SINGULAR é uma revista virtual antenada com o que acontece por aí nos mais variados matizes. E editada pelo jornalista Eliézer Rodrigues.
7 de mar. de 2010
5 de mar. de 2010

O dono da Bossa Nova
Morreu ontem, o dono da Bossa Nova, o cantor, compositor e pianista Johnny Alf. Ele não foi “um dos precursores da Bossa Nova”, como tentam diminuir ou igualar a sua importância a outros artistas, como João Gilberto, no movimento musical da década de 50 do século passado, no Brasil. Não. Ele foi quem criou. Em 1952, gravou seu primeiro disco em 78 rpm, com a música Falsete de sua autoria, e De cigarro em cigarro, Luís Bonfá. Tocou nas boates Monte Carlo, Mandarim, Clube da Chave, Beco das Garrafas, Drink e Plaza. Duas canções se destacaram neste período: Céu e mar e Rapaz de bem, consideradas a melodia e a harmonia, como revolucionárias e precursoras da Bossa Nova. Esse é o marco inicial da Bossa Nova, somente em 1958 é que começa a aparecer João Gilberto e companhia.Todavia, Johnny Alf ficou conhecido nacionalmente, uma década depois, quando compôs Eu e a Brisa. Vejam aí, o próprio cantando a música que o consagrou:
4 de mar. de 2010
“Que merda: dois lixeiros desejando felicidades do alto da suas vassouras. O mais baixo na escala do trabalho”, disse Boris. No dia seguinte, o apresentador pediu desculpas pela declaração, mas vários processos foram movidos contra ele.
No entendimento do juiz Cláudio Xavier, Brito não sofreu prejuízo direto e não poderia entrar com a ação, que foi arquivada. O advogado do gari, Alberto Quaresma Junior, informou que no momento não pretende recorrer porque o mérito da questão ainda não foi julgado.
Além deste processo, Boris responde a outros quatro movidos pelos garis envolvidos no caso e entidades que representam a categoria. Alguns deles envolvem a Band. A declaração também motivou diversas ações movidas por garis em todo o país. Apenas na Paraíba, o advogado José Dinart Freire de Lima trabalha em 12 ações contra o jornalista. Os processos, segundo ele, estão em fase de contestação, e aguardam a defesa de Boris e da emissora.
3 de mar. de 2010
O autor de Samba do Arnesto, Saudosa Maloca, Tiro ao Álvaro, Trem das Onze e tantos outros retratou em seus sambas memoráveis datalhes da metrópole paulista como ninguém. Adoniran Barbosa morreu em 1982, aos 72 anos de idade.
Vejam aí no vídeo (vai demorar um pouco pra carregar) o encontro memorável entre Adoniran Barbosa e Elis Regina, cantando Iracema, Um samba no Bexiga e Saudosa Maloca. No Bar da Carmela Bairro Bexiga,em São Paulo - 1978.