23 de ago. de 2010

Mais perto de Jesus via skate

Sabem como o padre católico da Hungria, Zoltan Lendvai, de 45 anos, quer levar os fiés para mais perto de Jesus? O método é peculiar: suas pregações são realizadas num skate, enquanto fala com as pessoas, em Redics, cidade húngara, na fronteira com a Eslovênia. Segundo a agência de notícias Reuters, Lendvai aprendeu a andar de skate aos 14 anos, na escola. “É desta maneira que poderei levar muitas pessoas para mais perto de Jesus”, disse. Ele afirma que gente que nunca havia pisado numa igreja começou a frequentar as pregações regularmente depois que ele mostrou os truques sobre rodinhas. E ele virou sucesso no Youtube, já que vídeo já ultrapassou 1,2 milhão de visualizações.


Humoristas unidos contra a censura

Rio de Janeiro - Cerca de 500 pessoas participaram, ontem, da passeata Humor sem Censura, organizada pelo grupo de humoristas "Comédia em Pé", na orla de Copacabana, do Rio de Janeiro, segundo dados da Guarda Municipal.


A manifestação contra uma norma do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que proíbe a veiculação, por rádio ou TV, de entrevistas ou montagens que "degradem ou ridicularizem" candidatos também contou com a presença de diversos humoristas famosos.

Fábio Porchat, do "Comédia em Pé", Danilo Gentili, do "CQC", e Sabrina Sato, do "Pânico na TV", foram os primeiros a chegar. Marcelo Madureira, do "Casseta e Planeta" também esteve na caminhada. Ele usou uma camiseta na qual se lia a frase "Eu ainda não estou morto", em inglês.

Manifestantes fantasiados se uniram aos humoristas e caminharam em direção ao Posto 6, no final da Praia de Copacabana. Porchat disse que o objetivo foi mostrar que o veto a referências a candidatos em programas humorísticos "é um prejuízo para a população, não só por fazer as pessoas pararem de rir, mas também por criar alienação".

"Rubinho, Rubinho", berrava Porchat ao megafone, acompanhado pela multidão, chamando pelos atrasados. Outros manifestantes, com cartazes em punho, gritavam a plenos pulmões: "Um, dois, três, quatro, cinco, mil, queremos liberdade para os humoristas do Brasil!".

"A censura é uma ameaça à democracia. Veja o exemplo da Venezuela", disse Gentili, referindo-se a decisão de um tribunal do país de proibir a publicação de fotografias que mostrem cenas de violência. Foram coletadas assinaturas para um abaixoassinado pedindo a revisão da determinação.

"Essa lei não deveria nem existir", acrescentou o humorista. "Os políticos abriram a ´porta dos desesperados´ errada, e agora os humoristas saíram atrás deles", brincou Sérgio Malandro, referindo-se a quadro de um de seus antigos programas. "Os humoristas não vieram aqui fazer piadas, mas sim para lutar por elas", concluiu o ator Lúcio Mauro Filho.

Determinação

Segundo a norma, a emissora que ridicularizar candidatos pode ser multada pela Justiça em até R$ 106.410, valor que dobra em caso de reincidência.

A norma, que consta da lei 9.504/97 e foi regulamentada por resolução do TSE, vale desde 1º de julho até o fim do período eleitoral.

22 de ago. de 2010





Fotos da II Guerra na atualidade


O fotógrafo russo Sergey Larenkov escolheu algumas fotos da II Guerra Mundial e tirou fotos dos mesmos lugares onde elas foram feitas e fundiu os registros fotográficos realizados em Berlim, Praga, Viena, Lenigrado e outras cidades européias. A montagem ficou interessantíssima.

Diretor de beijo gay eleitoral
diz que não queria chocar



Deu no IG


Alvo de críticas de diversas lideranças religiosas e de políticos conservadores, o diretor do programa do PSOL (Partido Socialismo e Liberdade), que exibiu um beijo gay entre dois jovens durante o horário eleitoral, afirma que não teve a intenção de causar polêmica ou escandalizar as famílias brasileiras com o filme. Arquiteto e diretor de peças publicitárias do PSOL desde 2008, Pedro Ekman diz que se surpreendeu com o tamanho da polêmica causada pelo filme, mesmo avaliando que a peça geraria reações.
“Apesar da política ainda ser conservadora, nós temos a maior Parada Gay do mundo e já deveríamos estar acostumado com essas cenas”, diz o diretor. “Qualquer um que anda pelas ruas da cidade ou vê telejornal já se deparou com dois homens de mãos dadas ou trocando um beijo”, completa.

