Senhoras e senhores, com vocês, Silvio Santos e as marchinhas de Carnaval repaginadas para você cair na folia bem informado…(Kibeloco)
SINGULAR é uma revista virtual antenada com o que acontece por aí nos mais variados matizes. E editada pelo jornalista Eliézer Rodrigues.
17 de fev. de 2012
Carnaval - História- Botando o bloco na rua
Em 1972, o país foi sacudido com a marcha-rancho “Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua”, de Sérgio Sampaio. Um sucesso estrondoso e que marcou época. Todavia, o artista capixaba não entendeu aquele marco na sua carreira e pouco a pouco a sua carreira artística começou a estagnar. Porque um artista de evidente talento – melodista sensível, poeta inspirado, expressivo cantor, violonista competente – acabou por não alcançar, em seu tempo, a popularidade e o prestígio devidos. Morreu em maio de 1994, após sofrer terrivelmente com suas crises de pancreatite.
Liberdade de expressão
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| Jornalista Lúcio Flávio Pinto |
O jornalista Ricardo Kotscho está enviando está mensagem, como uma alerta pela liberdade de expressão:
Caros leitores e colegas jornalistas,
trabalhei durante muitos anos com um jornalista excepcional: Lúcio Flávio Pinto, um paraense de notável coragem, que dedicou toda sua vida pessoal e profissional a divulgar e defender a sua terra e a sua gente. É o maior especialista em Amazônia do jornalismo brasileiro.
Lúcio é, acima de tudo, um estudioso, um trabalhador incansável, que não se conforma com as injustiças e as bandalheiras de que são vítimas a floresta e o povo que nela habita. Por isso, foi perseguido a vida toda pelos que ameaçam a sobrevivência desta região transformando as riquezas naturais em fortunas privadas.
Agora quem está ameaçado é o próprio Lúcio Flávio, na sua luta solitária contra dezenas de processos movidos pelos poderosos na Justiça para impedi-lo de continuar denunciando os assassinos da floresta.
Quem sempre esteve ao seu lado foi Raul Martins Bastos, nosso chefe no “Estadão”, que me enviou na noite de segunda-feira a mensagem transcrita abaixo. É um libelo não só em defesa do grande jornalista, mas da nossa profissão permanentemente ameaçada nos tribunais.
Onde estão nesta hora as poderosas entidades patronais da mídia, como a ANJ e o Instituto Millenium, e seus arautos sempre tão preocupados na defesa da liberdade de imprensa e de expressão?
Lúcio está fora da grande imprensa há muitos anos, sobrevivendo com o seu “Jornal Pessoal”, um quinzenário que produz sozinho. Talvez por isso não mereça a atenção dos editorialistas dos jornalões e das entidades que costumam se manifestar nestas horas, como a OAB e a CNBB.
Cabe, portanto, a nós, jornalistas, sair em sua defesa como propõe o mestre Raul Bastos e sermos todos Lúcio Flávio nesta hora.
16 de fev. de 2012
Tomara que chova
Amanhã (sexta-feira) vai faltar água em Fortaleza, pois o abastecimento de água das cidades de Fortaleza, Caucaia, Maracanaú e Eusébio será suspenso, véspera do feriado de Carnaval, das 6h às 21h.
Nesta véspera de Carnaval, lembrei-me de um clássico do Carnaval brasileiro de 1951, na voz de Emilinha Borba , "Tomara que chova", que criticava a falta d'água, no Rio de Janeiro. A marchinha foi inserida no filme "Aviso aos Navegantes".
E por falar em água, tudo indica que no Carnaval cearense deste ano, vai cair um toró daqueles...
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