1 de abr de 2010









Celebração do homem com

a natureza e com a sua história

A ambientação, a gente, os costumes do sertão nordestinos já proporcionaram ensaios fotográficos os mais diversos. Esse vale a pena adquirir. Sertão sem Fim, de Araquém Alcântara, 40º obra do fotógrafo e comemorativa dos seus 40 anos de profissão.

Ele percorreu oito estados brasileiros registrando 12 peregrinações, somente em estradas de terra, sempre em busca de locais pouco conhecidos, muitos deles entre o norte de Minas e o Piauí, já lembrados por Guimarães Rosa, Euclides da Cunha, Graciliano Ramos, Ariano Suassuna e João Cabral de Melo Neto.

"Escolhi mapear o sertão como espaço geográfico o mais desabitado possível, a partir do norte de Minas e depois os interiores de Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e Ceará, lugares que não estão no mapa, esquecidos pela civilização, mais que ainda mantém uma natureza primordial e intocada. No livro está o sertão de terra dura, ocre, agreste, banhado pelo sol escaldante, de estradas empoeiradas, lajedos e pedras calcinadas... Pobreza, fome, seca, fadiga, o amor e o sangue, a possessão das terras, as lutas pelas cabras e carneiros, a vida e a morte, tudo que é elementar no homem está presente nesta terra perdida", comenta o fotógrafo.

Em Sertão sem fim, Alcantâra traz uma delicada celebração do homem que encontra seu meio e sua história de forma natural.

Charge: Néo

31 de mar de 2010

Humor sincronizado

Vi, no blog do mau, um tipo de humor um pouco diferente do que estamos acostumados a ver, essa dupla Umbilical Brothers são humoristas que fazem show de sonoplastia sincronizada através de mímicas, são bem criativos e o humor é garantido, assista ao vídeo abaixo:

ORA BOLAS!

Se você sempre se perguntou como os cães ficam tão quietos e comportados durante exposições, taí a resposta: retrocafuné no saco.

Essa aí, eu pesquei do Kibeloco

30 de mar de 2010

Armando Nogueira, o último
guerreiro do romantismo no futebol



Yoko Ono e Lennon em campanha pela paz

Os EUA X Lennon

O documentário Os EUA X John Lennon, lançado em 2006, nos Estados Unidos, só agora entra em cartaz, a partir da próxima sexta-feira, nos cinemas brasileiros.

O filme apresenta o ex-beatle, no começo da década de 70, morando em Nova York, quando passou a ser considerado persona non grata pelo governo americano. Espetáculos, entrevistas e vídeos da época, além de canções de Lennon (veja abaixo ele interpretando uma delas, Imagine), relatam como o músico se tornou uma “ameaça” ao governo.

O verdadeiro protagonista do documentário é o casal John-Yoko Ono. Artista conceitual respeitada desde antes do encontro com Lennon, Yoko foi responsável por apresentar ao ex-beatle ideias e métodos do movimento Fluxus – grupo internacional de artistas que, nos anos 60, queriam eliminar os limites entre vida e arte. E abraçar atitudes pacifistas. Daí foi iniciada uma campanha difamatória, pelo governo, contra Lennon que culminaria na sua deportação.




O Bode Ioiô da
Cidade 2.000

Pela primeira na vida, estou concorrendo a uma eleição. De brincadeira, é claro. Mas, entrei nessa. O fato é o seguinte: amigos meus que frequentam o Bar do Bigode, na Cidade 2.000 (aqui perto de onde moro), inventaram uma confraria. A instituição informal funciona há dois anos, e agora eles resolveram promover uma eleição para a futura diretoria. Como estava faltando chapa de oposição, fui incentivado pela turma a entrar na peleja, referendando assim, princípios democráticos, anunciados por eles.
E desta maneira, juntamente com outros amigos, formamos uma chapa, denominada de Bode Ioiô, numa homenagem ao famoso caprino, que em meados do século passado, perambulava pelo antigo centro de Fortaleza, principalmente pela Praça do Ferreira. O bode em questão era muito querido entre os intelectuais da época, pois participava das boemias, bebia pinga e até (diziam) corria atrás das moças que passavam pelas calçadas...era uma figura.
O certo é que o Ioiô entrou para a galeria dos grandes personagens de Fortaleza (inclusive o tal Ioiô foi empalhado e faz parte do acervo do Museu do Ceará). Por isso, estamos prestando-lhe homenagem.
E, promovemos até um bingo, na última sexta-feira, cujo prêmio era... um bode. E quem ganhou foi o meu amigo Fernando de Farias (vejam foto acima, ele está de camisa listrada). Ele, o ganhador, pressionado por amigos e familiares ficou sensibilizado e vai criar o tal caprino. Já falam até em tornar o bode o mascote da Confraria Bigodeana.
Estou gostando do processo eleitoral.. pois, além de estarmos exaltando uma figura folclórica da nossa história fortalezense, novos amigos estão chegando.
Muito legal.