29 de jun. de 2009

Bombou na web



Na transmissão do jogo entre as seleções do Brasil e da Itália, pela recente Copa das Confederações, na África do Sul, um menino ruivo chamou a atenção, nas arquibancadas. Alheio aos lances de Kaká, Robinho e companhia, começou a pintar o próprio rosto com um picolé de chocolate. O vídeo da lambança foi visto 300 mil vezes.





O estudante Aaron Shtway, de Ohio, nos EUA, virou astro de basquete. Na hora do recreio, ele pegou a bola, deu uma cambalhota e lançou na cesta do outro lado da quadra. Quando a bola entrou, os colegas correram para abraçá-lo, aos gritos. O vídeo da façanha teve quase 2 milhões de acessos.
(Fonte: revista Época)


Diário do Nordeste ressuscita,
erroneamente, o canarinho
A charge do Sinfrônio, publicada, na edição de hoje, do jornal Diário do Nordeste, foi uma pisada na bola, literalmente. O trabalho artístico é uma gozação em cima do time norte-americano, considerado a "zebra" da Copa das Confederações, e que, ontem, perdeu para a seleção brasileira, por 3 x 2. O time brasileiro foi o campeão da competição.
Na charge, a “zebra” é gozada pelo “canarinho brasileiro” e este, ilustrado, segurando a taça ofertada ao país vencedor de uma Copa do Mundo. Outro erro.
Ora, a época em que seleção brasileira teve com símbolo o canarinho, foi na Copa do Mundo de 1982, na Espanha. E de triste recordação, pois foi lá, com um timaço comandado por Telê Santana e, no elenco com grandes estrelas (Zico, Falcão, Sócrates, Éder e companhia) que perdemos para a Itália, por 3x2, ainda nas quartas-de-finais. Com um empate, a seleção continuaria na competição. Fomos eliminados.
Portanto, até então, o “canarinho” era o símbolo daquele time, até o jogador Júnior fez um samba (“Voa, voa canarinho...”). Depois daquela tragédia futebolística, o “canarinho” foi aposentado e nunca mais serviu como amuleto para o selecionado brasileiro. Ficou estigmatizado.
Hoje, nas páginas do Diário do Nordeste, o tal passarinho, erroneamente, simboliza o pebol brasileiro.


Kodachrome sai de linha

A Kodak anunciou, no último dia 22, que irá interromper a produção do Kodachrome, iniciada há 74 anos, considerado um dos melhores filmes disponíveis, devido às qualidades de reprodução de cor (veja a foto acima, feita com Kodachrome –precisão de cor e textura- da afegã Sharbat Gula, registrada por Steve McCurry, em 1984, publicada na revista National Geografic e que tornou-se símbolo de estilo da publicação).

O Kodachrome, devido a qualidade e preço alto para revelação (trabalho realizado só em laboratórios dos Estados Unidos), começou a perder espaço no mercado com o concorrência de filmes similares e bem mais baratos.

E posteriormente, o surgimento, avassalador da fotografia digital, decretou de vez a saída de linha do Kodachrome.


Ana Paula Padrão, bela e sublime
A revista Imprensa, deste mês de junho, traz entrevista com a jornalista Ana Paula Padrão e que fala principalmente dos seus projetos profissionais. O mais comovente da conversa, aconteceu quando ela expôs sua vida particular e, com sublime firmeza, relatou seus planos para engravidar:

“Maternidade é um assunto decidido, porém muito doloroso para mim. Fiz várias tentativas de engravidar, frustradas; cheguei a ficar grávida em vez e perdi. Acabei chegando a uma conclusão – que continuar tentando com métodos artificiais ia criar uma infelicidade permanente na minha vida que não quero ter (Emociona-se). Como eu te disse, você administra a carreira diante das oportunidades. Acho que a vida tem que administrar da mesma maneira. Se isso não veio para mim, vou ser feliz sem isso. Tenho um casamento muito bom, uma relação maravilhosa com meu marido, independentemente de filhos. Ele já tem um do primeiro casamento, já passou por essa experiência. Quando se faz sucessivas tentativas de engravidar, um, dois, três anos nisso, você adia sua vida e sua felicidade como se ela dependesse de outra coisa. Não arruma aquele quarto, porque pode ser o quarto da criança, não planeja férias, porque talvez tenha que tomar remédios, injeções...E isso estava tomando conta da minha vida. Eu parei de tentar. Agora, dói? Dói (com ênfase). Mas todo mundo tem uma dor, não tem? Vai ver essa é a minha dor...Paciência”.
Depoimento corajoso, sincero, emocionante e sublime. Belo exemplo de como encarar a vida.

28 de jun. de 2009





O filme, o Aírton e
a Harley-Davidson



De quando em vez, bate detalhes de saudades, e hoje lembrei-me de um filme que marcou toda a geração dos anos 60, o clássico Easy Rider - sem destino. O motivo: aqui no prédio, onde moro, o meu vizinho José Airton possuiu uma motocicleta da mesma marca utilizada pelos aventureiros Billy e Wyatt, a Harley-Davidson. Uma de suas paixões.



E o que observo, no dia a dia, lá na garagem do prédio, é o José Airton mexendo, montando e desmontando, peças da sua Harley- Davidson, modelo 1975. Um dos seus planos é ir até Brasília, montando na sua tradicional máquina alemã.



Desde já, boa viagem!


E pra saudade ficar completa, vejam, um pouco, do clássico Easy Rider – sem destino:


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