1 de mai de 2010

Bombou na web
nesta semana


Quem não lembra do policial brasileiro flagrado fazendo a “Dança da Periquita” em uma unidade da PM em 2008? Pois é, desta vez quem perdeu a noção durante o serviço militar foram dois soldados americanos servindo no Afeganistão. Eles gravaram um vídeo (e colocaram no Youtube) um clipe no qual imitam Lady Gaga e Beyoncé cantando o sucesso Telephone.

Segundo o site The Smoking Gun, os soldados são Aaron Melcher e Justin Baker, ambos da 82ª Divisão Aérea, baseada em Farah, um província no sul do Afeganistão. O vídeo foi colocado no Youtube na semana passada, mas começou a bombar na quinta-feira (29). Desde então, teve quase 200 mil acessos. De acordo com o site, James Conley, um dos figurantes, comentou no Facebook que “é isso o que as pessoas fazem com seu tempo livre no Afeganistão”.

Confira (acima) a desenvoltura da dupla e dos figurantes.

O que fazer para passar o tempo quando se está preso a um leito de hospital? Um jovem australiano chamado Christiaan Van Vuuren descobriu. Com o auxílio de um notebook com câmera, resolveu fazer rap para brincar sobre sua condição de enfermo. Os vídeos foram postados por ele no YouTube e se tornaram febre na rede, com 1 milhão de acessos no total. Em pleno isolamento, fez 15 mil amigos no Facebook e tem mais de 5 mil seguidores no Twitter. Com o sucesso, resolveu vender camisetas com sua imagem para arrecadar recursos para a Organização Mundial de Saúde, que combate a tuberculose no mundo.

Um homem não identificado virou celebridade no YouTube apenas por aparecer meio bêbado em vídeo tentando, sem sucesso, recuperar o chinelo que insiste em sair de seu pé. O flagrante foi durante o último festival de música de Coachella, nos Estados Unidos, e teve mais de 300 mil acessos.

Fonte: revista Época

30 de abr de 2010

Um photoshop mal feito, para edição impressa, tenta esconder o emblema do Calouros do Ar
Gildo (à direita) aparece, na versão on line, com a camisa do Calouros do Ar

Jornal O Povo faz trapalhada
e troca camisa do ídolo do Ceará

Na matéria Goleadores de Ouro publicada no jornal O Povo (impresso) e no site, edição de hoje (30 de abril) são cometidos vários erros. Os deslizes estão contidos numa só foto, aquela em que aparece o ex-jogador Gildo do Ceará Sporting Clube.
1- Gildo não está vestido com a camisa do Ceará e sim com o uniforme do Calouros do Ar Futebol Clube.
2- Na versão impressa, o despiste (Photoshop mal feito) altera a foto original. A imagem verdadeira retrata Gildo, no começo da década de 70, jogando pelo seu último clube, o Calouros do Ar. Naquele tempo os jornais ainda não utilizavam imagens coloridas (a camisa do Calouros era verde, branco e grená). Era só filme preto e branco. Quem programou a foto deve ter pensado assim: como à noite todos os gatos são pardos, vai essa aí mesmo que fará o mesmo efeito, bastando usar o photoshop. Pensou errado.
3- Já na edição on line, lá está a mesma foto, mas, agora, em toda a sua plenitude, sem alteração: Gildo envergando a camisa do time da Base Aérea (como assim era conhecido o Calouros do Ar) e com o emblema da agremiação. Só que sem legenda explicativa da foto.

Esse imbróglio todo, serviu de relembranças, pelo menos para os aficcionados do futebol cearense, que Gildo jogou numa das mais simpáticas agremiações: o Calouros do Ar.

e

Uma bela entrevista

O entrevistador tem que ser conciso, direto, não demonstrar que é especialista no assunto e não fazer muito rodeios. Apenas perguntar.

É o que, por exemplo, faz o jornalista Geneton Morais Neto quando entrevista. Nessa aí (é antiga e foi no Fantástico), ele dá uma aula. E o entrevistado (Ney Latorraca) um show no papel de ser humano.

29 de abr de 2010


Leila Cordeiro e seu marido Eliakim Araújo apresentavam telejornais

Leila Cordeiro diz que TVs a discriminam por causa da idade

A jornalista Leila Cordeiro, ex-apresentadora do Jornal da Globo, desabafou em seu blog que enfrenta uma “saga de rejeição”, porque todas as emissoras de TV fecharam as portas para seu trabalho. Leila ficou conhecida nas décadas de 80 e 90, por seu trabalho na Globo, SBT e Manchete. Segundo a jornalista, a rejeição se deve pela sua idade, 53 anos. Leila ofereceu seu trabalho para as emissoras brasileiras como correspondente na Flórida.

“Digo, sem nenhuma vergonha, que procurei todas as emissoras de TV brasileiras e tive todas as portas fechadas na minha cara.Tudo bem que não posso obrigá-las a me quererem de volta. Mas também não precisavam desprezar tanto a minha proposta de trabalho. Algumas, com mais gentileza, outras fugindo do assunto, mas quer saber? A impressão que eu tive e tenho é que meu prazo de validade já venceu!”

A jornalista vive nos Estados Unidos desde que foi chamada para apresentar um telejornal da CBS. Mesmo depois de deixar a emissora norte-americana, Leila resolveu permanecer no país para investir na educação dos filhos.

