Olha. A começar: não são todos os vallets que são assim. Mas uma reportagem feita pela revista ÉPOCA São Paulo do mês de novembro mostra um cenário preocupante. Quando você entrega o carro a um manobrista (o que é algo muito comum aqui em São Paulo, pois há muito mais carros do que vagas), tudo pode acontecer.
São dois vídeos que mostram as imagens captadas por uma câmera escondida colocada dentro do automóvel. Os vídeos já somam mais de 300 mil exibições. Bom, não vou fazer qualquer comentário. É melhor ver mesmo…Bruno Ferrari
O lendário estúdio cinematográfico Metro-Goldwyn-Mayer pediu concordata, na semana passada, seguindo um plano que colocará um dos mais tradicionais ícones de Hollywood sob controle de seus principais credores. O pedido segue as regras do Capítulo 11 da Lei de Falências americana e só foi possível graças à decisão dos credores em apoiar uma recuperação da empresa sob a batuta dos executivos Gary Barber e Roger Birnbaum, da produtora Spyglass Entertainment.
A Metro concordou também com as condições propostas por Carl Icahn, um dos principais detentores de sua dívida, para conquistar o apoio do bilionário ao plano de reestruturação. Antes, Icahn preferia uma proposta rival, que previa a fusão da MGM com outro estúdio, o Lions Gate - empresa independente que obteve sucesso com filmes de prestígio, como Preciosa, e boas bilheterias comerciais, como a série de horror Jogos Mortais.
A concordata da MGM permitirá que credores como o Credit Suisse e o JP Morgan troquem mais de US$ 4 bilhões da dívida da MGM pela maior parte da participação patrimonial numa empresa reorganizada.
Desde 2005, quando a empresa foi comprada por um grupo de fundos de private equity e pela rival Sony por US$ 2,85 bilhões, a situação financeira da MGM foi se deteriorando. A empresa também é dona da marca United Artists, sob a qual são produzidas os filmes do agente 007.
Nos últimos cinco anos, o estúdio tentou se reinventar de várias formas: buscou ressuscitar velhas franquias, como A Pantera Cor-de-Rosa, distribuiu filmes de orçamento médio em parceria com a The Weinstein Co. e promoveu refilmagens de sucessos antigos, como Fama. Entretanto, apenas a aposta nos filmes de James Bond, com Daniel Craig no papel central, revelou-se lucrativa. Neste ano, o único filme lançado pela MGM nos EUA foi a comédia A Ressaca, com John Cusack, que teve performance razoável, arrecadando US$ 50 milhões para um custo de US$ 36 milhões.
Ao apostar na dupla de produtores, Carl Icahn acabou processado pela Lions Gate, sob a alegação de que ele teria interferido na tentativa do estúdio em promover uma fusão com a MGM. Ao optar pelos donos da Spyglass, Icahn exigiu também uma série de mudanças corporativas na Metro. / AGÊNCIAS INTERNACIONAIS
Catálogo da MGM resume o cinema
Fundado em 1924 e conhecido pelo rugido do leão em seu logotipo, a MGM é conhecida pela franquia do agente James Bond - produzida sob o selo United Artists - e também por clássicos da era de ouro de Hollywood, como O Mágico de Oz,...E o Vento Levou, Cantando na Chuva e Ben-Hur.
Graças a aquisições feitas ao longo de sua história, a MGM também é proprietária de todo o catálogo da United Artists e da Orion, que inclui mais de uma dezena de filmes de Woody Allen - incluindo o vencedor do Oscar Noivo Neurótico, Noiva Nervosa e clássicos como Hannah e Suas Irmãs -, além de produções populares da década de 70, como Rocky e Rede de Intrigas. A partir dos anos 80, a fonte de sucessos começou a secar, resumindo-se à série Poltergeist e a acertos esporádicos como Feitiço da Lua (1987), Thelma & Louise (1991), O Nome do Jogo (1995) e Hannibal (2002). Nas últimas décadas, o número de fracassos foi muito maior que o de êxitos, e incluiu "clássicos" trash, como Showgirls (1995), considerado um dos piores filmes de todos os tempos.
(Fonte: O Estado de São Paulo)
Perigo na Curva
Este blog, de quando em vez, focaliza vivências, personagens, acontecimentos relativos à cidade etc. Esse viés de cidadania, às vezes de denúncia, já obteve resultados positivos, como a campanha que fiz aqui (liguei para todos os chamados órgãos competentes da Prefeitura de Fortaleza) para a retirada de uma carcaça de carro que há anos estava abandonada na Av. Santos Dumont.
A partir de hoje, começo uma nova empreitada: denunciar e cobrar das autoridades a solução do problema de trânsito, na entrada da Cidade 2.000. Fui lá, munido com a minha filmadora Sony (observação técnica: esse é o meu primeiro trabalho como cinegrafista) e registrei o caos. E pedi ao meu amigo poeta e emérito contador de causos ,Eisenhower Braga, que desse um depoimento presencial. Algo assim comparado ao slogan do antigo Repórter Esso – “Testemunha Ocular da História”. Já que o cidadão mora no edifício defronte ao trecho turbulento, e quase todas as madrugadas tem o sono, quase celestial, interrompido bruscamente por batidas de carros alvoroçados.
O trecho carece de sinalização de chão e, à noite, a visibilidade dos blocos é sensivelmente prejudicada pela iluminação precária
Alteração de sentido de fluxo de veículos em frente à Cidade 2000 gera problemas
Vejamos, pois, o relato de Eisenhower:
“ Éramos felizes e não sabíamos.
A rua Andrade Furtado, no trecho defronte à entrada da Cidade 2000, tem se transformado em um inferno. É que a alteração no sentido do fluxo de veículos, que remonta à transferência do Fortal, da beira-mar para às proximidades deste conjunto habitacional, não obstantemente correta, tem tirado o sono e a paz dos que ali habitam.
Referida modificação, que a transformou em mão única no sentido oeste-leste, é orientada por uma barreira de blocos de concreto - estilo gelo baiano - que impõe, aos motoristas, um desvio, em "S", à direita. O problema é que, dado que pronunciado, o tal carece de sinalização de chão e, à noite, a visibilidade dos blocos é sensivelmente prejudicada pela iluminação de um poste localizado após a barreira. Como resultado, são inúmeros e frequentes os acidentes - felizmente, ainda sem registro de mortes - e, absolutamente, perturbador, pelo barulho provocado pelas freadas bruscas e pelo choque dos veículos contra os blocos.
Considerando já ter sido motivo de várias matérias jornalísticas, incluída cobertura por canal de televisão, não tem recebido a devida atenção das autoridades e órgão responsável que, pelo tempo de instalada e longe de, apenas, insensibilidade, beira à irresponsabilidade".
Ontem, relembrei aqui a partida entre o Vozão e o Grêmio, em 1994, quando o time cearense foi roubado no Estádio Olímpico na decisão da Copa do Brasil. O jogo terminou de
1 X 0 para o time gaúcho que se consagrou campeão brasileiro, contando com a ajuda do juiz, que deixou de marcar um pênalti a favor do Ceará, porque o resultado daria o título ao Vozão. Ontem, foi de lascar: as duas equipes se enfrentaram lá em Porto Alegre com uma chocolatada do Grêmio sobre o Ceará Sporting, 5x1.
Vejam os gols da rodada, de ontem da série A do Brasileirão, inclusive a surra que o Vozão levou.