SINGULAR é uma revista virtual antenada com o que acontece por aí nos mais variados matizes. E editada pelo jornalista Eliézer Rodrigues.
30 de ago. de 2010

De olhos abertos, um guerrilheiro abatido, morto, na selva da Bolívia. Foi a foto de Che Guevara exibida na edição do dia 11 de outubro de 1967

"Fechou os olhos D.Pedro 2", assim começava a notícia sobre o morte do último imperador do "Brazil", no dia 6 de dezembro de 1891, 8 meses após a criação do jornal

A capa do AI-5, de dezembro de 1969, trazia a seguinte previsão: "Tempo negro. Temperatura sufocante. O ar está irrespirável. O país está sendo varrido por fortes ventos"

A conquista do Tri, no México, em junho de 1970
Símbolo da imprensa, JB chega às
bancas pela última vez nesta terça
Nesta terça-feira, 31 de agosto, um dos maiores símbolos históricos da imprensa nacional, o Jornal do Brasil, terá a última edição em seu formato tradicional, o papel. A partir de 1º de setembro, o JB vai poder ser lido exclusivamente em sua versão digital, pela internet. sta terça-feira, 31 de agosto, um dos maiores símbolos históricos da imprensa nacional, o Jornal do Brasil, terá a última edição em seu formato tradicional, o papel.
A última edição não deve ser especial, porque o jornal não quer dar a idéia de término, apenas de mudança e renovação. O jb.com.br, que se apresenta como “O primeiro jornal brasileiro na internet”, será a continuação virtual do produto jornalístico do grupo.
Erro de filmagem
O filme Perfume de Mulher é esplêndido com show de interpretação de Al Pacino, no papel do tenente-coronel Frank Slade, um cego que viaja para Nova York acompanhado pelo jovem Charlie Simms (Chris O’Donnell), com quem resolve ter um final de semana inesquecível. Só um detalhe: na cena da dança do tango foi cometido um erro de filmagem. A companheira de Frank está com um brinco bem grande, e quando os dois rodopiam e viram, ela já está sem o brinco (de 1:37 a 1:41 minutos). Na cena seguinte o brinco reaparece.
Após mudança na lei eleitoral,
CQC vai reeditar cobertura
DE SÃO PAULO
Com a queda do artigo 45 da lei eleitoral, que até então proibia trucagens e sátiras a candidatos na TV, o CQC"vai "rever" sua cobertura das eleições.
A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Audrey Furlaneto e publicada na Folha desta segunda-feira (30). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
Leia-se: tudo o que estava proibido será visto no programa que vai ao ar hoje, às 22h20, na Band.
Recursos de arte e pós-produção sobre as imagens dos candidatos -como um nariz de palhaço aplicado sobre o rosto de um político, por exemplo- serão usados numa espécie de retrospectiva do que foi feito até agora.
A liminar que derruba o artigo 45, concedida após ação ajuizada pela Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV), libera os humoristas para sátiras explícitas que haviam sumido dos programas.
O humorístico Casseta & Planeta, que vai ao ar na Globo, por exemplo, optou por fazer ficção, criando personagens-candidatos.
"O Brasil não merece entrar no século 21 com palhaços sendo tratados com seriedade e truculência e políticos fazendo piada no horário eleitoral", disse Marcelo Tas, apresentador do "CQC", à coluna.
"A sensatez do ministro Ayres [Brito, que concedeu a liminar] me emocionou talvez por ser o bom senso algo raro como os meus cabelos na história do Brasil", completou Tas.
