23 de abr. de 2010

DEU NO COMUNIQUE-SE

Jornalista do Ceará é multada
por propaganda eleitoral antecipada

A jornalista Regina Lúcia Meyer Marshall e a editora Verdes Mares, responsável pelo jornal Diário do Nordeste, foram condenados a pagarem multa por prática de propaganda eleitoral antecipada. A decisão é do Tribunal Regional do Ceará, que aceitou denúncia do Ministério Público Estadual.

O motivo da condenação é um texto publicado na coluna “Circulando”, publicado no dia 24/03, no qual a colunista cita uma pesquisa ainda não divulgada e afirma que o pré-candidato ao Senado Tasso Jereissati (PSDB) está à frente dos outros concorrentes.

“Haja suor! Em pesquisa ainda não divulgada, Tasso Jereissati aparece muito na frente como candidato ao Senado. Pelo que está nas pesquisas, Pimentel e Eunício vão ter que trabalhar muito para conseguir a eleição", escreveu a colunista.

Para o juiz João Luiz Nogueira Matias, a nota possui “comentários extremamente favoráveis a um dos candidatos”.

“Tal conduta, em minha convicção, caracteriza antecipação de propaganda eleitoral, nos moldes do que vem decidindo o Tribunal Superior Eleitoral, que caracteriza como propaganda antecipada a conduta que ‘levar ao conhecimento geral, ainda que de forma dissimulada, a conduta, a ação política ou as razões que levam a inferir que o beneficiário seja o mais apto para a função pública’”.


Livro bombástico sobre

Freddie Mercury

Ele era uma explosão no palco, arrebatando multidões, num frenesi de um verdadeiro gigante capaz de dominar um estádio lotado. Na vida particular, Freddie Mercury vivia outra explosão: a do sexo. No ano que vem, vão ser lembrados os 20 anos da morte do artista do Queen, que morreu vítima de Aids. E as “comemorações” já começam a acontecer: o jornalista e escritor francês Selim Rauer acaba de lançar um livro bombástico sobre a intimidade do cantor.

Jim Hutton, que foi amante de Mercury por quase dez anos e esteve com ele até os últimos dias, escreveu há algum tempo uma obra bem detalhada sobre a vida do artista. O livro do francês vai mais longe e detalha a vida desregrada de Mercury. Segundo o autor, ele tinha um amante a cada dia e sexo e drogas eram os combustíveis.

Rauer fala, por exemplo, da passagem do artista, no Rio de Janeiro, em 1985, quando veio tocar no Rock in Rio. Hospedado no Copacabana Palace, ele escolhia garotos bonitos, a dedo, para as suas orgias.

Em entrevista à revista Rolling Stone, o autor do livro disse que Mercury era um hedonista ao extremo. Mas não era um exibicionista sexual. Ele podia viver no excesso dentro de quatro paredes, mas não queria chocar as pessoas. “Ele era um homem, que acima de tudo guardava com ferocidade sua vida pessoal e a das pessoas que conviviam com ele. Tanto que muitos detalhes íntimos só vieram à tona agora, muitos anos depois de sua morte”.

Vejam, no vídeo abaixo, uma entrevista “antológica”, na qual ele tirou o maior sarro da jornalista Glória Maria, em 1985, durante o Rock in Rio:



Aquela soneca

No último domingo, dia 18, o Papa Bento XVI foi flagrado, em Malta, na Europa, tirando aquela soneca...e parece que sono da santidade estava pesado, pois foi preciso uma leve cutucada de seu assessor.



22 de abr. de 2010

Noite histórica na MPB

O ano de 1967 mudou a história da Música Popular Brasileira. Naquela data aconteceu o III Festival da Música Popular (TV Record) e reuniu Chico Buarque de Holanda, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Os Mutantes, Roberto Carlos, Sérgio Ricardo e outros artistas que moldariam a música brasileira nos anos seguintes. É esse ponto importante que o documentário Uma Noite em 67 pretende esmiuçar.

Ovos raspando os narizes do júri, artistas surtando, público enlouquecido, improviso da equipe técnica, tentando fazer o melhor possível. E muitas vaias...Algo de novo estava acontecendo ali.

O filme, dirigido por Ricardo Calil e Renato Terra, vai estrear ainda neste mês, no Festival É tudo Verdade, em São Paulo. Após o Festival, o filme deve estrear no circuito nacional.

Enquanto o filme não vem, vamos ver o trailer: