28 de jul. de 2009

A intimidade, primeira, dos Rolling Stones

Lançado há três anos nos Estados Unidos, o livro Rolling Stones – O Começo acaba de ganhar uma versão nacional, luxuosa, pela Editora Larouse ( 320 páginas., R$ 180). O livro é o resultado do trabalho do fotógrafo dinamarquês Bent Rej que seguiu os Rolling Stones bem de perto. Registrou algumas passagens importantes do grupo e, em retratos posados, os cinco músicos na intimidade de suas casas. São fotos clássicas da história do rock. O livro é uma coletânea incomparável de mais de 300 fotos dos Rolling Stones em meados da década de 1960, período em que estavam começando a alcançar o estrelato. Estas imagens raras, tanto da intimidade da banda como de apresentações públicas, são verdadeiros ícones de uma era. De março de 1965 a maio de 1966 Bent Rej teve acesso privilegiado aos Stones, como integrante do círculo de amigos dos membros do conjunto, e acompanhou-os na primeira grande turnê pela Europa: a do lançamento de Satisfaction.
Mick Jagger – o apartamento era decorado com móveis Gplan, da última moda e com dois telefones.

Keith Richards – posando num quarto de hotel, em frente ao Hyde Park .

26 de jul. de 2009




CORES DE BRASILIDADE
Com exuberância e irreverência, a agência AlmapBBDO trouxe para o Brasil o prêmio Leão de Ouro do Festival de Cannes (2009), na categoria Desing, com o anúncio das sandálias Havainas. Juntando o simples com alegria multicolorida, refletindo a alma e cultura brasileiras.



Como diz o Danilo, do Let's: "E no oitavo dia, Deus criou o Photoshop".


"Não me deixes"


A canção francesa Ne me quitte pás, composta por Jacques Brrel, foi um dos grandes sucessos da cantora Maysa. Aprecio mais a interpretação do próprio autor, pois a letra foi escrita no decorrer da separação de Brel e de Suzanne Gabrielle, em 1959. Ele canta com a angústia d’alma diante do amor perdido.

Ne Me Quitte Pas -Não me Deixes (Jacques Brel).

Não me deixes,
Não me deixes,
É preciso esquecer,
Tudo se pode esquecer
Que já para trás ficou.
Esquecer o tempo dos mal-entendidos
E o tempo perdido a querer saber como
Esquecer essas horas,
Que às vezes mata,
A golpes de porque, o coração de felicidade.
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes.
Te oferecereiPérolas de chuva
Vindas de paísesOnde nunca chove;
Escavarei a terra
Até depois da morte,
Para cobrir teu corpo
Com ouro, com luzes.
Criarei um paísOnde o amor será rei,
Onde o amor será lei
E você a rainha.
Não me deixes,Não me deixes,
Não me deixes,Não me deixes.
Te Inventarei
Palavras absurdas
Que você compreenderá;Te falarei
Daqueles amantes
Que viram de novo
Seus corações ateados;
Te contareiA história daquele rei,
Que morreu por não ter
Podido te conhecer.
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes.
Quantas vezes não se reacendeu o fogo
Do antigo vulcão
Que julgávamos velho?Até há quem fale
De terras queimadasA produzir mais trigo;
Que a melhor primavera
É quando a tarde cai,
Vê como o vermelho e o negro
Não se misturam
Para que o céu se inflame.
Não me deixes,Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes.
Não vou chorar mais,
Não vou falar mais,
Escondo-me aqui
Para te ver
Dançar e sorrir,
Para te ouvir
Cantar e rir.
Deixa-me ser a sombra da tua sombra,
A sombra da tua mão,
A sombra do teu cão.
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes.