"Liberdade é pouco.
O que eu desejo ainda não tem nome".
(Perto do Coração Selvagem- Clarice Lispector)
SINGULAR é uma revista virtual antenada com o que acontece por aí nos mais variados matizes. E editada pelo jornalista Eliézer Rodrigues.
22 de jan. de 2010
21 de jan. de 2010
Especialista em demissões
Com voz calma, sorriso de galã, Ryan Bingham é um consultor de uma empresa baseada na cidade de Omaha, no Estado americano de Nebraska. Sua tarefa é ser contratado por outras empresas para fazer um trabalho extremamente desconfortável para elas: demitir funcionários. Armado com psicologia não científica, paciência e bom tato, Bigham (estrelado por George Clooney) evita a todo custo usar a palavra demissão. Amor sem Escalas, dirigido pelo jovem cineasta Jason Reitman, estreia nesta sexta-feira nos cinemas.

Folia bigodeana
O Bigode é um camarada amigo que mora na Cidade 2.000 perto de onde moro e dono de um bar batizado com o seu alcunha. E lá, no “Bar do Bigode” se reúne sempre a partir da boquinha da noite uma plêiade de amigos, integrantes da Confraria Bigodeana. E como nesta época do ano Fortaleza é povoada de pré-carnaval aos sábados que antecedem os dias oficiais da pagodeira, a Confraria realizará o 1° Bigode Folia, na pracinha principal da Cidade 2.000, no próximo dia seis de fevereiro. O evento popular será animado pela bandinha A Furiosa do Bigode e os preparativos estão sendo comandados pelo trepidante Zé Mineiro, presidente da Confraria.
20 de jan. de 2010
Ora direis...
Em Via Láctea, Olavo Bilac conta que muitas vezes abre as janelas e conversa com as estrelas toda a noite...O interessante na obra de Bilac é que dos 35 sonetos que compõem a peça, apenas um, o XIII, ficou conhecidíssimo, ofuscando até a denominação que enfeixa todos os sonetos:
Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso!
E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las, muita vez desperto
E abro as janelas, pálido de espanto...
Perdeste o senso!
E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las, muita vez desperto
E abro as janelas, pálido de espanto...
É um belo soneto.
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