teria participado pessoalmente das sessões de tortura na sede do DOI-Codi de São Paulo. Cidadão Boilesen recorre a depoimentos de parentes, amigos, historiadores, políticos, militares e ex-integrantes da luta armada para traçar o perfil do controverso industrial, que frequentava as altas rodas e as colunas sociais e, supostamente, tinha o perverso hábito de visitar os porões da ditadura.
Escrito e dirigido pelo jornalista Chaim Litewski, o filme tem como fio condutor a biografia do executivo, que veio para o Brasil no fim dos anos 30 e fez fortuna no país. Anticomunista ferrenho, Boilesen não só teria estado à frente da caixinha dos empresários que levantou fundos para financiar a Operação Bandeirantes (Oban) – a agência de repressão aos opositores dos militares – como também teria participado pessoalmente das sessões de tortura na sede do DOI-Codi de São Paulo. Cidadão Boilesen recorre a depoimentos de parentes, amigos, historiadores, políticos, militares e ex-integrantes da luta armada para traçar o perfil do controverso industrial, que frequentava as altas rodas e as colunas sociais e, supostamente, tinha o perverso hábito de visitar os porões da ditadura.





Quando eu era criança ficava horas e horas, olhando pro céu, em busca de formações das nuvens. Ora surgia um cachorro, depois uma espinha de peixe... E até tinha aposta entre nós para saber quem descobria figuras no conjunto de partículas formado no firmamento. Ainda hoje, de quando em vez, olho pra elas.
Pois não é, que descobri que existe, na Inglaterra a Cloud Apreciation Society (Sociedade de Admiração das Nuvens). São 19.180 membros da entidade que se espalham por 77 países (37 brasileiros).
Vejam algumas fotos, maravilhosas, que busquei no site da Cloud Apreciation Society .
Pois não é, que descobri que existe, na Inglaterra a Cloud Apreciation Society (Sociedade de Admiração das Nuvens). São 19.180 membros da entidade que se espalham por 77 países (37 brasileiros).
Vejam algumas fotos, maravilhosas, que busquei no site da Cloud Apreciation Society .
19 de nov. de 2009

Túnel do Tempo
A Jovem Guarda marcou época nos anos 60, do século passado. O trio Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa deixava os jovens num frenesi estonteante por onde se apresentava. Wanderléa, a ternurinha, esteve cantando por aqui e foi um deus nos acuda. A moçada ia à loucura vendo a Wandeca interpretando, por exemplo: “Meu amor me disse assim, assim, boa noite”. E o rebolado era gracioso. E o sortudo, numa dessas noites, em terras cearenses, foi o adolescente Jefferson Quezado Jr.
Wanderléa fez um show, no Clube dos Advogados (ali na esquina das ruas Major Facundo com Guilherme Rocha (altos). No meio do espetáculo, a cantora chamou ao palco o mancebo para fazer parte da coreografia. E até terminar o espetáculo, a Wandeca não largou a mão do jovem admirador (vejam a foto acima).Hoje, Jefferson Quezado, que leva o nome do pai (magistrado do melhor naipe no Direito cearense) é juiz titular da 7ª Vara do Trabalho, no Fórum Autran Nunes.
Lembranças de ternura que o Dr. Jefferson não esquece.

Reparem o olhar caliente do jovem Jefferson, aos 14 anos de idade
17 de nov. de 2009
A pianista prodígio, Aimi Kobayshi, nascida num pequeno lugarejo japonês, estará, no Brasil, neste mês, para temporadas, na Sala Cecília Meireles (RJ) e em São Paulo (Sala São Paulo). A artista começou seus estudos aos dois anos e desde os seis tem conquistado premiações importantes. Prestem atenção no vídeo, como ela deixa os braços bem relaxados para conferir uma dinâmica precisa às peças, como uma bailarina.

