6 de jun. de 2010

Copa do Mundo

Um dos mais belos gols

Foi na Copa do México, em 1986, quando Maradona fez um gol inesquecível contra a Inglaterra: o baixinho argentino driblou toda a defesa, a partir do meio de campo.



Copa do Mundo

A mais bela defesa

Gordon Banks é considerado um dos maiores goleiros do mundo em todos os tempos. Defendeu o English Team por 73 vezes entre 1963 e 1972. O mais célebre momento de sua carreira foi na Copa de 19, defendendo uma cabeçada de Pelé.

Só que muitos anos depois, ele se arrependeu de ter praticado tão bela defesa. No depoimento, ele fala com arrependimento sobre sua importante defesa no jogo que terminou com vitória brasileira por 1 a 0. "Naquele dia eu consegui parar o maior jogador de todos os tempos. Muitas pessoas se orgulham daquela defesa. Se eu soubesse que aquele gol seria tão importante hoje, não teria defendido aquela bola. Desculpe, Pelé. Desculpe...".

O arrependimento de Banks refere-se à iniciativa do Pelé em ajudar o hospital Pequeno Príncipe, através do programa de responsabilidade social, chamado Gols Pela Vida. Após o depoimento do goleiro, o locutor explica que os gols de Pelé agora ajudam a salvar vidas. Que cada gol do Rei do Futebol - no total 1283 - virou uma medalha numerada e que a renda da campanha será toda revertida para pesquisas médicas do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, sediado em Curitiba - PR.

As imagens, dirigidas pelo brasileiro Felipe Figueiredo, da produtora Cine, mostram Gordon Banks, na cidade de Stoke-on-Trent, na Inglaterra, no estádio do último time onde o goleiro atuou - o Stoke City Football Club - e ao lado da estátua erguida em sua homenagem.t="385">

Passando o tempo...

5 de jun. de 2010


Copa do Mundo
Feola, a voz
da serenidade


Quando vejo, pela televisão ou ao vivo, técnicos de futebol indo ao desespero, à borda do campo na iminência de um ataque cardíaco, lembro-me daquela figura serena de Vicente Feola, que comandou a seleção brasileira, no primeiro título de campeão mundial, em 1958, na Suécia. Sentado e calado no banco de reservas, Feola parecia alheio ao que ocorria dentro de campo. Nem tanto. Muitos jornalistas diziam que até dormir, ele dormia, durante os jogos. E eu engolia essa versão. Tudo mentira.
Lendo a crônica de Dagomir Marquezi, publicada na revista Placar, fiquei sabendo da importância de Vicente Feola para a conquista da Copa do Mundo, desde a tragédia de 1950, quando perdemos por 2X1, no jogo final para o Uruguai, em pleno Maracanã.
Feola não dormia no banco de reservas. O problema é que ele, além da obesidade, tinha doenças cardíacas e o obrigava que ele tomasse remédios e que provocavam sonolência. Às vezes, fechava os olhos até que passasse a forte dor dos ataques de angina.
Outra versão que eu tinha como verdade, refere-se a escalação de Pelé, no time, numa imposição dos líderes da equipe (Nilton Santos, Didi). Não é verdade.

Em janeiro de 2007, a cantora Simone, numa apresentação para uma emissora de televisão, cantou, em espanhol a música Yolanda. Um detalhe: cantou ao lado do autor da canção, o cubano Pablo Milanês.