23 de abr de 2011

Convite toca-disco
Convite de casamento já vi uma infinidade. Mas, o convite toca disco do casal  Mike e Karen com certeza é, no mínimo, originalíssimo. O convite lê um disco flexível e toca a música chamada Dia D. A ideia da vitrola de papel é do designer Kelli Anderson.
Escutem a musiquinha do convite do casamento de Mike e Karen:

Para entender como a engenhoca funciona vá lá no site do designer.

22 de abr de 2011


CINE SINGULAR – O curta do dia
A Lâmpada e a Flor
Sinopse
 João ganha a vida à beira de uma estrada às custas de Zulmira, prostituta dotada de poderes mágicos.
Gênero: Ficção ( Conteúdo Adulto)
 Diretor: Pablo Ferreira
 Elenco: Camila Mota, Francisco Gaspar e Luis Mármora
 Ano: 2003
 Local de Produção: SP
 Ficha Técnica
Fotografia Marcos Buchhorn Roteiro Pablo Ferreira Som Direto Daniel Turini Direção de Arte Mariana Zanetti Edição de som Felipe Santângelo Direção de produção André Luiz de Luiz Produção Executiva André Luiz de Luiz Montagem Pablo Ferreira Música Luiz Gonzaga e Arnaldo Antunes Escola Produtora ECA, USP   
 Prêmios
Seleção Oficial no CineEsquemaNovo - Festival de Cinema de Porto Alegre 2004
Prêmio da ABD&C no Festival Internacional de Cinema Universitário - Rio de Janeiro 2004
Seleção Oficial no Festival Internacional de Curtas de São Paulo 2004
Seleção Oficial no Festival Internacional de Escolas de Cinema de Tel Aviv 2004
Melhor Roteiro Original no Projeto Nascente 2001
Melhor direção no Vitória Cine Vídeo 2004
Prêmio Cachaça Cinema Clube no Festival Brasileiro de Cinema Universitário 2004   
 Festivais
Festival de Brasília 2003
Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro - Curta Cinema 2004
Festival Universitário da UFF 2004
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo 2004



Passando tempo com o gatinho faminto que cada vez fica mais desesperado para chamar a atenção do dono.


Dilema feminino
“To be or not to be, that's the question” ("Ser ou não ser, eis a questão"), famosa frase do príncipe da Dinamarca, de William Shakespeare, infinita vezes é usada como pensamento filosófico. E o “Dar ou não dar no primeiro encontro?!” Quantas vezes a mulherada ficou nesse dilema atroz?
Quem explica bem direitinho essas dívidas é Acid Girl, do blog Acidez Feminina:

21 de abr de 2011

E por falar em Roberto Carlos
Rebuscando os meus guardados em busca de informações para  monografia que a aluna de Jornalismo da FIC, Suelen Valentim, está preparando sobre a revista Singular e a minha vida profissional, localizei esta foto. O Rei Roberto Carlos sendo entrevistado por mim, por ocasião de temporada que ele fez aqui em Fortaleza. Já faz muito tempo esse encontro, mais de trinta anos. Passagem da minha vida que recordo com o maior carinho, pois o Rei, muito afetuoso, depois da entrevista, me abraçou e eu na maior tietagem com aquele que foi o meu maior ídolo nos tempos de juventude. Hoje, ele setentão e eu nove anos mais novo. 
Quanta saudade daquelas tardes de domingo.

20 de abr de 2011

Freud e a cocaína
Poderá causar polêmicas no meio da psicanálise brasileira, quando for lançado, o livro Freud on coke que aborda  ideias do pai da psicanálise  sobre cocaína e de seu próprio vício. O título foi comprado pela editora Record na Feira do Livro de Londres. Segundo o livro, que sai aqui em 2012, Freud começou a usar cocaína para fins científicos. Mas se viciou, o que, no fim da vida, dificultou sua luta contra um câncer na boca. A obra é de autoria de David Cohen, um dos maiores pesquisadores de Sigmund Freud, e que registra fatos como os primeiros contatos com  a droga em 24 de abril de 1884, quando Freud ordenou a sua primeira grama de cocaína numa farmácia local. Cohen retrata Freud e seu período de cocaína como um ponto crucial na história das atitudes sociais, médicos e jurídicos em relação à droga.

