29 de jan. de 2012

Relembrando Carla Perez

O deputado Túlio Isac (PSDB) deu uma deCarla  Perez quando certa vez disse que "I" de escola e "E" de isqueiro, durante uma sessão na câmara de Goiás. Querendo ser irônico com manifestantes afirmou que uma das faixas a palavra Exigimos estava escrita cerrada por tinha "G"...
Vejam:

Dilma e os cubanos

Amanhã, segunda-feira, a presidente Dilma Roussef, estará em Cuba,, em visita oficial, e poderá ser um passo importante para o Brasil marcar posição diante da ditadura cubana, principalmente, por não cumprir leis universais dos direitos humanos e da liberdade de expressão. Dilma tem chance de fazer o que Lula não fez, quando esteve na ilha como presidente, virando as costas para temas de direitos humanos. Em Cuba, Lula recebeu uma carta aberta da blogueira  Yoani Sanchez, pedindo que sensibilizasse os irmão Castro, Fidel e Raul. Nada fez. Aliás, fez pior, ao "lamentar" a morte do dissidente Orlando Zapata Tamoyo, debilitado, após 85 dias sem comer, Lula comparou presos políticos cubanos a prisioneiros comuns no Brasil.
Agora é a vez de Dilma mostrar que com ela a coisa é diferente. E já começou. Por exemplo, com relação a blogueira Yoani, o governo brasileiro já concedeu visto de entrada à blogueira, impedida de sair de Cuba desde 2004. Há expectativa de que Havana faça sua parte e autoriza a saída dela   para vir ao Brasil para assistir ao documentário Conexão Cuba - Honduras, do cineasta baianoDado Galvão. É aguardar.
Confiram o trailer do filme :

CINE SINGLAR - O curta do dia

O Gigante do Papelão
Sinopse
O documentário que conta a história da arte do artista plástico Sergio Cezar e seu poder de transformação. Sergio, também conhecido como o Arquiteto do Papelão, usa materiais descartados e lixo, para recriar casas, favelas e cidades inteiras.
 Gênero Documentário
Diretor a Barbara Tavares
Ano 2010
Local de Produção: RJ
  Ficha Técnica
Produção Barbara Tavares e Life as Cinema Co-produção Lobo Filmes Fotografia Rodrigo Rueda Terrazas Roteiro Barbara Tavares, Luana Lobo Edição Frandu Almeida e Rodrigo Rueda Terrazas Direção de produção Luana Lobo Produção Executiva Barbara Tavares Fotografia still Sheila Emoingt Pós-produção Groovy Filmes Microfonista Washington Carvalho e Francisco Tavares Música Selva Social e Santo Imprevisto Trilha Sonora Fala Brasil Entrevistados Sergio Cezar e Robson de Sousa Coordenador de produção Washington Carvalho Coordenação de Trilha Sonora Rebeca Dacoll

Bombou na web nesta semana

Barata no tênis
A coragem de uma jovem assistente de quadra mereceu aplausos no campeonato de tênis Australian Open. O tenista alemão Cedrik-Marcel Stebe apontou uma barata no piso e pediu providências. Ela correu, cercou o inseto e pegou-o com a mão, apesar do nojo natural.


Meu primeiro hardcore
Juliet tem apenas 8 anos e ama seus peixinhos e seu cachorro. Fez uma letra de música fofa a respeito, mas se encheu de atitude e criou um rock pesado para ela, com a ajuda de um amigo da família. Não faltam roqueiros e roqueiras nas redes sociais querendo adotar a menina.


Violonista e o toque de celular
Lukáš Kmiť, um violinista, fazia sua apresentação numa igreja ortodoxa da Eslováquia quando foi interrompido por um celular tocando na plateia. Teria tudo para se irritar, mas não. Com bom humor, começou a reproduzir no violino a musiquinha irritante do aparelho.


Obama canta Al Green
O presidente americano, Barack Obama, surpreendeu o público quando, durante um evento para arrecadar doações de campanha, cantou o verso inicial de “Let’s stay together”, sucesso de Al Green. Resultado: o homem mais poderoso do mundo sabe cantar.

Fonte:revista Época

FÁBULAS FABULOSAS: O GATO E A BARATA

A baratinha velha subiu pelo pé do copo quase cheio de vinho, que tinha sido largado a um canto da cozinha, desceu pela parte de dentro e começou a lambiscar o vinho. Dada a pequena distância, que nas baratas vai da boca ao cérebro, o álcool lhe subiu logo a este. Bêbada, a baratinha caiu dentro do copo. Debateu-se, bebeu mais vinho, ficou mais tonta, debateu-se mais, bebeu mais, tonteou mais e já quase morria quando deparou com o carão do gato doméstico que sorria de sua aflição, no alto do copo.
− Gatinho, meu gatinho – pediu ela –, me salva, me salva.
 Me salva que assim que eu sair eu deixo você me engolir inteirinha, como você gosta. Me salva.
− Você deixa mesmo eu engolir você? – disse o gato.
− Me saaalva! – implorou a baratinha. – Eu prometo.
 O gato virou o copo com uma patada, o líquido escorreu e com ele a baratinha que, assim que se viu no chão, saiu correndo para o buraco mais perto, onde caiu na gargalhada.
− Que é isso? – perguntou o gato. – Você não vai sair daí e cumprir sua promessa? Você disse que deixava eu comer você inteira.
− Ah, ah, ah! – ria então a barata, sem poder se conter. – E você é tão imbecil a ponto de acreditar na promessa de uma barata velha e bêbada?
 Moral: Às vezes a auto depreciação nos livra do pelotão. (Millor Fernandes)