9 de out de 2009

BOMBOU NA WEB
nesta samana

O grupo The Voca People já é bastante conhecido no mundo, com direito a apresentações aqui no Brasil. Segundo o próprio site deles, são mais de 4 milhões de visualizações no YouTube. Portanto, se você já viu, fica o meu perdão.
O que mais impressiona é que eles não utilizam instrumentos e playback em nenhum momento (há partes em que é difícil acreditar nisso). Este vídeo é um especial com as principais músicas apresentadas pela trupe. A performance traz clássicos como I Get Around, do grupo Beach Boys, passando por Billie Jean, de Michael Jackson, até hits mais recentes, como I Like to Move it, que faz parte da trilha de Madagascar.



Há dez anos, se uma mamãe panda tomasse um susto com o espirro de seu filhote, provavelmente ninguém além das testemunhas oculares riria com o fato. Hoje em dia, na era do YouTube e com a disseminação de câmeras de vídeo em celulares, bobagens como essa viram campeões de audiência, de dar inveja à novela das 8. Um usuário do YouTube montou uma compilação dos cem vídeos mais famosos da internet, e o clipe ultrapassou rapidamente a marca de 1 milhão de acessos. Além do susto da mamãe panda, podemos lembrar outros clássicos, como a marmota dramática e o gordinho Jedi. Para quem não conhece, é uma boa chance de se atualizar.



É uma mensagem engraçada para provar um ponto muito sério: é impossível se concentrar em duas coisas ao mesmo tempo, quimera que insistimos em praticar no trânsito. O teste é tentar contar quantas vezes a equipe de basquete com uniforme branco faz passes entre si.



Fonte: revista Época

8 de out de 2009


Adriano, jogador do Flamengo, e de novo convocado para a seleção brasileira, depois das trapalhadas que fez e até pensou em desistir de jogar futebol, deu uma entrevista à revista Placar. Falou, falou que as coisas do passados tinham acabado, que não seria mais irresponsável fora das quatro linhas do gramado e coisa e tal. Agora, entre as declarações que deu à revista, uma delas, penso que veio do fundo do coração de um jogador que saiu da favela para o estrelato. O repórter perguntou se não é ruim para o time existir essa diferença de tratamento entre um jogador, no caso ele e os demais.
Ele respondeu:
"É que no meu caso a empresa (Olympikus, patrocinadora do clube) é responsável por pagar a minha parte, então não tem atraso comigo. Mas tem uma pequena parte do salário que é responsabilidade do Flamengo. Eu me preocupo com os outros jogadores, principalmente com os mais novos.Tanto que falo para a diretoria pegar essa parte (pequena) do meu salário e usar para pagar os atrasados dos mais jovens. Eles precisam mais. Eles ganham pouco, não conseguem sobreviver dois meses sem receber. O cuidado tem que ser muito maior com quem está começando a carreira agora, ganhando menos, precisando ajudar a família. Não penso só em mim".
Se realmente isso está acontecendo no Flamengo, o Adriano,
Imperador, é um grande sujeito.

Grafiteiros de Fortaleza e o Pink Floyd

Hoje, pela manhã, bem cedinho, circulando pela Av. Duque de Caxias, lembrei-me (essas coisas que a memória vai buscar lá no fundo dos escaninhos) do Pink Floyd. Vi no canteiro, em frente a igreja de Nossa Senhora do Carmo ( até fotografei) um grafite pintado num dos postes (e são vários espalhados pela cidade). No tal grafite aparece um porco (seja lá um porco voando). A forma do desenho, em spray, é aplicada através de chapa, nada de improvisada. A figura é sempre a mesma. Nada de criativo, E suja o patrimônio público.
Mas, o certo é que o porco reproduzido me faz lembrar o álbum do Pink Floyd, Animals, lançado em 1977. A banda, pensando em promover o disco, mandou construir um artefato gigantesco em formato de um porco que, cheio de gás hélio, ficaria flutuando em volta da Battersea Power Station, uma usina elétrica instalada às margens do rio Thames. Um batalhão de fotógrafos foi chamado para testemunhar e fotografar o lançamento do "balão" de hélio, que foi construído na Alemanha, pela Ballon Fabrik, a mesma companhia que fabricou os famosos Zepelins. Essas fotografias seriam usadas na capa e no material promocional do novo álbum. No primeiro dia, talvez por falta de combustível, o porco metálico não saiu do chão. No segundo, ele não apenas voou mas se soltou do cabo que o prendia e passou a flutuar livremente pelo céu! E ficou um marco na história do rock.
VEJA O VÍDEO ABAIXO.
Aqueles que perambulam pela cidade, pintando, nos postes, figuras semelhantes a um porco, talvez estejam longe de fazer qualquer semelhança com o porco voador do Pink Floyd. Pode até ser...ou outra coisa, denúncia, coisa de “tribos” de grafiteiros...o escambau.
Mas, que na minha cabeça tem algo a ver com o Pink Floyd, isso tem.