19 de abr de 2011

Vejam o que fazem esses malucos do free running (atividade física, onde os praticantes –runners- usam o ambiente disponível para execução de movimentos baseados em liberdade e estética). A academia está instalada na California. Esteticamente, GENIAL!!

Está lá no portal Terra (12h21min) a seguinte manchete: NOIVO MATOU E ESPANCOU MULHER (foto acima) EM FESTA DE CASAMENTO.
Ora, ora,  do jeito que o redator do Terra escreveu não precisava mais espancar a vítima, porque ela já estava morta.
O correto seria o inverso: NOIVO ESPANCOU E MATOU MULHER EM FESTA DE ANIVERSÁRIO.
ESTREIA - nesta próxima sexta
Ricky: um ser especial
Katie (Alexandra Lamy) é apenas uma mulher comum, que trabalha numa fábrica e luta para cuidar de sua pequena filha. Quando conhece Paco (Sergi López), também um homem comum, algo mágico acontece e eles se apaixonam. Do amor dos dois surge outro milagre: um bebê extraordinário chamado Ricky (Arthur Peyret).
De início, Ricky se apresenta como um drama realista: um estudo dos laços domésticos que se estabelecem entre Katie, uma mãe solteira deixada pelo pai de sua filha de 7 anos e Paco, e como esses laços já não muito firmes se esgarçam com a chegada de um bebê que chora e exige atenção continuamente. Só que ele é único mesmo e um ser especial. Ricky tem a direção de François Ozon (autor de Swimming Pool e Sob a Areia).
Vejam o trailer:

18 de abr de 2011

Neto de peixe, peixinho é


Só que  Pelé foi obrigado a reconhecer Sandra Regina Arantes do Nascimento, como filha, depois do exame de DNA, 1996. Sandra morreu de câncer em 2006 sem jamais ter desfrutado da proximidade com o pai. Octavio e Gabriel viram Pelé uma única vez, e apenas por dez minutos. “Eu soube que ele estava de passagem por Curitiba e me hospedei com os meninos no mesmo hotel”, diz Ozéas, o pai. Pelé foi simpático na ocasião. Abraçou e brincou com netos, mas jamais os procurou novamente.
E o ex-governador dando exemplo...

Após vitória suada no Abilhão, pulso tricolor ainda pulsa

Mas que título de notícia mais horroroso publicado no caderno de  esportes Jogada do jornal Diário do Nordeste desta segunda-feira: "pulso tricolor ainda pulsa". Dizem os especialistas em comunicação que título de matéria não pode rimar. O acima nem rima, e ficou muito esquisito.

17 de abr de 2011

Nos limites do surf

Aconteceu no dia 8 de fevereiro último, um marco na história do surf: o baiano Danilo Couto surfou na remada uma onda de 20 metros, ou 65 pés, em Jaws, no Havaí. O feito pode lhe dar o prêmio da melhor onda do ano e o recorde no Guinness de maior onda surfada no braço, na história.
Vejam o feito histórico do brasileiro:


PAVÃO MISTERIOSO - RELEITURA
Literatura
Avoa, imaginação
Traduzido em cenas e canções, “O Romance do Pavão Mysterioso”
ganha agora versão infantil
Malino que nem menino, o poeta popular Arievaldo Viana inventara de atirar pedra em enxame. Meteu-se em briga de cachorro grande o cearense de Quixeramobim. É que, embora publicado há mais de 80 anos, o folheto “O Romance do Pavão Mysterioso” rende debates acalorados ainda hoje. De autoria do paraibano José Camelo de Melo Resende, o cordel acabou sendo impresso pela primeira vez levando a assinatura de um outro autor: o também paraibano João Melchíades Ferreira da Silva.
“O Camelo inventou a história do Pavão para ser cantada. Criou uma melodia até, mas não chegou a imprimir. Aí, o João Melchíades teve acesso ao original e fez uma versão. O José Camelo, então, tinha umas complicações com a polícia e não pôde reclamar seus direitos, mas depois publicou seus originais e meteu o pau no João Melchíades. Resultado: essa confusão continua rendendo”, comenta Arievaldo Viana. Não bastasse o engodo já tradicional, o cearense pôs na veneta de incrementar a polêmica ainda mais ao apresentar à meninada o causo de amor do jovem Evangelista e a condessa Creusa.
“O primeiro ‘O Romance do Pavão Mysterioso’ que conheci na vida foi o do João Melchíades. Devo esse crédito a ele. Sei que o original é do José Camelo, mas, na verdade, não sigo o estilo de nem um nem outro”, destaca o autor. De parelha com o ilustrador pernambucano Jô Oliveira, Arievaldo Viana apresenta a seus leitores miúdos uma narrativa nova. “A história continua atrativa. O José Camelo foi um visionário. O cordel tem um pé na ficção científica que o deixa atual. O Pavão é uma maleta que se aciona com um botão e vira um helicóptero. Então, as crianças embarcam na fantasia facilmente. O que mudei foi só a linguagem. Reduzi a quantidade de texto e inclui novos personagens”, pontua. Com isso, a trama inaugural ganhara mais agilidade e um formato mais didático. As letras de Arievaldo Viana têm a sala de aula como foco.
“Minha alfabetização foi feita com a coleção de cordéis da minha avó. Acredito na força formativa da literatura de cordel. Não há criança que resista à fantasia”, argumenta o poeta popular. Amigos pra mais de 10 anos, Arievaldo Viana e Jô Oliveira desenvolveram “O Romance do Pavão Misterioso” a quatro mãos. Também afeito aos pincéis e tintas, o cearense fora apresentado ao pernambucano pela trama de José Camelo de Melo Resende. “Logo de cara, ele me falou do projeto de fazer uma versão em quadrinhos do folheto. A idéia acabou se transformando numa série de selos para os Correios que foi até premiada no exterior”, lembra Arievaldo Viana. “Passamos anos sem nos encontrar. Em 2003, topei ao acaso com o Jô e ele me falou que tinha publicado uma adaptação em prosa do romance, mas que não tinha gostado do resultado. Então, me propôs que eu passasse aquele texto de volta ao formato do verso, à poesia”, explica o processo.

O desafio estava lançado. O que nasceu no universo da oralidade e encontrou abrigo nas páginas fez-se imagens para retornar uma vez mais ao plano da literatura. “Baseei a minha releitura mais pelos desenhos do Jô do que pelos versos que conheço desde menino. As ilustrações já carregavam nelas uma certa adaptação. O Jô, por exemplo, muda o nome do inventor do Pavão. Eu aceitei essa mudança, rompendo com o original do José Camelo. Também o Jô ressalta mais uma dimensão nordestina da trama”, pontua Arievaldo Viana.
De 1923, quando chegou ao papel pela primeira vez, ao século XXI, “O Romance do Pavão Mysterioso” continua sendo um belo incentivo ao engenho. “É uma história que prova que a invenção é capaz de tudo. Não há força, não há arma, não há poder que seja capaz de vencer uma boa idéia”, resume o poeta cearense, agora mais encantado que nunca com a narrativa. Arievaldo Viana acredita que aí esteja o motivo maior de explorar o folheto com estudantes das séries iniciais. “É um período no qual a formação pede esse tipo de estímulo. A questão é apenas de favorecer o acesso. Até hoje, nunca encontrei um menino que não se interessasse por literatura de cordel”, observa. Avoa, imaginação. Avoa.
Publicado em 6 de maio de 2008 - Caderno 3 - DN
30 páginas - 2007 - Editora Imeph
Magela Lima  RepórterPOESIA
"O Pavão Misterioso"
Arievaldo Viana e Jô Oliveira
(Do blog do meu amigo Arievaldo Viana - Acorda Cordel na Sala de Aula)