19 de abr. de 2012

Sarkozy tira relógio ao cumprimentar eleitores

Nicolas Sarkozy achou por bem guardar o relógio durante um corpo a corpo com eleitores no último domingo. Afinal, a França que ele preside está com o desemprego na casa dos 10% — na dos 20% entre os jovens de 18 a 24 anos — e vem colecionando medidas de austeridade. E o Patek Philippe que ele carregava no pulso custou 55 mil euros (R$ 136 mil), o equivalente a quase 40 salários mínimos do país. Além disso, foi um presente da mulher, a cantora e compositora Carla Bruni.
A medida de precaução foi tomada durante um evento de campanha na Praça da Concórdia, em Paris, no último domingo. O presidente havia começado cumprimentar os participantes quando, aparentemente, lembrou-se da pequena fortuna que carregava no braço e, em segundos, guardou-a no bolso do paletó.
A divulgação das imagens não deve contribuir para melhorar a abalada imagem de Sarkozy, que enfrenta a pior aprovação para um presidente em fim de mandato na história da República francesa. Cerca de 60% de seus conterrâneos não querem saber dele. (Terra)

Romário:a origem do nome


 A matéria de capa da revista Rolling Stone deste mês traz matéria de capa com o ex-jogador de futebol e deputado federal, Romário. O início da matéria, por sinal muito criativa, revela de onde os pais dele buscaram o seu nome. O texto conta que o pai dele, Edvair, gostava de ouvir o programa do cearense César de Alencar, o mais ouvido do Brasil. No horário das 15h, a grande atração era intelectual: o fenômeno “Romário, o Homem Dicionário”, célebre pelo vasto vocabulário. A matéria descreve o personagem que mantinha o mistério em torno de si ornava a cabeça com turbantes indianos e se fantasiava com vestes exóticas. A semana inteira, os ouvintes estudavam palavras difíceis para desafiá-lo. Nunca conseguiram. Ele acertava todas.
Só um detalhe: fiquei curioso em ver fotografia do Romário, não o craque, mas de seu inspirador. E encontrei no blog historiasdofrazao.com.br.
Vejam:
O Romário que inspirou o pai do craque
A Rolling Stone não fez isso.

Se dirigir, não use o celular


A seguradora Mapfre lança amanhã campanha de alerta sobre o risco de combinar direção de automóvel e envio de mensagens pelo celular. Deu na coluna Negócios & cia, da coleguinha Flávia Oliveira.

De fato a combinação é explosiva. Estudo do órgão de segurança no trânsito dos EUA estima que o uso de celular ao volante aumenta em 23 vezes o risco de acidentes. Lá é constante no noticiário casos de acidentes provocados pelo envio de mesagens (SMS) ou e-mails por celular. Os americanos chamam isso de "texting".

O filme, da QG Propaganda, simula o choque de um aparelho com o rosto da motorista. Para reproduzir o efeito, as cenas foram gravadas com câmera que roda 2.500 quadros (e não os tradicionais 24 quadros do cinema) por segundo.

18 de abr. de 2012

Jogo inusitado

O ataque das abelhas aconteceu na vitória por 2 a 0 do Fluminense de Feira de Santana sobre o Juazeirense. Assim que notaram o enxame, os jogadores deitaram no gramado e ficaram alguns minutos esticados no campo. Não houve nenhum registro de algo grave com jogadores ou torcedores em decorrência do ataque das abelhas.

Vencedor do prêmio Pulitzer disse que foto foi a mais difícil de fazer


Hossaini venceu na categoria de melhor imagem de notícia urgente ao registrar o choro de Taraneh Akbari
 "Foi talvez a foto mais difícil que já fiz". A afirmação é do fotógrafo afegão Massoud Hossaini, autor da imagem vencedora do prêmio Pulitzer, em entrevista à BBC. O fotógrafo da agência de notícias francesa France Presse (AFP) venceu a competição na categoria de melhor imagem de notícia urgente ao registrar o choro de Taraneh Akbari, depois de um ataque suicida em um templo lotado em Cabul, capital do Afeganistão.
Apesar do reconhecimento de seu trabalho, Hossaini disse à BBC que tenta não olhar novamente as fotos que fez em dia 6 de dezembro durante as cerimônias do feriado religioso de Ashura, em que registrou a reação da menina. "Desde então, tenho feito de tudo para não voltar (a olhar) aquelas fotos que tirei naquele dia. Todas as vezes que penso naquela garota assustada, vestida de verde, chamada Taraneh, sou dominado pelo medo de novo", afirmou o fotógrafo.
Taraneh atualmente tem 11 anos e contou que "quando consegui ficar de pé, vi que todos estavam em volta, no chão, muito ensanguentados. Eu fiquei muito, muito assustada". "Sei que, quem quer que veja esta foto, vai pensar no fotógrafo, mas espero que eles não se esqueçam da dor do povo afegão", disse Hossaini. O fotógrafo conta que no dia do evento, "estava tão perto da explosão que fiquei ferido. Meu braço esquerdo ficou ferido."
"Toda a minha concentração foi para tentar capturar o momento. Então eu vi um monte de roupas coloridas e uma menininha, que eu tinha visto antes da explosão. Ela estava gritando em meio ao medo e ao caos. Ela estava cercada de corpos ensanguentados da família dela e amigos", disse. Mais de 70 pessoas foram mortas na explosão, que coincidiu com o festival muçulmano xiita Ashura e foi o mais grave ataque suicida em Cabul em 2011.
Insurgentes
O comitê do Pulitzer disse que a imagem feita por Hossaini é "dolorosa". O Pulitzer começou a ser distribuído em 1917 e premia os melhores trabalhos de jornalismo e artes. A família de Hossaini deixou o Afeganistão ainda na década de 1980, durante a invasão soviética, e foi viver no Irã. O fotógrafo voltou ao seu país apenas em 2002, depois da derrubada do Talibã, onde começou a trabalhar em um centro cultural financiado pelo fotógrafo da National Geographic Reza Deghati.