Polêmica
O programa eleitoral do PSOL que exibiu o beijo gay entre dois jovens foi, de longe, o assunto mais comentado nessa primeira semana eleitoral em São Paulo. Apesar do beijo ter menos de cinco segundos, foi suficiente para escandalizar várias pessoas. Conforme o iG já adiantou, a primeira manifestação pública contrária ao filme veio do relator do conselho político da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, Lelis Washington Marinhos. Ele defende que o Ministério Público e os partidos adversários entrem com ação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP), proibindo novas veiculações do programa e punindo o PSOL. O evangélico chama a peça de “deplorável” e “grande provocação à sociedade brasileira”.
No meio político, por exemplo, o candidato à Presidência da República José Maria Eymael, do Partido Social Democrata Cristão (PSDC), chamou a atitude do PSOL de escandalosa. “Foi um mal momento do PSOL. Embora nós respeitemos a opção sexual de cada um, não podemos aceitar uma atitude que fere os valores da família brasileira. O horário político deve ser utilizado para apresentar propostas, não com atitudes que possam constranger a maior parte das famílias”, afirmou.
Por conta da polêmica, a direção da campanha de Paulo Búfalo ainda avalia se produzirá novos programas na mesma linha. O diretor de programas do PSOL diz que, por hora, avalia-se apenas a possibilidade de repetir o filme em algum momento da campanha na tv, que está apenas começando e vai até 30 de setembro.





A cena gay exibida no programa do PSOL recebeu críticas até do responsável pelo primeiro beijo entre homens da TV brasileira

Muito se falou durante toda a semana sobre o beijo gay do PSOL ter sido o primeiro da televisão brasileira, em virtude das novelas da TV Globo, que insistem em não exibir demostrações de carinho entre pessoas do mesmo sexo, mesmo abordando exaustivamente o tema em suas telenovelas. Porém, vasculhando os livros da história da televisão, o iG encontrou menções de que a novela “Calúnia”, dirigida por Walter Foster na TV Tupi em 1951, foi a primeira a exibir um beijo lésbico entre as atrizes Vida Alves e Geórgia Gomide.

Apesar disso, não há registro público disponível sobre esse primeiro beijo gay da tv. O primeiro registro é da minissérie “Mãe de Santo”, exibida pela TV Manchete em 1990. Substituta da nova novela “Pantanal”, a minissérie mostrou timidamente o primeiro beijo gay entre dois homens no horário nobre. Por conta da baixa audiência, a minissérie durou menos de um mês no ar e a cena entre os personagens Lúcio e Rafael não causou grande repercussão na mídia.

O iG procurou o diretor da trama na época, Henrique Martins, que não se lembrava do episódio ter sido o primeiro beijo gay na TV. Com 76 anos, ele nem se lembrava da cena rodada na Bahia. Quando descrevemos como foi a cena, Martins disse que tinha apenas uma vaga lembrança, mas não se recordava da repercussão do assunto na época. “A internet não existia ainda e o Brasil estava preocupado com outros assuntos”, disse ele.

Perguntado sobre o que achava da cena exibida no horário eleitoral, o diretor de “Mãe de Santo” disse que era totalmente desnecessária. “Acho uma apelação gratuita. Isso leva tempo até a sociedade se acostumar. Tem que ir devagarzinho, em passos lentos. Antigamente não tinha passeata gay, hoje tem. É uma coisa que vai se conquistando degrau por degrau, sem chocar ou escandalizar”, avalia Henrique Martins, que também é ator e interpretou recentemente o senador Érico na novela “Ribeirão do Tempo”, atualmente no ar pela TV Record.

Diretor de grandes produções como “Sangue do Meu Sangue” (SBT, 1995) , “Os ossos do Barão” (SBT, 1997), “As pupilas do senhor reitor” (SBT, 1994), “Éramos seis” (SBT, 1994), “Cidadão Brasileiro” (Record, 2006) e “Revelação” (SBT, 2009), Henrique Martins lamenta que ainda existam restrições nas novelas em relação ao beijo gay: “A censura interna nas diretorias das emissoras ainda impedem que coisas como essa aconteçam”, desabafa. “Tenho esperanças de ainda ver esse resquício de censura liberada antes de eu morrer”, brinca o diretor, cujo nome de batismo é Hanez Schlesinger.


Time colombiano promete

bafômetro para controlar

excessos de atletas

O técnico Diego Umaña, do colombiano Atlético Júnior, afirmou que utilizará um bafômetro para controlar eventuais excessos de atletas da equipe, informa neste sábado o site do jornal espanhol Marca. Isso porque o treinador viu um vídeo gravado por telefone celular, difundido nos meios de comunicação locais, em que aparecem o atacante Carlos Bacca e o lateral Hayder Palacio em aparente estado de embriaguez, durante festa em Barranquilla.

Umaña afirmou que jogadores de futebol devem respeitar as cores do clube que defendem. Segundo o Marca, o técnico também disse que usará o bafômetro para que este tipo de "espetáculo" não se repita.

De acordo com as informações divulgadas, o comandante do Atlético Júnior também teria entrado em contato com jornalistas locais para saber se outros atletas do time participaram da festa na cidade colombiana. Segundo o veículo, embora não seja visto na gravação, outro jogador do clube, Ramón Torres, também estava no lugar com sua mulher.

Comentário meu: se a moda pega por aqui, os clubes vão flagrar muitos baladeiros.




Vejam que papelão fez o árbitro da Fifa, Sergey Shmolik, que chegou a apitar todo primeiro tempo entre FC Naftan e FC Vitebsk (times da Bielorrúsia) sem que ninguém tivesse percebido seu estado etílico, mas quando voltou do intervalo para o segundo tempo, todos começaram a perceber algo estranho no árbitro, o elemento estava altamente embriagado.