Artifício para enganar o goleiro virou mania no Brasil
Fifa faz restrições ao uso da paradinha
Foi Pelé quem inventou a paradinha na cobrança de pênalti, quando ele jogava pelo Santos, nos anos 60 do século passado. Só que o rei do futebol enganava o goleiro quando ele partia rumo à bola e dava um rápida parada, e correndo. Hoje em dia, os caras dão uma paradona, deixam o goleiro escolher o canto e batem o penal. Uma covardia.
Finalmente a Fifa deu um basta nesse abuso.
Em uma reunião da International Board realizada nesta terça-feira, 18, em Zurique (SUI), a Fifa proibiu a paradinha em cobranças de pênalti. O estilo virou moda no Brasil, e muitos cobradores batiam desta maneira para enganar os goleiros.
O que poderá acontecer agora é apenas uma paradinha na corrida para a bola, e não fingir chutá-la, como os jogadores faziam.
A nova emenda da Regra 14 - do pênalti - diz: "fintar o goleiro durante corrida em direção a bola é permitido, no entanto, fingir chutar a bola uma vez que o jogador completou a corrida é considerado ilegal de acordo com a regra 14 e a atitude antidesportiva fará o jogador ser punido".
Outra decisão foi permitir que federações e confederações tenham o direito de testar árbitros auxiliares de área em partidas durante dois anos. Durante o Campeonato Carioca e a Liga Europa, o sistema foi testado.
Todas as mudanças na reunião passam a valer no dia 1ª de junho de 2010, ou seja na Copa do Mundo já não poderão acontecer. Caso o jogador faça a paradinha, ele levará o cartão amarelo.
Lancepress!
Sucesso do humor nerd
Ele tem os cabelos desarrumados, óculos de aro grosso e é estrábico. Desde de fevereiro último, quando ele estreou na net com o seu Mas Poxa Vida, PC Siqueira já recebeu mais de 5,5 milhões de visitas no endereço do You Tube. Ele tem mais de 40 mil seguidores no twitter e a maioria de seus espectadores é jovem, na faixa dos 20 anos.
Qual a forma para tanto sucesso virtual?
PC senta-se em uma poltrona, liga a câmera e sai falando o que vem à cabeça, e dizer o que muita gente pensa mas não fala, nem assume, em público. O sucesso do jovem profissional em quadrinhos, de 24 anos, também está ligado aos seus comentários sarcásticos sobre, por exemplo, mendigo, legalização da maconha etc.
Momento de emoção para Chico Buarque, quando encontrou Pagão, em 1985 - o compositor com a camiseta do Politheama e o jogador com uma de seu antigo time, o Santos. Em um especial para a TV Bandeirantes, Chico encontrou Pagão e essa foi uma das poucas vezes que não assinou, na súmula, o nome do ídolo. Pagão morreu em 1991, aos 56 anos
O ídolo de Chico Buarque
Mesmo sendo torcedor assumidíssimo do Fluminense, Chico Buarque de Holanda idolatra um atleta que nunca jogou pelo tricolor carioca: Pagão, artilheiro do Santos Futebol Clube, na década de 50 do século passado e que Chico o viu jogando várias vezes. Até música, o autor de A Banda fez exaltando o jogador, e Chico só entra em campo por seu time, o Politheama, com a camisa 9 e assina a “súmula” do jogo com o nome de Pagão. Chico certa vez disse que “ele era demais em campo. Era de uma leveza admirável. Eu adorava quando ele pegava a bola no ar e, com a parte de fora do pé, vindo de trás, chapelava o adversário”.
Na canção O Futebol Chico faz uma devoção ao seu ídolo. E reparem na letra que o compositor também cita o ponta-esquerda Canhoteiro, do São Paulo e da seleção brasileira e que antes de ir para a Capital paulista, passou pelo futebol cearense, jogando pelo América Futebol Clube:
“Parábola do homem comum
Roçando o céu
Um
Senhor chapéu
Para delírio das gerais
No coliseu
Mas
Que rei sou eu
Para anular a natural catimba
Do cantor
Paralisando esta canção capenga, nega
Para captar o visual
De um chute a gol
E a emoção
Da idéia quando ginga
(Para Mané para Didi para Mané, Mané para Didi para Mané para Didi para
Pagão para Pelé e Canhoteiro)”.
Nos vídeos, primeira e segunda partes do documentário Samba no Pé, Chico fala sobre uma de suas grandes paixões, o futebol:
17 de mai. de 2010
Um dos piores filmes do
cinema brasileiro
O portal da revista Veja selecionou os 10 piores do cinema brasileiro. O primeiro da lista é Cinderela Baiana (1998), estrelado por é Carla Perez. Dizem que a própria protagonista, mais de uma vez, disse que “como atriz” se arrepende do filme. Tudo já começou errado, quando alguém pensou que uma dançarina de axé, por melhor que fosse, mereceria uma cinebiografia. Sim, o filme conta a trajetória da loira, que venceu uma infância pobre para ganhar fama e sucesso na dança. Mas tudo é contado, claro, de uma forma muito mais “épica”. Foi um fiasco de bilheteria nos cinemas – não há números oficiais, talvez pela dúvida de que alguém tenha realmente assistido -, mas é um grande sucesso no YouTube entre os fãs de fitas “trash”. No apoteótico final, Carla desce de seu super carro indignada – mesmo que a expressão facial não retrate isso – ao ver pequenos pedintes na beira da estrada, faz um discurso criticando o trabalho infantil e dança alegre ao lado das crianças
Vejam a "obra":
Passando o tempo...
Com Caetano Veloso e Jorge Mautner cantando Tarado..