13 de nov. de 2010

Mystery Guitar Man


Joe Penna, do Mystery Guitar Man, participou do 4º Seminário de Mídia Online (MediaOn), na última quinta-feira, do debate mediado pelo apresentador Marcelo Tas.
Famoso do YouTube ele explicou como fazer sucesso no canal. Ele que mora há 12 anos nos Estados Unidos, vive com a renda de seus vídeos no YouTube. Conhecido como Mystery Guitar Man, Joe usa técnicas musicais e tecnológicas incomuns para atrair seu público. Os vídeos do brasileiro já foram assistidos mais de 85 milhões de vezes e Penna está entre os 15 usuários do YouTube com mais inscritos em seu canal. O conteúdo também já foi veiculado na CNN, Globo e em programas da Alemanha, Holanda e Áustria.

Charge: Benett
Perigo na curva (III)

O sono, quase celestial, do meu amigo, professor Eisenhower (emérito contador de causos) foi quebrado, mais uma vez, na madrugada deste sábado, por um forte barulho, provocado pela colisão de um veículo contra os blocos de cimento, na rua Andrade Furtado. Diante de tal desassossego, o professor  ligou para a redação deste blog, comunicando  o sinistro. Nossa equipe de reportagem (no caso eu) esteve no local  e documentou mais um acidente registrado (vejam o vídeo abaixo)  naquele rua (curva na entrada da Cidade 2.000).Quero relembrar às leitoras e aos leitores deste blog que já comunicamos à Secretaria Executiva Regional (SER) II, órgão municipal responsável pelo bairro, cobrando providências.

12 de nov. de 2010

"A cigana leu o meu destino"... que rolo

Tem músicas que marcam a vida do sujeito, por conta de mis razões. A composição de João Sérgio, O Amanhã, interpretada magistralmente por Simone, está no rol das minhas preferidas. E os primeiros versos: A cigana leu o meu destino/ Eu sonhei!/ Bola de cristal/ Jogo de búzios, cartomante/ E eu sempre perguntei /O que será o amanhã?,sempre me fascinaram. Por conta, especialmente da figura da cigana, personagem presente em minhas fantasias, por conta da vida liberta dos ciganos e também por aquele fascínio em querer desvendar os mistérios encolhidos nos escaninhos da vida.
 Mas, minhas caras e caros internautas, todo esse leriado é para começar a dizer pra vocês, que ontem, eu paguei um mico monumental, ao ter o meu destino desfolheado  por uma cigana, em plena praça José de Alencar. A  situação foi cômica e ao mesmo tempo vexatória.
O negócio é o seguinte:
Ultimamente, quando passo pela José de Alencar, encontro postadas, na calçada do Theatro José de Alencar, três ciganas, oferecendo aos passantes, seus préstimos de antecipar acontecimentos futuros e esclarecer fatos, por meio da leitura de mão.
Como eu queria saber sobre a vida delas, certamente para contar aqui para você que visitam este blog, aceitei o convite de uma delas para “desvendar” coisas da minha vidinha.Primeiro, estirei a mão direita (detalhe: por determinação dela ficamos de costas para a praça).Logo em seguida, a pitonisa começou a passar o dedo polegar sobre a minha, já espalmada. E foi logo enchendo a minha bola, dizendo (ela falava muito rápido) que eu iria viver, ainda, muitos e muitos anos. E encheu mais ainda, quase estoura o balão, quando assegurou  que uma mulher muito bonita e muito rica queria se casar comigo, brevemente. Outro detalhe: a afirmação veio logo depois que eu respondi que era divorciado. A sessão a céu aberto foi aquele trololó de conjecturas: pessoas doentes na família,  perseguição no trabalho, um desejo muito bom iria  acontecer em breve...e blá, blá, blá. E o povo passando e olhando, de soslaio, aquela dupla de costas para a praça e longe do mundo real.
Tudo estava muito bem até quando ela ia concluir o “trabalho”, afirmando que “qualquer ajuda era abençoada”. Meti a mão no bolso e puxei duas cédulas: uma de dez reais e a outra de cinquenta. Dei pra ela a primeira. De repente, numa rapidez impressionante, que quase não notei, ela arrancou da minha mão outra cédula. A de cinquenta, juntando à outra, e fechando, com força, a mão depositária. E continua a rezar, rezar. Nessa altura, sentindo que estava caindo numa armação esqueci por completo o futuro brilhante, a riqueza e a mulher gostosa desenhadas na mão direita. Caí na real. Ela notou a minha preocupação em reaver o dinheiro, e mudou o discurso: não falava mais em previsões, só afirmava que não queria me roubar, mas com a mão fechadinha, fechadinha. Finalmente, consegui abrir os dedos dela e resgatar o meu dinheiro. E fui embora,  pensando no que dizem alguns estudiosos que cigano, também  gosta de meter a mão no que é alheio.
Desculpem caríssimos internautas: a matéria, não fiz.
Mas consegui registrar, na minha maquininha fotográfica, a cara aborrecida da tal cigana (de vestido azul) aquela que queria afanar o meu cinquentinha, momentos atrás.