6 de out de 2009


Hoje, pela manhã, bem cedinho, circulando pela Av. Duque de Caxias, lembrei-me (essas coisas que a memória vai buscar lá no fundo dos escaninhos) do Pink Floyd. Vi no canteiro, em frente a igreja de Nossa Senhora do Carmo ( até fotografei) um grafite pintado num dos postes (e são vários espalhados pela cidade). No tal grafite aparece um porco (penso que é um porco voando). A forma do desenho é feita como se fosse um chapa, nada de improvisada. O desenho é sempre o mesmo. Nada de criativo, apenas suja o patrimônio público.

Mas, o certo é que o porco reproduzido me faz lembrar o álbum do Pink Floyd, Animals, lançado em 1977. A banda, pensando em promover o disco, mandou construir um artefato gigantesco em formato de um porco que, cheio de gás hélio, ficaria flutuando em volta da Battersea Power Station, uma usina elétrica instalada às margens do rio Thames. Um batalhão de fotógrafos foi chamado para testemunhar e fotografar o lançamento do "balão" de hélio, que foi construído na Alemanha, pela Ballon Fabrik, a mesma companhia que fabricou os famosos Zepelins. Essas fotografias seriam usadas na capa e no material promocional do novo álbum. No primeiro dia, talvez por falta de combustível, o porco metálico não saiu do chão. No segundo, ele não apenas voou mas se soltou do cabo que o prendia e passou a flutuar livremente pelo céu! VEJA O VÍDEO ABAIXO.

É, aqueles que saem pela cidade, pintando nos postes, um porco, estejam longe de fazer qualquer semelhança com o porco voador do Pink Floyd.

Mas, que na minha cabeça tem algo a ver.

5 de out de 2009


Governo cubano
censura blogueira

As revistas de circulação nacional abrem espaço, nesta semana, para a blogueira cubana, Yoani Sáchez, impedida de sair de Cuba por causa de suas críticas ao regime castrista. Yoani foi convidada a falar no Senado brasileiro e a comparecer ao lançamento do seu livro De Cuba com Carinho (Ed. Contexto), em São Paulo. A obra é uma coletânea de textos publicados por ela, no blog Generación Y, sobre o cotidiano do povo de seu país. Seu blog (decuba.com/generaciony) só pode ser acessado fora de Cuba. Talvez, ela seja, mais uma vez impedida de sair de lá.
A blogueira já está acostumada a marcar presença “virtual”, em eventos no exterior. Em maio, ela foi convidada a participar da Feira do Livro de Turim, na Itália, para lançar o seu livro, mas teve que falar ao público, via telefone.

4 de out de 2009




Um dos mais primitivos sentimentos do ser humano estará nas telas do cinema, nesta semana, no filme Bastardos Inglórios: a vingança. Estrelado, no papel principal por Brad Pitt, durante a Segunda Guerra Mundial, um grupo de soldados americanos judeus é conhecido como The Basterd. São eles os responsáveis por espalhar o medo e o terror no Terceiro Reich, escalpelar e assassinar brutalmente os nazistas. É nesse ambiente que eles cruzam o caminho de uma jovem judia que tem um cinema em Paris e é alvo dos soldados.
Uma das cenas do filme, o grupo de nove soldados, está em volta de um sargento nazista, ajoelhado e algemado. “Acho que você sabe quem somos, não?”, diz Aldo Raine, personagem de Brad Pitt.” Aldo, o Apache”, responde o prisioneiro. O grupo ri.” Bem, se você já ouviu falar de nós, sabe que não estamos no negócio de fazer prisioneiros. Estamos no negócio de matar nazistas”. O filme de Quention Tarantino é um exercício da prática da vingança.