Segundo a jornalista, as emissoras brasileiras não aceitam nem seu trabalho como freelancer. Leila disse que não irá desistir de voltar ao telejornalismo, e lembrou que nos Estados Unidos a idade não é um problema para aparecer na televisão.

“Tenho 53 anos. Repito, 53 anos e estou mais disposta do que nunca. Nos EUA mulheres americanas com mais de 60 têm sido contratadas para assumir postos importantes no telejornalismo sem terem que se preocupar com as rugas a mais e sim, dar o recado da experiência. Por isso, estou aqui, para desabafar sobre a minha luta”, declarou.

Em enquete realizada pelo portal R7, 88% dos internautas pediram a volta da jornalista às emissoras brasileiras.

Fonte : Comunique-se



28 de abr de 2010



Memória desrespeitada

Quem passa pela Avenida Sargento Hermínio, no Bairro de Jacarecanga, defronte a um estabelecimento escolar, fica na dúvida quanto a denominação verdadeira do núcleo educacional, pois o mesmo tem duas nomeadas. A primeira: EEFM Eduardo Campos. A outra EMEIF Sec. Paulo Petrola. Qual das duas denominações está valendo?

Diante de tal incerteza, telefonei para a Secretaria Municipal de Educação e fui informado que a denominação oficial é a homenagem ao professor Paulo Petrola. E que a escola que leve o nome do escritor e teatrólogo Eduardo Campos está instalada no Bairro Sabiaguaba (Rua Sabiaguaba, número 500).

Ora, além do deslize operacional na confusão dos letreiros, a Prefeitura cometeu outra impropriedade contra valores da cultura fortalezense. Eduardo Campos foi homenageado pelas autoridades educacionais, por conta de ser o autor de uma das obras mais importantes na dramaturgia cearense, O Morro do Ouro, inclusive premiada em festivais nacionais, nos anos 60 do século passado, pela Comédia Cearense. Seus personagens fictícios representavam moradores de uma das primeiras favelas de Fortaleza, conhecida como Morro do Ouro, local onde o lixo da cidade era depositado. Por conta das denúncias sociais contidas no texto de Eduardo Campos foi construído, naquela época, um grupo escolar ao lado da favela, na Avenida Sargento Hermínio. Muito justo eternizar o nome do intelectual.

Nada contra homenagear, mais recentemente, a memória do professor Paulo Petrola. Dando-lhe o nome a outra escola, por exemplo. Agora, transferir uma exaltação oficial para outro lugar é algo assim, como se Pelé tivesse feito um gol no Maracanã e o lance lembrado com uma placa. Só que depois, a mesma placa fosse retirada e recolocada em outro estádio.

Mesmo que tal ato municipal tenha tido a anuência da família de Manoel Eduardo Pinheiro Campos, foi atitude de desserviço ao patrimônio cultural de Fortaleza e um desrespeito à memória do ilustre cearense.


Passando o tempo com o vovô do rebolation

27 de abr de 2010

O sambista, de primeira, Mussum

Antes de alcançar a imortalidade como um dos integrantes da mais famosa trupe de humoristas da televisão brasileira, Antonio Carlos Bernardes já era artista de sucesso. Ao se juntar a Renato Aragão, Zacarias e Dedé Santana para formar nos Trapalhões, Mussum fazia e cantava samba da melhor qualidade, formando no grupo os Originais do Samba. Quando se incorporou aos Trapalhões, Mussum já não tinha mais tempo para gravar e excursionar com os Originais do Samba, mas sempre que tinha um tempinho o artista gravava.

Está sendo relançado, agora em forma de CD, um disco dele que foi lançado, originalmente, em 1980, em vinil.

Vejam, no vídeo abaixo, o quanto que sambista era Mussum, cantando ao lado dos seus antigos companheiros do grupo Originais do Samba. E com jeito de humor, sinceridade, falador, e muito samba. Grande Mussum.


26 de abr de 2010

Vício digital

Na Coreia do Sul, um caso disparou o alarme sobre o vício da internet. Uma casal deixou a filha de três meses morrer de inanição enquanto passava cerca de 12 horas por dia em um cyber café, onde os dois "criavam" uma menina virtual no jogo "Prius Online". Em função de casos como este, o governo sul-coreano anunciou que vai disponibilizar gratuitamente um software que controla o tempo que as pessoas passam no computador e também oferecerá aconselhamento profissional a 300 mil viciados.
Em Londres, o hospital Capio Nightingale anunciou que dará inicio a um programa terapêutico para tratamento de adolescentes viciados em internet. A estratégia consiste em reforçar atividades sociais desvinculadas da rede virtual.
(Fonte: revista Imprensa)
A montagem sobre a "vida" de Dilma, aparecendo ao centro a atriz Norma Bengell
A foto original que foi chupada por aqueles que escrevem o blog da Dilma

Barrigada no blog da Dilma

Essa história do blog da candidata petista Dilma Rousseff à presidência ter publicado, no último final de semana, uma sequência de fotos da vida de Dilma causou o maior quipropó. Foi usada uma foto em que aparece a atriz e diretora de cinema Norma Benguel, participando de uma passeata, em 1968, no Rio de Janeiro, contra a ditadura militar, instalada no País. E, no blog de Dilma, não é citado o nome de Norma Bengell, deixando transparecer que é a própria Dilma, participando da manifestação. Que não era.

Uma mancada do pessoal que escreve o blog da candidata.

E a turma aproveitou para tirar o maior sarro com o equívoco.