A verdadeira história da restauração
do chafariz da Praça da Lagoinha
O meu amigo Eliomar de Lima, do jornal O Povo, publicou, no seu blog, a seguinte notícia, com foto e comentário:
"A Fonte dos Cavalinhos, que hoje se encontra instalada na praça Murilo Borges, em frente ao prédio do BNB, no Centro de Fortaleza, foi comprada pelo então prefeito Alvaro Weyne. Chegou da Alemanha em 1930 e foi instalada para a inauguração da Praça da Lagoinha.No início dos anos 60, saiu da praça da Lagoinha para ser instalada no centro da praça Clóvis Beviláqua e depois, em 1965, no cruzamento entre a avenidas da Universidade e 13 de Maio.Já no começo dos anos 70, para desaforgar o trânsito no local, a Prefeituraresolveu remover a fonte do cruzamento. Ela foi desmontada e ficouguardada no depósito da então Superintendência Municipal de Obras e Viação (SUMOV). Em 1982, foi restaurada, remontada e colocada na então recém-construida Praça Murilo Borges.(Colaboração – Marcos Almeida)
Categoria(s): Fortaleza antiga por Eliomar de Lima
2 Resposta(s) para “Fortaleza antiga – “Fonte dos Cavalinhos””
Luiz Carlos, em 15-11-2009 as 19:51 Said:Monumento preservado graças à consciência histórica dos servidores abnegados do quadro da SUMOV, os quais começaram a perder o elâ quando, nas caladas da noite, em operação até hoje não explicada, o terreno do seu depósito na Av. Sgto. Hermínio foi vendido para o Supermercado Romcy, aquele mesmo que demoliu o Castelo do Plácido. ps.: O terreno depois foi vendido para a Expresso Guanabara e hoje abriga um empreendimento habitacional".
Categoria(s): Fortaleza antiga por Eliomar de Lima
2 Resposta(s) para “Fortaleza antiga – “Fonte dos Cavalinhos””
Luiz Carlos, em 15-11-2009 as 19:51 Said:Monumento preservado graças à consciência histórica dos servidores abnegados do quadro da SUMOV, os quais começaram a perder o elâ quando, nas caladas da noite, em operação até hoje não explicada, o terreno do seu depósito na Av. Sgto. Hermínio foi vendido para o Supermercado Romcy, aquele mesmo que demoliu o Castelo do Plácido. ps.: O terreno depois foi vendido para a Expresso Guanabara e hoje abriga um empreendimento habitacional".
Discordei das informaçõe e mandei esclarecimentos para ele:
Caríssimo Eliomar:
A matéria que você publicou em seu blog, sob o título Fortaleza antiga - “Fonte dos Cavalinhos”, dia 15/11/2009, requer alguns reparos históricos. Escrevo-lhe porque acompanhei e divulguei pelas páginas do O Povo toda a trajetória do que sobrou do antigo chafariz da Praça da Lagoinha, após ser retirado do cruzamento entre as avenidas da Universidade e 13 de Maio. Faço isso, em respeito a todos os membros da comissão instituída pela Prefeitura de Fortaleza (da qual participei, em 1979), principalmente o destemido escultor Zenon Barreto, já falecido.
Vamos aos fatos:
a) Pra começo de conversa, o monumento não foi “desmontado e guardado no antigo depósito da Sumov”, como consta em seu blog. Não. A peça foi parcialmente demolida, isso sim, sem nenhuma orientação técnica e a base de picaretadas. E seus escombros jogados no antigo depósito da Sumov, na Av. Sargento Hermínio, no bairro de Monte Castelo.
b) No dia 17 de janeiro de 1979, publiquei nas páginas do O Povo, a primeira matéria sobre o assunto e que denunciava que havia sido cometida uma tentativa de restauração do monumento, pelo escultor César Teles. Porém o trabalho, ainda em fase inicial (e abandonado), foi condenado por outros escultores da terra, tendo à frente Zenon Barreto.
c) O prefeito de Fortaleza, Luís Marques, então nomeou uma comissão para acompanhar os trabalhos de uma nova restauração da peça. Comissão formada pelos escultores Zenon Barreto e Honor Torres; o artista plástico Gilberto Brito; Luciano Bandeira, da Fundição Bandeira; Ednardo Weyne (filho do ex-prefeito de Fortaleza Álvaro Weyne – que adquiriu o monumento na Alemanha) e eu.
d) Foi feito um relatório, pela comissão, constatando que o local (depósito da Sumov), não oferecia as mínimas condições ambientais para ser feito um trabalho meticuloso nos fragmentos espalhados pelo galpão (remoção das camadas de massas, análises químicas, estudos hidráulicos etc). Finalmente, depois de alguns meses, as partes do chafariz foram removidas para o antigo Museu Histórico e Antropológico do Ceara, localizado onde hoje funciona o Museu da Imagem e do Som, na Av. Barão de Studart.
e) Porém de nada adiantou tal remoção, pois a Prefeitura ignorou o estudo técnico da comissão, encerrando o assunto.
f) Somente, no início da década de 80, do século passado, é que o Banco do Nordeste assumiu todas as despesas de reconstrução do chafariz e o reinaugurou, na praça Murilo Borges.
Do amigo,
Eliézer Rodrigues

15 de nov. de 2009
Blogueiro que se preza, também tem seus momentos de solidão, e eu também tenho os meus (dá licença por esse momento de melancolia). E nesses instantes, gosto de ouvir música. Fui buscar, no fundo do baú do You Tube, a canção Atrás da porta, de Chico Buarque e Francis Rime. A melodia é linda, ainda mais cantada por Elis Regina. Um doce, numa tarde do domingo, povoada pelo silêncio. A interpretação da "pimentinha" é única, salpicada de emoção e de muita doação interpretativa. E em preto e branco ficou magistral.
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