18 de set. de 2009

O primeio boom, na
carreira de Fagner

Faz 30 anos, que Fagner alçou voo para o estrelato. Tudo aconteceu, no Festival 79 de Música Popular, da extinta TV Tupi. Ele conquistou o título de melhor intérprete, cantando Quem me levará sou eu, de Dominguinhos e Manduka. Outro grande destaque foi Oswaldo Montenegro.O Festival contou ainda com a participação de músicos como Zé Ramalho, Alceu Valença, Jackson do Pandeiro, Guilherme Arantes, Elba Ramalho, Kleiton e Kledir, Arrigo Barnabé, Caetano Veloso, entre outros.

MERCADO DO PINHÕES


Ontem estive no Mercado dos Pinhões, recanto histórico da cidade e transformado em centro cultural.Fui ver a Quinta Cultura. Gostei da apresentação do Grupo de Flautas Sons das Goiabeiras. Noite bonita de música brasileira. O conjunto é o resultado do trabalho do maestro Corjesu Alves com crianças e jovens, em situação de vulnerabilidade à violência e às drogas, na periferia da Barra do Ceará. A arte cumprindo mais uma missão, revelando talentos, por meio da cidadania. Só lamentei o diminuto público presente.

Também lá, foi lançada a revista de cultura Mambembe, coordenada por Carlos Pontes e editada pelo jornalista Airton Bastos, Leão. E como está lá escrito no expediente: "Um canal aberto à cultura. Pesquisa. Informação. Jornalismo".


Vida longa para a Mambembe!



17 de set. de 2009



Não tem quem segure o avanço massacrante da internet sobre o jornalismo impresso. O Google, agora, testa ferramenta que facilita leitura de jornais e revistas.
O Google está lançando, em caráter experimental, uma ferramenta que agrega o conteúdo de diversos veículos numa única página. O objetivo é tornar a leitura de jornais e revistas mais rápida, intuitiva e agradável. O período de testes conta com 36 publicações, entre elas o New York Times, o Washington Post e a Newsweek.

Batizada como
Google Fast Flip, a ferramenta pretende se tornar numa nova fonte de renda para os veículos de comunicação, que atravessam grave crise financeira devido à queda na receita publicitária e na circulação.
“Os parceiros irão dividir a receita gerada por anunciantes relevantes. Isso dá aos publicadores uma oportunidade de apresentar novos leitores ao seu conteúdo. Também testa a nossa teoria de que tornar a leitura de artigos mais rápida faz as pessoas lerem mais, aumentando a receita publicitária dos publicadores”, diz o comunicado do Google.
O Fast Flip funciona da seguinte maneira. Em vez de rodar apenas uma página de notícias de um único veículo, o site roda diversas páginas, de diversos veículos, que são apresentados de diferentes formas. O usuário pode navegar por tópicos, dentro de uma seção de uma revista, ler artigos de um jornalista, entre outras.
O Google também desenvolveu uma ferramenta para celulares. O aplicativo funciona em aparelhos com o sistema Android, produzido pela companhia, e no Iphone.


Fonte: site Comunique-se
PUBLICIDADE/MEMÓRIA

Quem, quando criança, lá pelas décadas de 70 e 80, do século passado, nunca pediu à mãe, antes de dormir, para tomar Castaniodo (“Sangue novo na sua vida”)? Ou, durante a sessão da tarde, não via na televisão, o desenho animado da Policar?




A publicidade do Castiniodo era feita pelo ator cearense Wilson Aguiar, que època, interpretava Nezinho do Jegue, na minissérie O Bem-Amado, de Dias Gomes (um dos maiores sucesso da televisão brasileira). Nezinho do Jegue, quando sóbrio, era o defensor fervoroso do prefeito de Sucupira, Odorico Paragaçu, interpretado magistralmente por Paulo Gracindo. Agora, quando tomava uns goles a mais, se transformava no principal acusador do prefeito corrupto e cheio de artimanhas.
Como a minissérie estava em evidência, Wilson Aguiar, aproveitando a popularidade do seu personagem, foi contratado por uma agência de publicidade para fazer o comercial do Castaniodo.

O vídeo conta a historinha de amizade entre dois fusquinhas, Sujinho e Polidinho...

15 de set. de 2009



Voa Byafra, voa

Esta eu capturei Época -blog bombou na web:

"Maurício Pinheiro Reis foi um dos nomes de maiores sucessos da década de 80. O inesquecível Biafra (que mais tarde mudou de nome para Byafra) embalava a trilha sonora de diversos bailes e boates da época, principalmente com seus dois maiores hits: Leão Ferido e o Sonho de Ícaro. Também foi ele o responsável pelos temas de abertura de diversas novelas.

Nos anos 90, Biafra deu uma sumida. Não conseguiu acompanhar a explosão de novas bandas de pop rock. Em 1998, ele mudou o nome de Biafra para Byafra. Mas não era nada ligado a questões de numerologia. Quem digitava o nome “Biafra” em buscadores, como o Google, encontrava nos primeiros resultados o nome do estado separatista da Nigéria, que existiu até 1970. Nada bom para um cantor ter seu nome associado a um personagem de um sangrenta guerra civil.

O ano é de 2009 e muitos artistas das antigas têm voltado a fazer sucesso. E nada como o hit Sonho de Ícaro para voltar aos velhos e bons tempos.

Voe, voe, Byafra!

(dica de Pri Fiorin, do blog Pangaré Pop)"