31 de dez. de 2011

A flor

A flor, que fotografei hoje pela manhã,  é a primeira do pé de Boa Noite que comecei a cultivar na varanda do meu ap. Feliz com o surgimento dela e inspirado na beleza das suas cores, desejo a  todos que passaram por aqui durante o ano que termina um 2012 muito legal.
Até amanhã,
Eliézer Rodrigues

30 de dez. de 2011

Pintinhos (vivos) como presente natalino

Causou o maior rebu nas chamadas redes sociais a ideia de uma agência de publicidade, radicada em Goiânia, enviar para seus clientes, como brinde de final de ano, pintinhos vivos, em caixa . O marketing despertou a ira de muitos que protestaram no twitter, considerando a ação como “agressiva”. O intuito da empresa em dar pintinhos como presente aos seus clientes foi uma “forma de pregar a valorização da vida". Já os que são contra a ideia questionam se foi pesquisado antes pra saber quantos podem  sobreviver. E também rechaçam o gesto de tratar seres vivos como presentes. O certo é que o “brinde natalino” provocou muitos protestos.

2011- Ano negro para Lampião

Lampião: imagem abalada
Para descendentes de Lampião o ano de 2011 não foi nada bom para o culto da imagem, como também para as pretensões financeiras dos herdeiros. O livro Lampião, o mata sete, de Pedro Mortais, sustenta que o cangaceiro era gay; os óculos do rei do cangaço foram roubados e um neto dele perdeu na justiça o direito de receber um milhão de reais pelo uso de fotos do bandido e de sua mulher.
O LIVRO
A publicação afirma que Lampião era homossexual  e que ele namorava com um homem, de nome Luís Pedro, que também se relacionava com Maria Bonita. A família (a filha Expedida e netos)conseguiu na justiça sergipana impedir, em novembro, o lançamento do livro.
OS ÓCULOS
No último dia 11, os óculos do cangaceiros, que faziam parte do acervo da Casa de Cultura de Serra Talhada, no sertão pernambucano, foram roubados. Em nota oficial enviada à imprensa, o presidente do museu, Tarcísio Rodrigues, informou que a peça foi furtada durante a visitação na noite do último domingo (11). A ação do(s) bandido(s) teria sido facilitada já que o local não conta com sistema de vigilância com câmeras ou guarda municipal.
DANOS MORAIS
A 1ª Câmara do Tribunal de Justiça do Ceará, sediada em Juazeiro do Norte, determinou, no último dia 23,que uma instituição financeira, sediada em São Paulo, não deve pagar indenização (1 milhão de reais) por danos morais para o comerciante F.F.S., neto de Virgulino Ferreira da Silva e de Maria Gomes de Oliveira, conhecida como Maria Bonita. Na questão, o comerciante alegava que o banco utilizou a imagem dos avós, sem a permissão da família, em peça publicitária. Na contestação, a empresa financeira sustentou que o direito à própria imagem é personalíssimo, não sendo transmitido, cabendo aos herdeiros concordar ou não com a divulgação da imagens do familiares mortes e não pedir reparação de bens.

29 de dez. de 2011

Fotopoesia de Manuel Álvarez Bravo

Falar da fotografia mexicana do século 20 é falar principalmente de Manuel Álvarez Bravo (1902-2002). Com uma obra que se estende por 70 anos, de 1920 a 1990, o artista desfruta de um prestígio raro entre os críticos da área: seu nome é tido como o que melhor captou o espírito de seu país.
 E esse status, que pode até soar como uma frase de efeito assim, à primeira vista, significa muito quando confrontadas a cultura mexicana – calcada nos exageros visuais e no colorido intenso – e as imagens de Bravo – econômicas no traço e tiradas em sua maioria em preto-e-branco.
 Tanto é que, para discorrer sobre o trabalho do ex-marido, Colette Álvarez Urbajtel escreveu no livro Fotopoesia, que o Instituto Moreira Salles acaba de lançar no Brasil: “(Bravo) Odiava o excesso, o pitoresco, o lugar-comum, a afetação, os clichês da beleza”. A publicação acompanha uma retrospectiva, na sede carioca da instituição, com mais de 200 cenas do fotógrafo mexicano.
 Bravo, que cresceu cercado de referências da linguagem – o pai era fotógrafo amador, e o avô, um pintor com muito interesse pela fotografia – é reconhecido ainda por incorporar as correntes estéticas modernas, em especial o surrealismo.
 Chegou a trabalhar no cinema com o diretor espanhol naturalizado mexicano Luis Buñuel e ganhou do escritor e poeta francês André Breton um dos comentários definitivos para alcançar o lugar que ocupa hoje: “Ele mostrou tudo o que é poético no México”.
(Fonte Revista Bravo!)
Serviço:
O Instituto Moreira Salles do Rio de Janeiro está realizando a exposição Manuel Álvarez Bravo: fotopoesia. A mostra traz 250 imagens do mexicano que está entre os grandes nomes da fotografia mundial. São obras de 1920 a 1950, trazidas ao Brasil com o apoio da associação dirigida pela viúva e pela filha do artista.
Ele retratou Frida

DVD do mês

Um sonho de amor, 2009 (Paris)

Milão, Itália. Mais de duas décadas atrás, Emma Recchi (Tilda Swinton) deixou a Rússia para seguir Tancredi (Pippo Delbono), que a pediu em casamento. Com o passar dos anos ela se torna mãe de três filhos, Edoardo (Flavio Parenti), Elisabetta (Alba Rohrwacher) e Gianluca (Mattia Zaccaro), e se acostuma à vida repleta de luxo mas com pouca paixão. Um dia, em meio à uma festa, ela conhece Antonio (Edoardo Gabbriellini), um cozinheiro que vai até a casa dos Recchi para entregar um bolo a Edoardo, a quem tinha acabado de vencer em uma competição. A partir de então Edoardo e Antonio se tornam bons amigos e alimentam o sonho de abrir um restaurante juntos. Emma tem contatos esporádicos com Antonio, a quem admira devido à sua dedicação à culinária. Até que, quando Emma visita a casa de Antonio na cidade de San Siro, eles iniciam um caso.
Vejam o trailer: